Ela tentou levantar, tentou escorregar pela parede pra correr na direção do banheiro, mas eu fui mais rápido. Num bote brutal, avancei e agarrei o cabelo dela com a mão direita. Não teve carinho, não teve aviso. O puxão foi violento, arrancando um grito esganiçado da garganta dela. Eu puxei o corpo pequeno e frágil dela pra cima, tirando ela do chão e jogando com força descomunal em cima da cama king size. O corpo dela quicou no colchão macio. Ela tentou engatinhar de costas, arranhando o lençol de seda branca, o desespero cegando a visão da mina. — NÃO! ME SOLTA! SOCORRO! — ela berrou, chutando o ar, tentando me afastar de qualquer jeito. Eu não dei espaço. Pulei em cima da cama, montando por cima das pernas dela, prendendo o corpo da guria debaixo do meu peso. Ela se debateu igual uma

