Willard

879 Words
- Você não conseguiu nada? - Eu apenas consegui ser expulso de lá senhor... - Mas você tem confirmação de quem eles são? - Sim, tenho tudo gravado. Willard estava no meio das sombras de uma sala, quando ele sai, ele estende a mão e entrega uma espécie de tablet para um homem com um manto e capuz preto com detalhes vermelhos. - Aqui estão todas as evidências que procurávamos? - perguntou o homem misterioso. - Sim senhor, pode checar. - Ótimo... - e o homem ligou o tablet, e nele tinha alguns arquivos, áudios e gravações. - Quanto isso vale? - perguntou Willard. - O suficiente, eu garanto. A propósito, e com r*****o ao outro pacote? - Foi localizado na Virgínia, já está quase em mãos. - respondeu Willard prontamente. - Ótimo, muito bom. - Quando serei pago, senhor? - Após terminar um último serviço, preciso que dê um jeito no seu filho, se ele nos descobrir, vai ser um sério risco para nossa causa. - O senhor quer que eu mate ele? - Não, isso seria burrice. Ele é um dos pilares mais importantes para os "Piwbrins", desacredite-o, e em um tiro só, todos os nossos inimigos cairão. Willard aceitou o conselho e se retirou dali. Ele foi dirigindo até um prédio grande, que ficava afastado da cidade, ele entra, o prédio está aparentemente abandonado, ele passa pela recepção, e sobe uma escada de mármore no meio da saguão, quando chega ao seu topo, ele ainda atravessa um corredor imenso, e quando chega no final, ainda abre uma porta secreta, e finalmente entra. Willard acende um interruptor que ficava ao lado da porta, era uma espécie de ala hospitalar secreta, e o homem vai correndo até um criado mudo ao lado de uma cama, e o abre ansiosamente, dentro, ele vê uma luz resplandecendo e exclama: - Nem a mais forte das muralhas resistiria a isso! Então ele pegou oque veio buscar e guardou dentro de uma bolsa bem grande que estava em cima da cama. Ao sair do prédio, ele entra em seu carro e dirige até outro local, um outro prédio, só que dessa vez na cidade, e quando chega, ele olha para cima e vê o nome "Smashing". Willard entra, e ainda no hall, esbarra com uma equipe de cientistas, que quando percebem sua presença, todos voltam a atenção a ele, e Willard os cumprimenta: - Olá senhores! Devo dizer que será uma honra trabalhar ao lado de pessoas tão... habilidosos. E um dos cientistas que estavam ali, se aproxima e cumprimenta Willard: - Muito bem vindo a nossa companhia senhor, quando começamos? E aquele g***o de cientistas o acompanha até uma sala no subsolo, quando Willard chega, ele olha em volta, e vê que há muitos tanques, aparentemente com sangue, e avista o Inabalável em cima de uma mesa de experiências, desacordado. - O experimento tem dado certo? - perguntou Willard aos cientistas. - Depois da luta, o corpo dele começou a ficar instável, nós colocamos uma dose forte o suficiente, e estamos deixando agir, a qualquer momento isso pode dar resultados. - Vamos começar os testes agora mesmo! - exigiu Willard. Senhor, devo avisá-los dos riscos. O que nós estamos criando aqui ainda é algo completamente além do normal e do anormal juntos. Apressar isso pode gerar uma cascata de consequências ainda desconhecida. Isso não me interessa nem um pouco, doutor. Apenas faça o que eu estou mandando. Sim, senhor. E ele abriu a mochila grande que estava na sua mão, e tirou o item brilhante de dentro da bolsa, e o entregou na mão do cientista chefe. - Isso será o nosso presente, diga que é da diretoria, e entregue para aquele palerma. Vai funcionar tão bem que vai render um grande espetáculo. - Sim senhor! Uma enfermeira se aproximou por trás de Willard. - Sr Willard, por favor, queira me acompanhar. - Mas é claro, meu bem. E os dois seguiram a uma outra sala ao lado, e a maioria dos cientistas o acompanharam. Enquanto isso, o homem de capuz preto com detalhes vermelhos estava no alto de um prédio, e ele falava pra si mesmo, muito risonho: - Sim... Está tudo indo conforme o esperado, eu esperei muito tempo por isso, mas finalmente está progredindo como deveria. E um lacaio se aproxima dele, e se ajoelha, o homem lhe dá permissão para falar: - Ele já está no local senhor, agora é só uma questão de tempo. E o homem virou para o lacaio, que na mesma hora olhou diretamente para o chão, tremendo de medo. O homem então se aproxima do lacaio, e o toca no ombro, sua mão era cinza e pegajosa. E ele diz para o lacaio: - Muito bom, você fez um ótimo trabalho, agora, você deveria descansar um pouco. E em seguida ele continuou caminhando. E o lacaio estava começando a ficar eufórico, quando de repente sua garganta abre e começa a sangrar, e ele vomita sangue, logo em seguida, seus olhos arregalam, e o lacaio começa a se engasgar, até que seu corpo explode e se torna uma nuvem de sangue. O homem de manto preto com detalhes vermelhos ri com gosto, e exclama para si mesmo: - Quem precisava dos Salvadores, afinal?
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