— Elisa Mertens. Entoou a voz grave do sacerdote, carregada de uma solenidade que parecia retumbar entre as paredes da igreja. — Aceita como esposo James Blackwood, para amá-lo e honrá-lo na prosperidade e na adversidade, na saúde e na doença, todos os dias da tua vida, até que a morte os separe? Até que a morte os separe? Como, se eu já estou morta? Elisa abriu os olhos e a luz do sol radiante a cegou por um instante, os vitrais coloridos a envolveram num brilho irreal, por isso ela os fechou novamente. Impedia ela de ver bem a cena. A cabeça latejava de dor e a confusão se instalou no seu coração. Ela não entendia onde estava, nem por quê. Era este o céu? O seu coração palpitou com uma força dolorosa. A última coisa que ela se lembrava era do sangue, da perda do bebê, do bipe agud

