Capítulo 2

1387 Words
Davi narrando Sabe quando você percebeu a merda que tu fez. p***a tava tudo bem com a minha Rapunzel, já tava até tomando coragem pra enfrentar o sogrão. Mas aí o d***o sempre vem atentar. Eu estava na minha, esperando a Isa chegar, é difícil pra c*****o controlar o p*u, mas vou te falar, é um sacrifício que eu faço com gosto. Porra to a um ano só na punheta, nunca forcei a barra com a Isa não, cada pessoa tem seu tempo, as amigas dela tudo já perderam o cabaço. Mas ela ainda não se sente preparada, então eu respeito o tempo dela. Mas hoje, c*****o foi uma coisa que aconteceu, essa p*****a da Letícia foi minha mulher, quando eu me apaixonei pela Isa, eu tinha acabado de me separar. Foi aí que eu me aproximei da minha Rapunzel, mas eu e ela somos coisa do destino mesmo, coisa de alma gêmea. Começamos a namorar escondido, depois de um tempo ela contou pra mãe que nos deu apoio. Mas é f**a que isso de ficar escondido, as minas daqui tudo jogando na cara. Mas eu sempre fui fiel. Quando a Letícia falou que tava grávida, p***a eu achei que a Isa não ia segurar o tranco, mas não minha princesa me surpreendeu. Depois quando a Letícia ficou doidona de cocaína e outras coisas e matou meu moleque. Eu fiquei sem chão e quem tava lá comigo. MINHA RAPUNZEL. Por isso que eu tô m*l pra c*****o pelo que eu fiz, ela não merecia isso. A Letícia veio pra cima de mim, mas eu tenho minha parcela de culpa também. Eu estava tranquilo aqui em casa, e a Letícia chegou pedindo uma ajuda no trabalho do curso. Estava ajudando ela de boa, sem nenhuma maldade, mas Mulher é cria do d***o mesmo. Porra quando falei pra que tava na hora dela ir embora porque a Isa já tava pra chegar. Mano a mina endoidou. — c*****o não acredito que tu ainda com essa pirralha.- ela falou negando com a cabeça. — Olha como fala da minha namorada.- falei sério. — Namorada, sei!- ela riu pelo nariz.— O pai dele já sabe?- ela perguntou com deboche. — Isso não é da sua conta.- falei serinho, não tava afim de falar sobre isso com ela. — Realmente não é da minha conta, mas sabe o que é da minha conta.- nem tive tempo de pensar, ela veio pra cima de mim com tudo. Sentou no meu colo rebolando pra c*****o. Mano, ali tive a certeza de que não ia me controlar não. Mas questão de segundos meu t***o acabou, quando vi minha Rapunzel ali parada. Tive a certeza de que eu estava fudido, nem preciso contar o resto que vocês já sabem. Depois da discussão com Isa, coloquei a Letícia pra fora. Fui tentar me retratar com a Isa. Mas o f**a que eu sei que vai ser difícil pra c*****o eu conseguir o perdão dela, mas eu não vou abrir dela não. Depois de encher o celular dela de mensagens. Deitei e dormi, pelo menos eu tentei dormir. Quando estava quase pegando no sono meu celular tocou, atendi sem olhar no visor. — Amooor me ajuda por favor.– a voz estridente da Letícia soou do outro lado da linha. — p***a Letícia uma hora dessas e tu nessas putarias, o que tá acontecendo caralho.– falei puto. — Davi, o Marcão vai me matar, por favor me ajuda.- passei a mão no rosto. — Passa o telefone pra ele.– falei sem paciência. — Fala Davi; — Pô Marcão, libera ela aí, amanhã de manhã tu passa lá na central e pega o dinheiro comigo.– ele bufou. — Davi essa é última vez tô liberando ela; — Valeu Marcão, passa pra essa p*****a aí.– meu sono já tinha ido pra p**a que pariu. — Amor obrigada, eu já tô indo pra casa.– só podia ser piada mesmo — Tu vai pra p**a que pariu Letícia, pra casa do c*****o, eu só vou te falar uma coisa, essa foi a última vez que eu tô pagando suas dívidas de drogas, na próxima eu deixo ele te passar.– desliguei o telefone na cara dela, p***a é sempre assim. Tomar no cu, p***a ela enche o ** de drogas e eu acabo pagando por causa da mãe dela, só essa vai ser a última vez. Na próxima vou deixar ela se fuder. Letícia era uma mina maneira, mas quando ela começou a cheirar, só foi se afundando cada vez mais. Ela faz essa merda porque sabe que eu vou pagar, mas como eu disse, essa foi a última vez. Eu não uso essas porras, e não vou ficar pagando dívida de ninguém não. ***** A vida é uma caixinha surpresa mesmo, nunca iria imaginar que hoje eu seria um dos homens de confiança do Samurai. Isso tudo por causa da minha inteligência, lembro quando eu tinha uns 12/13 anos, eu hackei o sistema da boca, maluco é muito dinheiro que entra nessa. Não fiz nada não, só entrei mesmo de curiosidade, mas isso nem foi difícil. Graças a isso, depois de uns anos o Samurai me procurou, foi aí que eu comecei a trabalhar para ele. Ele pagou todos os meus estudos e ainda me dava um salário. Com o tempo eu fui crescendo, montei uma central de informática aqui no morro pra ter o controle de tudo. O Samurai forneceu cursos pros moleques na ONG. Como eu fui crescendo o dinheiro foi aumentando, e com isso as interesseiras foram aparecendo. Aproveitei bastante esse momento, comia mesmo um monte p**a desse morro. Até que eu conheci a Letícia Emily ( é um nomezinho estranho, eu sei.). Morei com essa mina durante uns 3 anos, até ela começar a se drogar. Com isso eu acabei largando ela. Passando mais ou menos uns três meses, eu me apaixonei por outra pessoa. Mas aí já um lance muito complicado. Eu me apaixonei pela filha do patrão, vocês tem noção disso. Na época ela tinha uns 14 anos e quando ela fez 15 anos eu me declarei pra ela. Que para minha surpresa ela sentia o mesmo que eu, começamos a namorar escondido do Samurai, só quem sabe é a mãe dela. Mas p***a é complicado pra c*****o isso, a Isa é virgem. Então já viu né?! Vale muito a pena esse sacrifício, vou esperar o tempo que for. Não tenho pressa nenhuma disso. Hoje é aniversário dela, minha Rapunzel tá fazendo 17 anos. Caralho vai ter festa aqui no morro com direito a Show do Filipe Ret, Dilsinho e Ferrugem. Hoje eu vou falar com o patrão, vou abrir o jogo e falar tudo. Se eu for morto pelo menos vou morrer feliz. Cheguei na boca, fiz um toque com caras. Respirei fundo e tomei coragem. É agora ou nunca. Bati na porta, e logo ele pediu pra entrar. — Fala aí Davi, tá querendo falar comigo?- assenti com a cabeça.—Senta aí e solta a voz.- me sentei de frente pra ele, eu juro que tava tremendo mais do vara verde. — Então patrão tenho um negócio pra contar pro senhor.- cocei a cabeça, eu estava nervoso pra caralho.— Eu sei que tu vai querer me matar,mas eu tenho te falar isso.- ele mudou a feição dele.— Tô apaixonado pela sua filha, e estamos namorando já tem uns anos já, mas eu gostaria de saber se senhor me permite namorar com ela em casa.- falei e ele ficou me analisando e logo depois começou a rir. Confesso que isso me deu medo. — Sabe que eu deveria te matar por tá com a minha filha né.- assenti com a cabeça.— Mas eu já sabia disso.- eu olhei pra ele surpreso.— Eu posso até permitir esse relacionamento, mas eu acho que seu maior problema agora é conseguir o perdão dela.- ele estava certo, tava isso seria difícil. — É eu sei, mas eu já tenho um plano, se senhor puder me ajudar, patrão eu te agradeço.- ele concordou em me ajudar, contei o que eu tinha em mente pra ele. Fiquei aliviado por não ter morrido, pelo visto a Patroa domou mesmo a fera. Agora era só eu conseguir minha Rapunzel me perdoar...
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