Capítulo 7 - Dante Morelli

1716 Words
A garota inocente está roubando minha sanidade. Sou um homem experiente e já dormi com mais mulheres do que posso me lembrar, mas o corpo perfeito de Cecília, coberto apenas por uma calcinha de renda minúscula, está me deixando completamente louco. — Está pronta para mim? — Pergunto e ela concorda com a cabeça, ansiosa. Tiro minha cueca, sem deixar de observa-la. Meu p*u salta duro e estou com tanto t***o que uma gota de pré-g**o lubrifica a glande inchada. Cecília encara o m****o grosso e cheio de veias e lambe os lábios, e ver essa cena me deixa louco. A garota de olhos azul como oceano não disfarça o quanto me deseja também. — Abra as pernas para mim, amor. Vou te chupar primeiro. Subo na cama e agarro suas coxas, colocando uma de suas pernas em cima dos meus ombros. Empurro sua calcinha para o lado e vejo a bocetinha brilhando de tão melada. Expiro o ar quente em sua pele e a garota se arrepia. Deixo suas pernas bem abertas e Cecília fecha os olhos, tímida. — Olhe para mim — ordeno e ela me encara, toda vermelhinha. — Quero que me veja te chupar. Aproximo meu nariz de sua b****a e urro ao sentir seu cheiro de gostoso. Cecília geme só de me ver cheira-la, e sem aviso, endureço minha língua e a pressiono em seu c******s, rodando o montinho de nervos bem devagar. — Ahh… — choraminga. — Que bocetinha gostosa. Tão melada. Fecho os lábios ao redor do seu c******s e começo a mamar, puxando e puxando sem parar. Ela arfa e implora, mas tenho certeza que nem sabe o que está pedindo. — O que você̂ quer, Cecília? — Falo, lambendo a b****a de cima até embaixo. — Se você se comportar, vou te fazer gozar na minha língua. Volto a mamar o c******s carente e levo um dedo até suas dobras meladas. Enfio a ponta em seu buraquinho virgem e ouço a garota arfar. — Você quer isso, princesa? — Meto devagarinho, sem enfiar muito, apenas para que se acostume a ser penetrada. — Quer me ter na sua b****a? — S-sim, Dante… A garota rebola os quadris e eu a seguro firme, submetendo-a. Sua lubrificação escorre e o cheiro do seu t***o me enlouquece. Ela está molhada pra c*****o. Se ela não fosse virgem, eu a foderia duro agora. A vontade de me enterrar nela é quase insuportável. Cecília está sedenta e leva as mãos para meu cabelo, puxando-me para atingir seu próprio prazer. E alivio e seu corpo sabe do que necessita. — Não pare, por favor, não pare — implora e eu beijo sua boceta com a boca aberta, substituindo a ponta do meu dedo por minha língua, penetrando-a bem devagar. Ela geme e volto a mamar em seu c******s, puxando e puxando o montinho de nervos, endurecendo e roçando a língua, lambendo com força. Sugo mais forte e em poucos segundos Cecília goza na minha boca. Suas costas se arqueiam e uso uma das mãos para pressionar seu corpo contra a cama. Morto de fome, sugo tudo, lambendo seu sexo até que suspira, relaxada pelo orgasmo. — Acabamos de começar — aviso. Me ajoelho diante dela e a visão da novinha g****a é a p***a da cena mais excitante que já vi. Suas bochechas estão vermelhas e a b****a está inchadinha pelo orgasmo. Eu poderia fode-la agora mesmo. Entrar em Cecília e meter duro até deixa-la cheia com minha p***a. Mas serei paciente e cuidadoso. Não sou romântico ou esses caralhos, mas me importo com a satisfação de uma mulher na cama e Cecília merece mais por ser sua primeira vez. Me posiciono no meio das suas pernas, mas não a penetro. Deixo que meu p*u roce nela para que me sinta, e me inclino sobre seu corpo, tomando sua boca em um beijo lento e profundo. O beijo fica molhado e quente, e me apodero de sua boca em um convite explícito para o sexo. Fodo sua boquinha pequena com minha língua endurecida, deixando claro que é assim que vou comer sua b****a virgem. — Vou te fazer minha. Ela geme e enrosca as pernas em meu corpo, puxando-me mais para ela. Nossos sexos estão alinhados e por pouco meu p*u não a penetra. — Cecília … Estou tentando ser paciente, mas você precisa colaborar — aviso, segurando meu m****o grosso e esfregando a cabeça no seu c******s sensível. Ela choraminga como uma gata manhosa e se remexe, ansiosa por mais. Começo a beijar seu pescoço e passo minha língua pelo vale entre Raspo os dentes por sua pele e ela se arrepia, então abocanho um peitinho e começo a chupar. Ela geme assim que a tenho em minha boca, e mordisco o mamilo de leve antes de lambê̂-lo novamente. Os b***s rosados ficam durinhos de t***o e revezo minha língua entre os dois s***s carentes, chupando, lambendo e mamando. Raspo meus dentes de leve e deixo chupões em sua pele, subindo por seu pescoço, marcando-a como minha. Cecília me puxa pela nuca e quase me deito sobre seu corpo. Ela está sedenta e rebola os quadris contra mim, esfregando a b****a melada em meu p*u. — Por favor, Dante — implora. — O que você quer, Cecília? Me diga. — Por favor… — choraminga, se esfregando mais e mais. A cabeça do meu p*u está quase entrando no seu buraquinho pequeno. — Quer que eu te f**a, Cecília? A garota é virgem e estou tentando pegar leve com ela, mas Cecília é sedenta e exigente. — Sim, Dante. Sua entrega e submissão estão me fazendo perder o juízo. Fodo sua boca com minha língua e suas mãos delicadas seguram meu rosto. A novinha roça as unhas compridas em meu pescoço e isso me deixa louco. Estou prestes a perder o controle. — Não aguento mais essa p***a. Preciso f***r você. Posso, Cecília? Posso enfiar meu c****e na sua b****a apertada? — Sim, Dante. Meu p*u lateja. A garota inocente não vê a hora de ser fodida. — Cecília, se continuar me chamando assim, desse jeito manhoso eu não vou conseguir fazer lento. Vai ser f**a dura e suja. — Quero que me ensine tudo, Dante. Você é o único homem que já me tocou. Porra! — Então vai trepar comigo gostoso, princesa. Sua respiração está ofegante e separo mais suas pernas, me colocando de joelhos diante dela. Alinho a ponta do meu p*u em sua entrada e empurro bem devagarinho. Pele com pele. Um gemido escapa da minha garganta assim que começo a entrar. — Apertada pra c*****o. Nunca vi essa p***a. As paredes da sua b****a esmagam a cabeça do meu m****o duro, engolindo-me pouco a pouco. Quando meto mais, resmunga pelo meu tamanho. — Você vai se alargar. Eu prometo. — Estou com medo — sussurra. — Não vou te machucar além do necessário, Cecília . Mas você me quer. Sua b****a está pingando. — Dan.. Dante… — Choraminga enquanto eu a penetro um pouco mais. — Relaxa pra mim, princesa. Eu vou fazer muito gostoso. Levo um dedo até seu c******s e a toco, sentindo-a relaxar. Meto mais um pouco e ela choraminga, mas ergue os quadris. Seu movimento faz meu p*u entrar mais alguns centímetros e urro quando sinto suas paredes me esmagarem mais. — Tão receptiva e melada. Tentação do c*****o. Suas bochechas estão vermelhinhas por causa do testão e a medida que eu a toco, Cecília me puxa para dentro de si. — Toque essa bocetinha doce pra mim — ordeno, substituindo minha mão pela dela. — Gire dois dedos sobre seu c******s, esfregue-o gostoso enquanto eu te como. Ela me obedece e começa a tocar uma s******a gostosa, gemendo de prazer. Quase mando o bom senso pro c*****o quando vejo os dedos delicados dedilhando o c******s pequeno e inchado. Aproveito que está́ relaxada e entro nela até o talo, sentindo a barreira da sua virgindade se romper e escutando um protesto de dor. Paro de me movimentar e prendo a respiração, porque me custa o inferno não fode-la duro como preciso. — Posso continuar? — Falo, a voz entrecortada pelo t***o. — Está ardendo, Dante. O ele é grande e grosso. Caralho! Essa mulher vai me roubar a sanidade. — Continue se tocando, Cecília. Se toque mais duro — comando, colocando meus dedos junto com os dela para esfrega-la com mais pressão. — Relaxa essa b****a doce pra mim. Vou te f***r gostoso, princesa… Você vai gostar. Ela faz o que mando e logo seu chorinho de dor se transforma em gemidos de prazer. Passo muito tempo fodendo-a devagarinho, e só aumento a velocidade quando vejo que está relaxada, curtindo a transa. Então eu a como com força, martelando dentro dela e tomando-a como um macho faminto por sua fêmea. Inverto nossas posições e monto a novinha em meu colo, levando o dedo até seu cuzinho apertado e enfiando a ponta. — Dante — seus olhos se arregalam. — Rebole — ordeno e ela obedece. Cecília me monta como uma c****a no cio, se esfregando e quicando em meu p*u. Ela estáp aprendendo o que gosta e a deixo comandar um pouco, mas logo agarro seus quadris e a movo como necessito. Eu a esfrego contra minha pelve e ela revira os olhos, pois o movimento fricciona seu c******s carente. Enfio mais um pouco do meu dedo em seu r**o, e a novinha grita de prazer. Trepo sujo e duro, virando-a de costas e metendo na garota de quatro. Ela aprende rápido e estimula seu c******s enquanto a fodo por trás. Rebolo o p*u em sua b****a e ela grita meu nome, implorando por mais. — Dante, por favor… não pare — fala com dificuldade. — Nã̃o vou, pequena. Só vou parar quando você gozar no meu p*u. Nossos corpos estão suados, quentes; nossa pele está escorregando. O quarto cheira a sexo e t***o. b****a e p*u encaixados em um ritmo só nosso, macho fodendo sua fêmea, perdido em desejo. Puxo seu cabelo e me enfio mais fundo dentro dela. Ela choraminga e geme, implorando para que eu continue. Cecília quer aprender tudo e o e rebola os quadris, me recebendo e me deixando enfiar até o fundo nela.
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