Leila, a única pessoa que sou grata por ter por perto, ela me abraça e sussurra muitas, muitas palavras de incentivo em meu ouvido. Gostaria de lembrar de todos elas e repeti-las para mim mesmo. Quando? Por exemplo, está noite... Penso nela e tremo violentamente. Leila se afasta, olha nos meus olhos, sussurra: – Eu te amo muito, amiga. Você sempre pode vir até mim, ok? Eu aceno e olho para baixo. Mamãe me dá um buquê de copos-de-leite elegantes. Papai bate na porta do quarto. Arrepios percorrem a minha pele branca e acetinada das minhãs mãos. Ele entra com passos pesados, seguido por Bekir. Eu não olho para ambos. Fico com a cabeça abaixada. Assim como papai sempre quis. Quieta. Seja humilde. Mais decente. Ele fala palavras corretas formais, agora aparentemente sem sentido. Lev

