— Você sabe que isso é completamente absurdo, né? — eu respondo cerrando os olhos — você não pode decidir quem olha pra mim. — Quem olha eu não decido — ele rebate abrindo a porta do passageiro e fazendo um gesto pra eu entrar — mas eu decido como eu reajo se olhar demais, então facilita minha vida e entra no carro. — ele ajeita a arma na cintura e o fuzil nas costas deixando claro o que ele quis dizer e eu engulo seco não sentindo medo algum, a sensação era outra, bem mais complicada do que dava pra explicar… Eu fiquei alguns segundos encarando aquele homem tentando descobrir se ele estava falando sério ou apenas tentando me irritar, mas pela expressão dele eu percebi que infelizmente era sério mesmo. Entrei no carro bufando e ele fechou a porta atrás de mim antes de dar a volta. Só qu

