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O Acaso. livro 1 da série Sedução.

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LIVRO PARA MAIORES COM CONTEÚDO ADULTO.

Lia é uma mulher independente, sensual e bem resolvida profissionalmente e em sua vida pessoal. Um dia que era para ser como os outros, O Acaso começa a mudar as linhas de sua vida.

Ela, acredita não ser a pessoa certa pra ele.

Ele, não estava pronto para conhecer a mulher que cairá de para-quedas em sua vida.

O casal, vai encontrar nas suas diferenças, o amor.

Ele, tem uma "Ex"que nunca teve motivos para desconfiar de sua amizade. Mas com a chegada de Lia, tudo mudará, trazendo as verdadeiras intenções e com elas consequências. Com uma boa dose de diversão e muito erotismo, este casal vai te surpreender e te prender.

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Capítulo Um.
Lia. Eu começo meu dia com um banho para tirar a preguiça pra ir ao trabalho. Eu me chamo Lia tenho 25 anos sou formada em Administração, tenho uma irmã dois anos mais velha que eu. Ela mora no Uruguai com o marido e seus dois filhos, a saudade é grande, mas graças a tecnologia nos falamos sempre. Tenho cabelo loiro escuro, olhos castanhos esverdeados e estatura normal. Faço academia três vezes por semana, mentira grossa! Parece que ouço aquelas sirenes me corrigindo, mais falto do que vou, também gosto de zumba. Sou corretora de imóveis e junto com minha amiga Márcia, temos uma imobiliária. Nós nos conhecemos há 18 anos, temos muita coisa em comum, somos duas doidas e dividimos o “Gardenal”. Saio do banho e depois de me enxugar, coloco meu jeans sou fissurada neles, blusa verde clara e sapato de salto marrom. Uso uma maquiagem leve e vou para cozinha preparar meu café. Medonho vem ao meu encontro. Ele é um gato cinza feio pra dana que eu encontrei dependurado numa árvore. Liguei para o corpo de Bombeiros, o rapaz que chegou para nos ajudar, me disse que só o tiraria da árvore, se eu me responsabilizasse pelo Medonho. O bombeiro era do tipo que te faz ter pensamentos impuros só de olhar. Era lindo, gostoso, meu número, mas acabei perdendo a licitação para uma amiga. Pelo menos tive a visão de sua b***a enquanto ele subia para tirar o Medonho do galho da árvore. Uma perdição. Concordei com tudo que o moço em sua farda dizia, nem raciocinava quando ele abria a boca deliciosa para falar, tinha vontade de morde e acabei com o gato nos braços e agora ele mora comigo. O pior foi que achava que Medonho fosse fêmea e coloquei o nome de Cherry. No dia seguinte quando o levei ao veterinário descobri que era macho, e passou a se chamar Medonho. Tem duas coisas ruins nessa história. Primeira: é que todos os dias eu tenho que olhar para ele e me lembrar daquela gostosura de uniforme cinza e saber que a Vanusa se deu bem, e a segunda coisa: escutar este gato miar, é feio demais, parece uma maritaca com tosse seca, misturada com o louro José quando cantava pagode, dói de ouvir. Mas o pobrezinho não tem culpa, teve pais feios e avós horrorosos, por isso saiu essa coisinha. Dou seu leite assim ele para de miar, coloco ração e me despeço, porque o probrezinho também precisa de carinho. Moro em um apartamento no 8° andar. Gosto do alto, assim evito as visitas das baratas no verão e não ouço o barulho dos pirralhos jogando bola. Sou chata, eu sei. Quando chego a garagem tento disfarçar, minha vizinha que mora no 3º andar acaba de voltar da feira. Ela está sempre mau humorada, de cara feia e ninguém não vale nada, só ela que bate ponto na missa. — Bom dia, Deise! — Pra você né querida? Que já são 9h da manhã e ainda não chegou ao trabalho. Eu rio ela nem me estressa mais, moro aqui há 4 anos, nunca me deu bom dia sem uma critica. — Estou indo querida. — Saio antes que mude de idéia e queira reclamar da família, por que ela vive reclamando das irmãs e da mãe. Coitadas aguentar essa mulher não deve ser fácil, já no carro meu celular toca. — Fala bezerro! O que manda? — Não me chama assim dona Lia, eu já te pedi. — resmunga como todos os dias. — Não pede mais que paro. O que manda? — A dona Márcia, quer saber se a senhora passa no cartório? Tem contrato liberado pra retirada? — Me passa o nome pra eu separar o protocolo. — isso faz parte da nossa rotina. Dia sim e dia também passamos nos cartórios e na Prefeitura para pagar os impostos de venda e compra dos clientes. — Estou mandando no w******p. — Bezerro, levou o bolo de fubá da sua mãe hoje? — Dona Lia, só vou deixar a senhora comer se não me chamar assim? — Não chamo mais então. Dentro de 30minutos estou aí... Avisa pra Má. — Tranquilo. Ele é tão bonitinho que parece um bezerro, por isso o chamo assim, mas vou parar judiação. O Fabinho trabalha com a gente para fazer serviços de bancos e têm mais duas garotas, uma cuida do cadastro de imóveis a Bárbara, e a outra da recepção a Amanda, elas são uns amores nos ajudam em tudo, umas fofas. Irritada depois de dar três voltas e não encontrar vaga para estacionar nesse maldito cartório, a vontade é de parar nos locais proibidos. É sempre a mesma coisa, tem um cara que olha os carros. Eu já não dou mais dinheiro, porque venho tanto nessa porcaria, que ele fica com mais dinheiro do meu salário do que eu, no final do mês. Finalmente após mais uma volta consigo estacionar. Todos já me conhecem. Falo um, depois outro e quando saio com os contratos e escrituras na mão, depois de ser obrigada a aguardar longos minutos, pois, tinha uma senhora, que todos os atendentes tiveram que explicar a ela, o que tinha de errado na escritura do terreno em que é proprietária e a mulher ainda saiu falando que eles não sabem que estão dizendo. Quase peguei a escritura da mão dela e rasguei, de tanta raiva que estava daquela senhora sem educação. Não sabe fazer as coisas e quer discutir com quem sabe! Respiro fundo e sigo para o meu carro, o amigo nem se aproxima, já me tem na mira e certeza, me vê como avarenta. Se ele soubesse como anda a situação de uma corretora de imóveis? Sem dúvida me ajudaria. Ligo o rádio no volume mais que alto e saio cantando Luan Santana, grito! Não?!Berro!Quem está do lado de fora fica com dó do Luan, que se dedica tanto em gravar uma música, para loucas como eu acabar com elas. Nem ligo o carro é meu e o Luan também, um dia ele vai me dar seu sobrenome. (Tudo o que você quiser-Luan Santana). Gosto de dirigir em rodovias faço esse caminho todos os dias, sei onde fica todos radares e as fissuras. Tem movimento esse horário de muitos caminhões, agora no pen drive-in toca (Eu esbarrei em seu olhar-Henrique e Juliano). Canto junto com o Henrique, eu tenho uma tara nesse cara, a voz dele me deixa louca e o seu jeito em se mover quando canta essa música na gravação do DVD, eu queria muito que fosse comigo que ele esbarrasse. Mas vamos que vamos... Passo pela portaria de condomínios e avisto que ao meu lado tem um Audi branco, modelo novo, desses tops de linha, o deixo ficar a minha frente, porque quero mudar de faixa. Tem um maluco vindo atrás de mim, se não sair ele vai passar por cima. Libero a faixa mesmo com raiva, detesto esses apressados. Agora estou atrás, vejo que a placa do Audi é de São Paulo, se ele consegue me ver pelo retrovisor, deve achar que deixaram escapar uma doida, que precisa de uma visita há um psiquiatra, pois, me empolgo cantando (Astral- Jorge e Mateus). Meu celular toca, ao pega-lo, antes de baixar os olhos eu vejo o Audi desviar para não atropelar um cachorrinho e bater com tudo no barranco de concreto. Eu dou a seta, parando mais a frente, corro para ver se está tudo bem. Outro carro para, eu grito. — Chama o resgate. — eles me atendem e sei que estão ligando. Corro e pego o cachorrinho em meus braços com cuidado e o coloco em um lugar seguro. Vou até o carro que ainda está ligado, abro a porta, o motorista está só e desacordado. Desligo o motor, vejo que o Air Bag foi acionado e feriu seu rosto, toco em seu queixo para ver se é profundo, mas não dá pra ter certeza, tem muito sangue. O motorista usa terno chumbo, uma gravata prata e camisa branca, eu não solto a mão do seu rosto ficando paralisada. Como este cara é gato! Nossa ao invés de ajuda-lo estou comendo o cara com os olhos. Pego uma caixinha de lenço no painel tirando vários e aperto no corte em seu rosto. O seu telefone toca, parada não sei se atendo. O perfume dele está me deixando doida, este homem é lindo e cheiroso. Fico imaginado como deve ser com olhos abertos, me beijando, usando essas mãos grandes em mim. Estou gostando muito do que vejo, mas o telefone volta a tocar. Eu não suporto telefone tocando, atendo. — Guilherme, bom dia! Só para confirmar sua reunião é ás 13h. — Uma mulher fala pela voz parece ser jovem. — Quem tá falando? — pergunto. — Este é o celular do Guilherme, não é?— a estranha pergunta de forma possessiva. — Então, não sei se esse cara que está a minha frente chama-se Guilherme, mas se for esse o seu nome, se encaixa perfeitamente nele. — Mas, por que você está falando do telefone dele? — me toma. — Como você chama? — Sou a Júlia, secretária dele e você quem é? — Júlia, presta atenção, seu chefe bateu com o carro. Como eu estava logo atrás parei para ver como ele está. O resgate já foi chamado, mas ele está desacordado. Não sei te dizer se tem algum ferimento grave, pois o único ferimento que vejo, por sinal, onde tenho uma das mãos é em seu supercílio, que está sangrando. Tudo indica que foi com o impacto do Air Bag. Agora acho que se você quiser avisar esposa. — Não têm! — responde sem receio. — Namorada? — Não também! — Júlia se apressa na resposta. — Amante? — Ai fica mais difícil saber qual? — ela fala e solta o ar. — Deixa pra lá a vida amorosa dele, família? — pergunto, mas confesso que estou curiosa. — O irmão está em Londres e a irmã em Paris com os pais. — Deixe quieto então. Vamos fazer o seguinte? Assim que o resgate chegar, eu verei para aonde vão leva-lo e falo para te avisar. Se ainda não tiver acordado me certifico e te aviso. Ah! Meu nome é Lia. —Vou esperar então, será que ele pode ter ferido a coluna? — Não sei, mas amiga que desperdiço um homem lindo desse sem namorada? Com certeza é do tipo que têm várias? — Ele é bem procurado. — ela fala, solto uma risada. — Até eu ficaria atrás, se fosse elas. — falo agora ela ri comigo. — Verdade você precisava vê-lo com roupa de academia. — minha mente é tão fértil que consigo visualizar a imagem. — Eu surtaria, é muita gostosura para um cara só. — que coisa senhor! — Ele entra nos lugares, as mulheres param para olhar. — Claro não são burras e nem cegas. — Eu me jogaria no chão para ele me levantar. Sabe aquelas cenas obvias de filme? Faria sem pudor. — brinco, mas a idéia, dessas mãos me segurando, até que não seria má idéia. Nesse instante tem dedos macios segurando os meus onde está sangrando, e me olha com curiosidade. Meu Deus, ele tem os olhos azuis, que lindo! — Júlia, eu já falo com você. — O que aconteceu? — ela pergunta preocupada. — Só um minuto. — respondo. — Oi! Tem mais algum lugar que está ferido? — Pergunto ao gato. Guilherme é seu nome. — Eu acho que só no rosto. — Posso tirar minha mão agora? — pergunto, pois ele continua segurando no ferimento. — Claro me desculpe, como você se chama? — pergunta. — Nossa que indelicadeza da minha parte. Eu sou a Lia, já sei que você é o Guilherme, sua secretária... — nesse momento me lembro de ter deixado a Júlia, na linha. — Ela está na linha. — digo mostrando o celular. Ele me pede o celular o entrego me sorri em agradecimento. Nossa o sorriso dele é demais, de que planeta ele veio? Guilherme fala com sua secretária, pede que ela faça uma ligação. Em poucos minutos o seu telefone toca novamente. O gato atende e começa a falar em um inglês fluente, muito sexy, me olha enquanto fala, entendo tudo porque sei falar o idioma. Percebo que fala sobre perder uma oportunidade de uma aquisição não finalizada, que com isso pessoas estão sendo prejudicadas, que não vai tolerar atrasos. Pergunta do irmão e se despede, digita e volta a falar com a Júlia, diz para ligar a seguradora, acho que ela pede a placa, o gato não consegue se mover para pegar o documento do carro. — Posso fazer isso para você? Acena com a cabeça concordando, eu abro um compartimento e entrego o documento, seus dedos tocam os meus sinto um choque, creio que também deve ter sentido. Passa mais algumas informações e desliga. — Lia, era você no carro preto atrás de mim? — Certeza que me viu cantando. — Sim. —respondo um pouco sem jeito. — Você parecia bem animada. — Que coisa né? Gosto de música. — falo, ele sorri. — O resgate já está chegando. — Obrigado, mas eu devo estar te atrasando, não quero te atrapalhar! — faço um gesto com a mão de deixa pra lá. — Não tem problema, quem tem horário aqui é você, reunião às 13h. — ele dá uma risada. — Sim, mas tive que cancelar, duvido que eu chegue no horário. — Olha se tiver algum problema. Eles te liberando eu posso te dar uma carona. Seu chefe pode ficar bravo por cancelar a reunião. — desato em falar. — Ele vai entender. Quanto a sua carona você é muito gentil, obrigado, mas não se preocupe. Embora a sua companhia fosse bem mais agradável, eu peço para alguém me buscar. — Danado aquele cachorrinho né? — falo, ele solta uma risada. — Sim e muito fujão, espero que tenha sobrevivido? — Eu o coloquei em um lugar seguro. — respondo. Nesse instante vemos que tem fumaça saindo do capô todo amassado? A sorte que o carro acabou se afastando do concreto com o impacto e tem como abrir o capô, eu olho para ele. — Acho que é fogo. — Será? Isso pode ser problema? — Onde fica o extintor? — pergunto. Ele me olha confuso e mostra que está sob o assento que estou. Coloco a mão e alcanço a embalagem protegida com a capa e puxo pelo soltando do velcro. — Como abre o capô? — seuolhar é curioso. — Você vai fazer isso? — Se for fogo? Temos que apagar. Não posso deixar você se mover, pode ter uma lesão grave, pessoas ficam com sérios problemas por se moverem nessas horas. — Explico ele concorda e me mostra no painel. Aciono o botão de ejetar já que o braço dele não alcança, o cinto o prende ao banco. Sei que não posso abrir o capô de vez, o ar de fora pode dar combustão fazendo com que o fogo cresça. Com o pouco que o capô se abriu é preciso refrigerar primeiro. — É fogo! Eu vou apagar só um minuto. — falo. Ele me observa tirar o lacre do extintor e acionar a válvula. Aperto e a fumaça branca saí, vindo toda no meu rosto e no cabelo, mas com isso sei que o fogo interno se apaga. Volto para o banco de passageiro pego um lenço de papel, o vejo me olhando com um sorriso no canto dos lábios, nossa como é sexy. — Como sabia usar? — Pergunta. — Fiz um treinamento de bombeiros no prédio onde trabalho... Devo ter aprendido mais ou menos, porque metade da fumaça veio pra cima de mim. — ele dá uma risada. — Você é corajosa. — gosto da admiração que vejo em seus olhos. Até parece que ia deixar esse gato em perigo, nem se eu tivesse que parar os carros para me ajudarem, as sirenes do resgate se fazem ouvidas. — Chegou seu socorro. — Parece que sim. — Deixo o carro, estava confortavelmente sentada no banco de passageiro, admirando essa síntese de homem perfeito. Os socorristas o atende com cuidado para não correr risco de lesão. Quando está dentro do resgate, vou indo para meu carro. Um dos socorristas me chama. Volto para ver o que quer, o gato lindo me chama. — Lia, por favor. — nossa pedindo assim eu me apaixono! — Eles vão me levar para o hospital mais próximo, tem um funcionário vindo para tratar da remoção do carro. Eu quero que você me passe seu telefone, tudo bem? — Eu passo com muita pressa por sinal, ele me liga para ter certeza se é o número. — Este é o meu, salva. Eu vou te ligar. Muito obrigado. — Faz um aceno para eu chegar mais perto, sinto o cheiro do perfume delicioso. — Você não precisa se jogar no chão, eu notaria a sua presença onde estivesse. — fala e sorri. Eu fico com a boca aberta, meu cérebro virou a massa da panqueca que a Márcia faz que é r**m pra caramba. Ela fala que é diet, a bicha come uma pizza sozinha no final de semana... Na segunda precisa de tudo diet, quem aguenta isso? Eu volto para terra e olho para olhos azuis maravilhosos. — Foi só um comentário para descontrair... A Júlia estava nervosa. — Entendi pelo menos o cara gato continua? — pergunta me encarando. — Isso sim, porque ai já é um fato, contra fatos não há argumentos. — Sim, como também não á chance de você me escapar. Logo nos veremos, Lia. O modo como afirma me deixa sem palavras. A Márcia vai morrer quando eu contar, que não soube dar uma resposta para este cara gato. Fico com um sorriso bobo no rosto. O moço do resgate avisa que eles precisam ir. Eu como uma i****a faço um tchauzinho de pamonha e saio.

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