Olho para Ângelo, que sorriu brevemente, eu queimo de vergonha. Por que “isso”, Aika? Para jantar com um homem, depois dele de passar a noite com outra pessoa? R-r-r-r... Estou com raiva de mim mesmo. E dele também. Mas não posso dizer isso a ele. O meu marido se recompõe e acena com a cabeça. — Certamente. Vou esperar… — Rehmet... Agradeço por algum motivo desconhecido e me dobro ao meio, tirando rapidamente a caixa da sacola. Eu luto com o constrangimento esmagador. Aika, o que você está fazendo... Por quê? Mas parece tarde demais para recuar. Então tiro as sapatilhas do pé e coloco o calcanhar no assento. A bainha do vestido desliza imediatamente pela coxa. Quase sai vapor dos meus ouvidos de indignação. As verdades que estão no subcórtex emergem das profundezas da consciênc

