O Homem que Não Entendia o Próprio Jogo

1359 Words

Saymon estava sozinho em seu escritório, as últimas discussões de negócios encerradas com a formalidade costumeira. O silêncio que se instalou após a saída dos empresários era absoluto, quebrado apenas pelo eco distante das portas de elevador se fechando no corredor. A luz do dia filtrada pelas amplas janelas de vidro lançava reflexos cristalinos sobre a mesa polida, criando um contraste entre o ambiente impessoal e os pensamentos cada vez mais pessoais que tomavam conta de sua mente. O som das portas se fechando ressoava como um eco, marcando o fim de mais uma rodada de compromissos bem-sucedidos. Seus passos, ao se aproximar da janela, eram firmes, mas seu olhar, fixo no horizonte da cidade, denunciava uma distração incomum. Ele sorria, cumprimentando com um aperto de mão os empresários

Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD