E o interlocutor geralmente ri. Ele xinga, mas está claro que é uma piada. E até os meus ouvidos estão queimando. Talvez eu devesse descer e esperar que Ângelo terminasse? Eu penso sobre isso e não faço nada. — Eu odeio jovens. Você se lembra como sou um desastre... Eu também, você sabe, eu até tomaria uma jovem esposa... — Receio que Emma Valentinovna não fique muito feliz... — E direi que sou muçulmano. Você pode... Agora Salmanov está rindo. Sua risada rola pela minha pele. — Se sua esposa é contra, você não pode, Viktor Semenych... — Droga... Mas tenha pena da sua, não venha no primeiro mês... — Vou tentar. A vergonha queima tanto que não há forças, mas a curiosidade vence. O chá vai esfriar. Não terá mais um gosto bom. Bato várias vezes na porta, abro um pouco, recuo para peg

