Capítulo 28 Quando o ciúmes vira medo… e o medo vira desejo. HELENA… Quando vi o Arthur surgindo no bar, com aquele olhar… meu corpo gelou por um segundo. Ele estava com os ombros tensos, o maxilar travado… os olhos em chamas. P0rra. Nem quando me pegou na cama ele tinha olhado assim. O pior? Ele não olhou pra mim. Olhou direto pro homem sentado à minha frente. E eu… só entendi que a situação ia desandar de verdade quando ele parou do meu lado e disse, baixo, rasgando o ar: — Levanta. Agora. Eu franzi o cenho. — Arthur… o que é isso? — Levanta, Helena. O jeito que ele falou… o tom… a respiração descompassada… tudo nele era descontrole. — Eu tô numa reunião de trabalho! — rebati, meio perplexa. — Não com ele. Não mais. Eu fiquei de pé, sem acreditar. — Você tá maluco? Qu

