Quando mandei a sobremesa para a mesa em que Letícia estava com seu chefe nada aconteceu como pensei que aconteceria. O tal Eduardo reagiu de modo ciumento, mas nada exagerado a ponto de vir tirar satisfação comigo e a aparição surpresa de outra mulher no almoço deles não sei por que, mas me deixou feliz.
Quando vi Letícia abraçando a visitante inesperada deduzi que a mulher era alguém importante pra ela. As duas ficaram felizes em se ver e trocaram um abraço. Já o tal Eduardo parecia odiar a visitante tanto que os dois ficaram se encarando e trocando ofensas.
Eu sou um completo maluco, só vi a garota uma vez e me apaixonei pelo cheiro dela, na segunda vez vi seu rosto, mas não tinha certeza se ela era a mesma garota que vi da primeira vez. Letícia não conseguiu ler meu recado pra ela enquanto estava no restaurante e senti um pouco de decepção, pois queria ver seu rosto adotar um vermelho morango quando descobrisse o quanto sou depravado.
Depois que ela foi embora decidi que se ela não me ligasse eu daria um jeito de saber onde ela mora, ter dinheiro também tem seus benefícios e se preciso fosse eu usaria ao meu favor.
Estou saindo do restaurante para ir buscar Aiden no aeroporto. Quando recebi sua mensagem lembrei que no sábado teríamos que ir pra Filadélfia visitar nossos pais e eu tenho pouco tempo para conhecer Letícia e a convencer a passar o fim de semana comigo.
A mulher me intriga e mexe com um sentimento que não quero desenterrar, talvez quando eu estiver todo dentro dela fazendo-a gozar e gritar meu nome eu satisfaça minha curiosidade e interesse nela, mas algo me diz que nada será tão fácil como penso.
Paro o carro e saio do mesmo olhando ao redor vendo se encontro Aiden me esperando quando vejo o maluco caminhando na minha direção.
— Peraí você é meu irmão mesmo? Que diabos aconteceu com você? — Pergunto sorrindo enquanto nos abraçamos.
Aiden está muito diferente de quando o vi a última vez. Ele adotou um visual estilo CEO hipster tatuado, a minha única conclusão é que as pacientes dele ou se assustam ou se atiram nele.
— Mudança irmão, conheça o novo Ainden.
— Torça pra dona Antonella não te matar. — Digo sorrindo e nos abraçamos mais uma vez antes de irmos embora.
Passamos no petshop e pegamos a Lucy antes de ir pra casa, e quando chegamos deixo Aiden se acomodar e vou para o meu quarto, preciso de um bom banho e me arrumar.
Sei que pode ser maluquice o que vou fazer, mas tenho pouco tempo antes de viajar e quero Letícia comigo até lá.
Ela e o tal Eduardo foram ao The Modern em horário de almoço, saíram do trabalho para almoçar então devem trabalhar juntos. Eduardo é um advogado muito conhecido e será fácil descobrir no meu notebook onde o bastardo trabalha.
Assim que saio do banho visto uma box, uma calça jeans e uma camisa preta de botões. Me visto e pego o notebook e começo a procurar a sede da empresa em que Eduardo trabalha, quando acho anoto o endereço e coloco no bolso. Passo um perfume, pego meu celular as chaves do carro e saio do quarto.
Encontro Aiden sentado no sofá da sala com Lucy enquanto bebe uma cerveja.
— Vou dar uma saída, se quiser comer tem comida na geladeira pra esquentar, ah e cara, não vai querer bancar o chef e tacar fogo no meu apartamento.
— Eu não acredito que você ainda não superou isso, eu já entendi OK? Sou um médico então nada de cozinha pra mim.
— OK e não se masturbe no meu sofá seu puto. — Digo brincando enquanto deixo o apartamento.
Não tenho certeza se Letícia trabalha para Eduardo então eu posso estar sendo um i****a de primeira e perder algumas horas da minha vida esperando na porta de uma empresa por uma mulher que pode nem estar lá.
Quando paro o carro em frente à empresa fico dentro do mesmo alguns minutos até começar a ficar entediado, então decido entrar e perguntar logo de uma vez pra recepcionista se Letícia trabalha ou não para o Eduardo.
Caminho até a mulher na recepção da empresa e penso em como fazer minha pergunta quando vejo Letícia deixar o elevador.
— Em que posso ajudá-lo senhor? — Pergunta a recepcionista, mas não consigo responder, meus olhos estão perdidos nas curvas deliciosas de uma certa mulher.
— Deixa pra lá encontrei quem eu queria. — Falo por fim vendo Letícia deixar a empresa e corro atrás dela.
Quando passo pelas porta giratória da empresa e paro na calçada a vejo tentando pegar um táxi e caminho até ela.
— Oi? — É a única palavra que consigo pronunciar, no momento que ela olha pra mim e cora surpresa.
— Ah, oi.
— Não conseguimos nos falar direito lá no restaurante, eu me chamo Hunter, Hunter Williams.
— É um prazer conhecê-lo senhor Williams.
— Só Hunter, por favor.
— Claro, sou Letícia Perez.
— Um belo nome.
— Obrigada. — Ficamos em um silêncio constrangedor por alguns minutos e me sinto um i****a tímido perto dela.
— Imagino que deve estar se perguntando se vim aqui só para me apresentar. — Falo sem jeito sorrindo e ela devolve o sorriso.
— Sim, eu estava. — brinca.
— Na verdade quero convidá-la pra jantar comigo.
— Não sei se é uma boa ideia. — Responde ela hesitante e eu me amaldiçoo me perguntando que bosta de comportamento é esse que estou tendo perto dela.
— Você não leu meu bilhete não é?
— Não. Não tive tempo, desculpa.
— Então eu adoraria lhe contar pessoalmente o que escrevi nele hoje se aceitar jantar comigo.
Ela está me olhando nos olhos e isso me deixa louco, quero ficar mais perto dela, sentir seu cheiro e tomar seus lábios nos meus. Esse sentimento dentro de mim me assusta e só houve uma pessoa capaz de me deixar assim e hoje eu a repudio com todas as forças que tenho.
Eu grito pra mim mesmo como o cafajeste que sou que entre eu e Letícia só será uma semana de prazer. Se eu conseguir convencê-la ir comigo pra Filadélfia, o que parece impossível dado o pouco que nos conhecemos.
— Eu estava indo pra casa, mas tudo bem eu aceito seu convite. — Comemoro internamente e a levo até meu carro.
Enquanto dirijo ligo o som do carro e a voz do cantor brasileiro Luan Santana enche o silêncio entre mim e Letícia.
— Dia, Lugar e Hora é o nome da música, você gosta de música brasileira? — Ela pergunta me olhando.
— Gosto, mas confesso que não foi eu quem coloquei esta, foi meu irmão.
Ela sorri e ficamos em silêncio ouvindo a letra da música. Enquanto o cantor canta sinto que a música tem tudo a ver comigo, Letícia e o nosso primeiro encontro naquela noite.
Quero mudar a música, mas não quero ser m*l educado então a ouvimos até chegarmos a um restaurante que escolhi na região de Upper East Side.
Entramos no restaurante e somos presenteados com um ambiente simples e sofisticado na mesma medida, sem exagero. Escolhemos uma mesa e nos sentamos.
— Fiz uma ótima escolha?
— Ah sim o lugar é lindo.
— Que bom, você lembra-se da primeira vez que nos vimos?
— Acho que sim.
— Quero me desculpar por quase atropelá-la. — Pego a mão dela e a beijo me deliciando com o contato da minha boca na pele dela e instintivamente sinto meu p*u pulsar duro, já imaginando o que minha boca faria se pudesse beijar, chupar e lamber outros lugares do corpo dela.
— Tudo bem, não me machuquei.
Ainda não soltei sua mão e percebo o quanto ela está respirando rápido enquanto cora e tentar se manter indiferente ao meu toque.
— Mesmo assim me sinto um i****a por quase a ter machucado, você quer saber o que escrevi no bilhete pra você? — Pergunto querendo mudar de um assunto que me incomoda para um mais intenso.
— Sim.
— Coloquei meu número e escrevi o quanto seu cheiro de chocolate é delicioso e me inspirou a fazer aquela sobremesa especial pra você.
— Obrigado pela sobremesa, mas nem cheguei a prová-la.
— Eu vi e sinto muito por isso gostaria que você tivesse provado algo feito por mim.
— Claro. — Solto a mão dela quando o garçom aparece e fazemos nossos pedidos. Minutos depois somos servidos e enquanto comemos não deixo de pensar em como farei minha proposta absurda para ela.
Comemos e conversamos sobre tudo até de irmos embora. Do lado de fora do restaurante não consigo me conter e acabo beijando-a de surpresa, tomando sua boca na minha.
Nossas línguas duelam uma com a outra e sinto que vou explodir de tão e******o que estou. Ela está sem fôlego e eu dou uma pausa dando pequenos beijos em seu rosto e pescoço.
— Eu não posso mais mentir, quero e desejo você de todas as formas. — Digo encostando meus lábios nos dela e apertando sua cintura para mais perto do meu corpo.
— Também quero você.
— Passe a noite comigo, eu quero você. — Falo provocando-a com beijos no pescoço
— Eu não sei se… — não quero que ela me responda com um não então a beijo intensamente.
— Por favor, preciso de você. — digo mordendo o lóbulo da sua orelha.
Ela geme e sinto que vou gozar a qualquer momento se eu tiver que beijá-la mais algumas vezes.
— OK. — com sua resposta sorriu feito criança depois de ganhar um presente.
Entramos no carro e eu dirijo rumo ao meu apartamento rezando para que Aiden não esteja quase nu na minha sala vendo TV.
Quando chegamos em minha casa não aguento esperar mais, já vou a empurrando contra a porta do meu apartamento e beijando-a sem parar, explorando seu corpo como um desesperado por água.
O apartamento está escuro, mas consigo levar Letícia no colo até meu quarto. Ligo a luz e a coloco na cama ajudando-a a tirar a roupa.
Tiro cada peça de roupa dela com adoração e um desejo ardente. Quando por fim a tenho nua, tiro minha camisa e minha calça e fico apenas de cueca box.
Beijo os lábios dela e seguro um seio com uma mão arrancando dela um gemido. Minha outra mão esfrega de leve seu c******s brincando com a umidade agrupada entre suas pernas.
Separo nossos lábios e a olhando nos olhos abocanho um dos m*****s rosados chupando, lambendo e arrastando minha língua lentamente em seu seio.
Depois de me saborear com cada mamilo e******o começo “meu trabalho” com a boca nos p****s dela. Os b***s dos s***s estão inchados e durinhos pra mim.
Ela toma rápidas respirações quando me coloco entre suas pernas e a abro completamente, dando uma longa e lenta lambida em sua b****a. Minha boca envolve seu c******s lambendo e sugando sem pudor nem vergonha.
— Deliciosa! — Digo numa lambida atrás da outra.
Letícia geme puxando meus cabelos convulsionando de prazer enquanto me perco no meu próprio desejo que é lamber e sugar todo o seu mel. Ela goza na minha boca com um orgasmo furioso, me segurando com a boca na sua b****a molhada.
Tiro minha cueca e pego uma camisinha ao lado da cama, preciso fodê-la agora mesmo ou então estarei gozando só de olhá-la.
Faço uma lenta fricção com meu p*u nas dobras da b****a molhada dela e com a respiração acelerada entro nela aos poucos e p***a, ela é tão apertada que me deixa louco e mexe com meu autocontrole.
— Está tudo bem? — Pergunto querendo sua permissão para prosseguir e ela geme me beijando.
— Sim não pare. — Meu p*u lateja de desejo e começo a me mover suavemente ouvindo os gemidos suaves dela.
Quando acho que vou perder meu controle Letícia tira minha habilidade de pensar com um arquejar de prazer e arrepios me sobem sobre a pele.
Rosno em seu ouvido desnorteado de desejo e mudo nossa posição colocando-a de lado, eu quero e preciso sentir cada vez que meu p*u entrar nela até as bolas.
A cada estocada que dou na sua b****a inchada, sinto que vou morrer de prazer e explodir em êxtase. Tento segurar meu desejo querendo que ela goze mais uma vez intensamente antes que finalmente possa me render ao abismo do orgasmo.
Eu coloco-a para me cavalgar e nossa, seus belos s***s balançando na minha cara me alucinam e me deixam extremamente e******o.
Ela chega ao clímax com uma intensidade que me faz explodir também de prazer gemendo e chamando seu nome.
— Tão boa, tão malditamente boa... — Digo devorando os lábios dela enquanto me perco no nosso momento.
Ela está deitada sobre meu peito com a respiração acelerada, beijo seu cabelo e ficamos um pouco assim até eu sair da cama e a convidar para dividirmos o banho.
Não preciso nem dizer que m*l nos banhamos e já estou a pegando contra a parede do banheiro por trás. Letícia é tão malditamente gostosa que não me sinto saciado com ela e toda vez que acho que já estou satisfeito quero mais e mais.
Quando voltamos para o quarto e ficamos deitados abraçados um ao outro ela rapidamente dorme devido ao seu dia cansativo e eu fico acordado olhando para o teto tentando entender este sentimento estranho que sinto por ela.
Eu não sou esse tipo de cara que estou sendo agora, eu já fui uma vez e nada de bom veio de recompensa pra mim. Eu não divido uma cama com uma mulher se não estivermos transando e é por isso que sinto esta confusão de sentimentos em mim em relação à Letícia.
Quando finalmente consigo dormir estou com o rosto enterrado nos cabelos dela.
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