Um novo você.

3312 Words
Kira acordou naquela manhã, e após escovar os dentes ao som de Lana Del Rey sua cantora preferida, sem dúvidas. Desceu as escadas na esperança de sobreviver a dois dias ainda ali, já que só conseguiu comprar a passagem para daqui a dois dias. O que a deixou frustrada um pouco, mas desde de que ela tivesse soverte, leite condensado e bolo de chocolate, podendo usar seu pijama confortável de gatinho, estaria tudo bem. Quando descia as escadas rapidamente viu Thomas conversando com Lídia enquanto toma café, arregalou os olhos e olha para o seu corpo, está usando um pijama rosa e azul de unicórnio que comprou em uma black friday da Shein, sua loja preferida, com suas pantufas de ursinho. Lembrou de sua cara amassada de manhã não é a das melhoras, ela não queria que ele a visse assim. ''O que ele faz aqui, só pode ser brincadeira!'' Ela pensou enquanto voltou em passos delicados para se arrumar em seu quarto, porém Lídia a viu no degrau antes entrar para o quarto, a escada que ficava perto da sala. — Minha querida, o Thomas está aqui para vê-la. — Disse ela com uma caixa de papelão na mão. Kira se virou e desceu devagar, se deu por vencida e foi até e Lídia que os deixam a sós saindo para fazer compras. Os dois se encaram e fica um silêncio deveras constrangedor. Thomas pós as mãos no bolso de suas calças, jeans. — Bom, ontem o Frodo achou isso enquanto fuçava a lama, então supôs que era seu. — Ele tirou a mão direita dos bolsos mostrando a aliança. Kira fecha um olho de lado, ''Não sei o que estava fazendo comigo'' Ela ficou estática perante ele, meio sem jeito, como dizer que ela ainda usava a aliança no dedo após anos longe? Mesmo tendo ido embora e desistido dois dias antes do casamento. — É que eu fui levar para você. — Disse rapidamente coçando a nuca freneticamente. — Achei que depois desses anos você queria de volta. Bom, acreditei que teria alguém para dar. — Ela levantou as sobrancelhas. Jogou um verde, na verdade, Kira estava louca para saber se ele estava com alguém desde que chegou na cidade, mas o medo de que sim era maior, nunca virá Thomas com outra, certamente não saberia como agiria. Mas o rapaz era esperto conhecia a loira tão bem que sabia que sempre quando mentira. Ela se abanou sentindo o calor de São João, apesar de ser umas das cidades mais lindas de Minas Gerais era quente e ela tinha esquecido como Brasil era quente. Ele põe o anel em cima da mesa, enquanto a olha faceiro. — Ah tá certo! Sempre que mente você coça sua nuca, é instantâneo. Mas é verdade eu preciso do anel, obrigada por devolver. — Ele disse dando um piscada para ela. Ela soltou o seu cabelo e com as mãos na cintura, com passos firmes até a porta. — Como ousa? Hoje me chama de mentirosa, ontem disse que eu era incapaz de pedir perdão. Você continua grosso, e espero que faça bom aproveito do anel. — Ela o encarou bufando, abrindo a porta.  — Ah então você vai dizer que não coça a nuca de um jeito estranho quando mente? — Ele arregala os olhos com um sorriso de canto. É bom quando alguém se lembra de pequenos detalhes sobre você, Kira pensa rapidamente, ela sentia saudade até de brigar com ele.   Ela mordeu os lábios e aponta para a porta. — Ah! isso é um absurdo! Eu senti meu cabelo coça, ah que saber já disse, tchau. Ele saiu dali, e entrou em sua camionete. Kira é tomada por tristeza e raiva, ele estava com outra, e iria dar o anel a ela. Iria pedir outra em casamento, não ela.  O encontro com Thomas a havia abalado, e ela odiava isso. Odiava esse sentimento de urgência que a invadia quando se tratava dele, odiava ele cheirar tão bem, e odiava não conseguir odiá-lo. Caminhou até à cozinha e comeu umas frutas, olhou para seu quintal é grande e espaçoso e tem um muro alto, foi aí que pensou por que não tentar escalar? No Canadá já havia esquiado, não seria tão difícil, embora que com ''esquiar'' ela quis dizer planar sobre a neve fofinha enquanto os colegas de trabalho era que iria esquiar no topos e montanhas. Ela foi até o quinta e entortou a boca olhando o muro, aquilo muro parecia maior de perto. A loira sentiu o vento e pôs uma cadeira tentando subir, mas não conseguiu, parecia impossível sem a ajuda de alguém, a campainha toca. Porém, Kira ignorou balançando a cabeça e subiu na cadeira, decidida de que conseguiria, não conseguiu fazer com que suas mãos alcancem o topo do muro. Acabou tropeçando em cima da cadeira de plástico branca, seu corpo caia com a cadeira para trás, ela sente a dor do impacto, suas costas doem, mas sua perna esquerda parece que deu um jeito, o peito do pé doí e ela põe a mão na perna e range os dentes de dor, '' Que ideia estupida'' Ela pensa, enquanto está no chão. A campainha volta a tocar, entretanto não conseguia levantar direito, sua lombar dói muito. — Socorro! Eu não consigo me levantar. — Ela gritou, virou no chão e fica de bruços, consegue levantar.  A dor era insuportável. Entretanto conseguia andar mancando até a porta. Abriu a porta e para surpresa dela era Thomas, soltou o ar e seu olhar ardia de raiva. — Ai o que foi agora em? — Disse se abaixando de dor, enquanto disfarça. — Eu volte por que deixei o anel em cima da mesa, mas ouvir gritos, você está bem? — Ele pergunta franzindo a testa. Parecia preocupado. — Estou, é claro que ai... — Sua própria expressão a traía, ao tentar por o pé todo no chão sentiu uma dor, sentindo uma dor forte na perna. — Pode pegar o anel!  — Após senti uma pontada no peito do pé esquerdo, olhando para o chão, apoiando a mão na porta. — Eu acho que você não tá bem em! Acho melhor ir para o médico. — Ele pergunta olhando para a torção. Ela tirou a pantufa que usava e seu pé, estava vermelho, parecia que havia dado um jeito. E aquilo doía, ela se apoiou na parede atrás da porta e ele entrou fechando a porta. — Promete que não vai rir se eu contar o que aconteceu? — Entortando o nariz de dor. Ele esfregou o queixo, junto com a barba bem feita. — Prometo, por que eu riria? — Bom, eu saí da cadeira tentando pular o muro, mas o varal de roupas e a cadeira um pouco torta não ajudaram muito. — Se encostou na parede de trás da porta branca, ele entrou fechando a porta. O rapaz inclina-se para mais perto dela com uma feição preocupada. — Nossa, tá! Doendo muito num é? É bom ir ao hospital urgente. — É, não sei, mas onde é o hospital daqui, parece até outra cidade. — Ela andou com dificuldade até a mesa para pegar o anel. Ele riu baixo, com os braços rentes ao corpo, meio tímido. — Eu to com a minha camionete, e tenho tempo, posso te levar até lá. A dor era insuportável, ela queria acabar logo com isso. Mas ir com Thomas ela titubeia, bom talvez Lídia fosse demorar, e Letícia nem pensar falar com ela. — Tá bom, eu deixo você me levar! — Ironizou, entortando a boca de lado. — Mas naquela camionete velha nem a p*u. — Disse tentando pôr os pés no chão e falhando, ela dá um grito baixo de dor e Thomas observa. — A h é? — O mineiro retrucou rapidamente se aproximando dela, e a pegando pelas pernas e a suspendendo pelos braços, fazendo com que sua barriga fica nos ombros dele. Ela bateu em suas costas, enquanto ele fechava a porta e a leva até a camionete. O rapaz rir ''É orgulhosa até quando precisa de ajuda'' Ele pensou enquanto a carrega pelos braços, abriu a porta da mesma, e a põe gentilmente. Ela incrível como a teimosia dela a cegava sempre. Cruza os braços. — Isso é um absurdo! — Tentou se ajeitar na cadeira, e com as palmas das mãos se esforçava para se levantar, mais falhou. Não tinha jeito ela iria na camionete velha para o hospital. Ele entrou e começou a dirigir. — Me processe mais tarde! — Ele rio e bateu no porta luvas carro, e encarou os olhos castanhos verdes da loira pelo retrovisor. Seu coração se negou a sequer lembrar de algo, foi cantando músicas de sertanejo antigo, sabia que a loira odiava. Ela revirava os olhos e focava a janela, dava breves olhada, mas não querida olhar Thomas nos olhos. Chegando no hospital eles preenchem a ficha e esperam o médico chamar, sentados na sala de espera de frente para o outro, em um silêncio absurdo. Ela então quebrou o silêncio, perguntando: — Quem é ela? — Beliscou a ponte do nariz enquanto o olha, tinha medo da resposta, mas uma hora iria ter que saber.  — Ela quem? — Ele dá de ombros, virando os olhos para ela.  — A mulher que você pedir em casamento? — Ela ricocheteia-se na cadeira. Brincou com seu brinco. Ele olha para baixo e rir ''Por que será que ela quer saber isso?'' Ele se encosta na cadeira. — Bom, ela se chama Isabela... mas não sou eu que vou dar o anel para ela, ela é namorada do Germolio.   Kira arregalou os olhos, e dá um sorriso largo, finalmente sabia para que era o anel. Agarrou o braço da cadeira. — Ah o Germolio? Seu irmão vai casar? Meu Deus um dia desses ele tinha 17 anos quando sair daqui! — A boca dela se abre. — Sim, sim! E agora ele tem 21, não é muita coisa eu sei! Mas ele e a isabel estão apaixonados, ce tem que ver, parecia a gente quando... — Falou demais. Ele respirou fundo e percebeu que iria dizer, algo desconfortável para ambos, ele disfarça rapidamente perguntado: — Então o pé ainda está doendo? Ela o olha com cabeça descansado nas mãos, e seus olhos brilham enquanto ela olha para os lábios deles enquanto ele fala, ele pergunta novamente, e ela volta a presta atenção no que ele diz. — Ah sim, só quando eu tento por no chão. — Ela esticou as pernas na frente dele. Ele suspira, colocando as mãos juntas atrás da cabeça. — Não sei onde eu tava com a cabeça de subir o muro. — Ele abaixou a cabeça. — É a lista não é? Eu entendo por que esteja fazendo. — Seus olhos encaravam o dela e sua boca tremia. Ela brincou com o cabelo dela. — É queria que ele tivesse feito tudo isso, queria que ele ainda estivesse aqui! — Olhou para o lado, puxando ar para não chorar, memórias a invadem, mas ela conclui.  — É uma lista simples, vou tentar fazer o que eu conseguir! Por isso assim que sair daqui, vou fazer uma tatuagem. — Voltou ao olhar para ele. Thomas gargalhou alto, e lembranças invadem sua mente também. — Lembro dá última vez que fez tatuagem, tem certeza que quer fazer de novo? A loira juntou a borca larga. — Aquela não foi a última vez, eu fiz uma nova no Canadá. Até porque aquela vez não conta, eu me lembro de pouca coisa, mas sei que estávamos tão bêbados que não me lembro de sentir, dor, lembro de você segurando minha mão, lembro de ter vomitado no Studio da Gabriela, foi um vexame. Os olhos deles se encontram. Aquela foi uma estupidez que fizeram juntos, a primeira tatuagem o primeiro eu te amo.  E estar juntos ali parecia como nos velhos tempos. Ele pigarreou quando o número antes do dela foi chamado. Ela empurrou o cabelo para longe do rosto, e ele a olha coçando a barba. — Topa vir comigo? —Perguntou entortando o nariz.  — Acho que preciso de apoio para fazer outra tatuagem. — Você é maluquinha. Mas, ta bom eu vou com você Kira. Só para se certificar que você não tatue nada que vá se arrepender. — Eu gosto do meu panda, ok? — Ela soltou uma gargalhada, sentindo uma dor fina no pé ainda ali. Mentiu, o panda pequeno que tinha tatuado na lombar foi uma dos seus maiores arrependimentos na vida. Mas, era uma das memórias mais engraçada e romântica que tinha com Thomas... Ele se encheu de perguntas para si mesmo enquanto ajudava ela a ir até à sala do consultório. Kira teve um leve torçam, não necessitava gesso, porém repouso por uns dias, não poderia pegar o avião nos dias seguintes. Thomas comemorou por dentro a notícia, e depois se perguntou o porquê? O médico deu uma injeção Ibuprofeno nela, e seu tornozelo, e peito do pé melhoram um pouco, porém, ela não conseguia andar ainda muito bem, ele deu os ombros para ela apoia e ajuda ir até à camionete. — Acho que é para casa agora. — Ele diz pegando no volante, dando partida no carro. — O que? Mas é claro que não, vamos nos estúdios da Gabriela fontes. — Ela assentiu com a cabeça. — Kira você m*l pode andar, vai para casa descansa depois você... — Ele retrucou olhando para frente, ele olha o retrovisor e segue dirigindo, ela interrompe sua fala. — Não, não, não, não, não! Eu disse que vou fazer hoje, eu...  — Eu faço hoje! Por que quando se acumula coisas, lagos viram rios e rios viram oceanos... — O rapaz completou a frase que Kira sempre falava, era como seu bordão. — Você se lembra? Ele olhou de lado com um sorriso de canto. — Lembro. Como também lembro que você não é a mulher maravilha, alguém já te disse isso? —Deu de ombros. — É claro que não... Eu sou muito melhor que ela! — Ironizou, segurando a gargalhada, ela jogou o cabelo, inspecionou as unhas rapidamente. — Mas talvez, só talvez você esteja certo! — A barriga dela roncou. O ruivo sorriu, dando partida no carro. — Quer comer? A lanchonete do Max ainda está aberta, eles fazem um pão de queijo ótimo! — Ele deu uma olhada pela janela. — É pode ser! Eu deixo você desfrutar da minha companhia mais um pouquinho. — Ela dá de ombros, mesmo que pode dentro esteja explodindo de alegria, seu coração bate forte. Eles chegam na lanchonete e algo impossível acontecesse ao eles sentarem na mesa, aquele silêncio é rompido, gargalhadas se espalham no ar durante a conversa deles. Kira contou alguma de suas aventuras se aventurando como arquiteta no Canadá. E de como era bom ganhar em dólar, ele contou a vez que teve que que soltou todos os bois do rodeio por pena, ele odiava maltratar os animais. Ela rio por horas do jeito dele contar as histórias, de como agiu quando rosinha sua irmã de quinze anos apareceu namorando. A loira não aguentou e contou sobre os 7 meses que passará com seu pai, sobre Letícia e sobre coisas que lhe incomodavam ultimamente, ele se abriu sobre seu pai, e de como tem sido difícil desde que virou o chefe da família. Olhou para a barba ruiva e morreu de v*****e de fazer carinho nela. Ela sentiu uma necessidade absurda de te fazer ele sorrir, embora naquela conversa sentia que não o conhecia mais. Mesmo sem saber como ele poderia ter mudado tanto. Olhou para todos os pontinhos ruivos no seu pescoço e quero tocar todos Sentiu v*****e de beijar a sua nuca e sentir o cheiro tão dele, e do seu cabelo vermelho cobreado que era tão dele. Suas vidas tomaram rumos diferentes, mas eles ainda eram eles e no fim das contas ainda tinha amor ali, era perceptível pela troca de olhar pelos corações batendo forte, pelo tom de voz carregado de saudades um do outro. Sentiu um estranhamento bom, apesar de tudo aquela paz ao redor de Thomas a tomará também, de seu coração principalmente. Já ele, ele amava os olhos redondos dela verdes expressivos, o sorriso e a bochechas sempre rosadas dela. Queria dizer tantas coisas, mas as únicas coisas que ela queria ouvir era um pedido de desculpas como se ele tivesse culpa de algo? Kira passou toda a conversa olhando para ele, observou que ele ainda usava o pingente de cruz que sua avó lhe deu. Seus olhos focaram os lábios dele. E todos naquela lanchonete pareceram sumir, enquanto comia, um pouco de mostarda caiu em seu moletom. Ele sorrir largo, e seu rosto fica vermelho assim com as veias em seu braço, ele a olha. — O que estamos fazendo? — Ele perguntou com a voz embargada. — Ué comendo o segundo cachorro quente, depois da minha m*l sucedida escalada ao muro. — Ela deu uma risada, ela se limpa. — Você sabe o que estou dizendo entre a gente. Eu sei o quanto eu errei, mas eu sinto sua falta Kira... É tudo culpa minha por não ter ido com você.  — Thomas é complicado, você sabe... — Ela se esquivou um pouco com a cabeça, olhando para ele fixamente, suas bochechas coram. — Eu sei o quanto você me quer, e sei o quanto eu te quero... — Ele explicou se aproximando dela e pondo a mão entre seus cabelos, seus lábios se tocam iniciando um beijo apaixonado. Ele passa as mãos sobre suas pernas, enquanto a beija. Ela suspira enquanto suas línguas se entrelaçam, seus narizes se batem enquanto ela sente os lábios doces de Thomas beijarem os seus com v*****e.  Os lábios deles eram sempre macios e suas bocas sempre se encacharam tão bem. As mãos dele percorrendo sua cintura e sua nuca fez ela ficar acesa. Mas isso obviamente não aconteceu. Bom aconteceu, entretanto apenas na imaginação de Kira enquanto Thomas á chamava atenção, ele olha para ela e a observa com o olhar distância parecia não está ali. — Kira, Kira? Alô, terra para Kira? Olha cê não vai limpar essa macha de mostarda não? — Ele desse com as sobrancelhas juntas, passando a mão em frente a dela, com um sorriso de canto. — Ah, oi? Desculpa acho que me pedir na conversa. — Ela disse com seus olhos piscando bastante. Ela estava corada. Enfim percebe a macha de mostarda, ela não tinha limpado, aquele beijo nunca tinha acontecido. Pegou o guardanapo para limpar, suas bochechas ficam vermelhas, ao se dar conta do que ela estava pensando, ela encolhe os pés para trás da cadeira.   O telefone dele tocou ele logo pegou o celular do bolso, era sua mãe dizendo precisar dele, na fazenda. Ele desligou o celular e diz que tem que ir, com olhos olhando fixamente para ela. — Ah mas já? — Ela disse e se arrependeu, terminando de mastigar a comida, com as palmas da mão sobre a mesa. Ele se levantou e passa as mãos no bolso. — Você quer vir comigo? Minha avó vai ficar feliz em te ver! — Subiu as sobrancelhas. Mordeu os lábios, ao sentir uma v*****e enorme de estar com Thomas, de que o dia não acabasse ali, ela assente com a cabeça e diz que sim. Eles caminharam até a camionete que tem um cheiro que ela odiava, não fedia, mas cheirava à terra, a fazenda. Ela não sabia descrever, mas aquele era o mundo de Thomas não agora, sempre foi. E apesar de tudo isso ela ainda o queria, ainda o amava, e não estava conseguindo controlar isso, em seu coração medroso precisava fugir dali rápido...
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