— Diga-nos, por favor, podemos fazer algo a respeito desse canalha? Isto não pode ser permitido... O que diz a lei? — Nada. A resposta curta do homem é seguida por uma nova porção de suspiros femininos desapontados. Parece-me que até eu estou cansada deles. Ângelo também faz uma careta. — Não há invasão aqui. O estabelecimento é público. Houve espancamentos... Ângelo faz uma pausa e olha para Bekir. — Você pode prestar uma queixa. Mas qual é o objetivo? Foi uma luta. Nada de sério resultará disso. Os policiais já têm algo para fazer, acredite... Sinto que a resposta dele é mais irritante do que tranquilizadora. Não é assim que tendemos a falar uns com os outros. Mas isso lhe está perdoado. Ele é uma pessoa muito importante. — E o fato de ele ter más intenções com a garota? A pergunta

