CAPÍTULO 25 Entre o carinho e a confissão, um quase amor tomando forma — Ok. Vou procurar um hotel próximo. — E, Roberto… — Fala. — Você trabalha pra mim. Eu que vou te pagar. Um silêncio do outro lado. — Posso saber o porquê? — Porque eu tô com ela. De verdade. — Parabéns, cara. Tranquilo. Eu marco a reunião e te mando o endereço. — Combinado. — Boa sorte aí com esse pepino. Desliguei e soltei o ar. Fui até a recepção e pedi que preparassem um jantar especial na suíte. Depois, saí andando pelas redondezas. Encontrei ela numa sorveteria, sentada sozinha, tomando um sorvete de casquinha. Me aproximei sorrindo e, sem cerimônia, passei a língua no sorvete dela. — Ei! É meu! — É nosso — ri, provocando. — Não é, não. — Se reclamar, passo de novo. — Passa… deixa eu ver como

