A garota inocente está roubando minha sanidade.
Sou um homem experiente e já dormi com mais mulheres do que posso me lembrar, mas o corpo perfeito de Cecília, coberto apenas por uma calcinha de renda minúscula, está me deixando completamente louco.
— Está pronta para mim? — Pergunto e ela concorda com a cabeça, ansiosa.
Tiro minha cueca, sem deixar de observa-la. Meu p*u salta duro e estou com tanto t***o que uma gota de pré-g**o lubrifica a
glande inchada. Cecília encara o m****o grosso e cheio de veias e lambe
os lábios, e ver essa cena me deixa louco.
A garota de olhos azul como oceano não disfarça o quanto me deseja também.
— Abra as pernas para mim, amor. Vou te chupar primeiro.
Subo na cama e agarro suas coxas, colocando uma de suas pernas
em cima dos meus ombros. Empurro sua calcinha para o lado e vejo a bocetinha brilhando de tão melada.
Expiro o ar quente em sua pele e a garota se arrepia. Deixo suas pernas bem abertas e Cecília fecha os olhos, tímida.
— Olhe para mim — ordeno e ela me encara, toda vermelhinha.
— Quero que me veja te chupar.
Aproximo meu nariz de sua b****a e urro ao sentir seu cheiro de gostoso.
Cecília geme só de me ver cheira-la, e sem aviso, endureço minha língua e a pressiono em seu c******s, rodando o montinho de nervos bem devagar.
— Ahh… — choraminga.
— Que bocetinha gostosa. Tão melada.
Fecho os lábios ao redor do seu c******s e começo a mamar, puxando e puxando sem parar.
Ela arfa e implora, mas tenho certeza que nem sabe o que está pedindo.
— O que você̂ quer, Cecília? — Falo, lambendo a b****a de cima até embaixo. — Se você se comportar, vou te fazer gozar na minha língua.
Volto a mamar o c******s carente e levo um dedo até suas dobras
meladas. Enfio a ponta em seu buraquinho virgem e ouço a garota arfar.
— Você quer isso, princesa? — Meto devagarinho, sem enfiar muito, apenas para que se acostume a ser penetrada. — Quer me ter na sua b****a?
— S-sim, Dante…
A garota rebola os quadris e eu a seguro firme, submetendo-a.
Sua lubrificação escorre e o cheiro do seu t***o me enlouquece.
Ela está molhada pra c*****o.
Se ela não fosse virgem, eu a foderia duro agora. A vontade de me enterrar nela é quase insuportável.
Cecília está sedenta e leva as mãos para meu cabelo, puxando-me para atingir seu próprio prazer. E alivio e seu corpo sabe do que necessita.
— Não pare, por favor, não pare — implora e eu beijo sua boceta
com a boca aberta, substituindo a ponta do meu dedo por minha língua, penetrando-a bem devagar.
Ela geme e volto a mamar em seu c******s, puxando e puxando o
montinho de nervos, endurecendo e roçando a língua, lambendo com força.
Sugo mais forte e em poucos segundos Cecília goza na minha boca.
Suas costas se arqueiam e uso uma das mãos para pressionar seu corpo contra a cama. Morto de fome, sugo tudo, lambendo seu sexo até que suspira, relaxada pelo orgasmo.
— Acabamos de começar — aviso.
Me ajoelho diante dela e a visão da novinha g****a é a p***a da cena mais excitante que já vi. Suas bochechas estão vermelhas e a b****a está inchadinha pelo orgasmo.
Eu poderia fode-la agora mesmo. Entrar em Cecília e meter duro até deixa-la cheia com minha p***a.
Mas serei paciente e cuidadoso. Não sou romântico ou esses caralhos, mas me importo com a satisfação de uma mulher na cama e
Cecília merece mais por ser sua primeira vez.
Me posiciono no meio das suas pernas, mas não a penetro. Deixo que meu p*u roce nela para que me sinta, e me inclino sobre seu corpo,
tomando sua boca em um beijo lento e profundo.
O beijo fica molhado e quente, e me apodero de sua boca em um
convite explícito para o sexo. Fodo sua boquinha pequena com minha língua endurecida, deixando claro que é assim que vou comer sua b****a virgem.
— Vou te fazer minha.
Ela geme e enrosca as pernas em meu corpo, puxando-me mais para ela. Nossos sexos estão alinhados e por pouco meu p*u não a
penetra.
— Cecília … Estou tentando ser paciente, mas você precisa colaborar — aviso, segurando meu m****o grosso e esfregando a
cabeça no seu c******s sensível.
Ela choraminga como uma gata manhosa e se remexe, ansiosa por mais.
Começo a beijar seu pescoço e passo minha língua pelo vale entre Raspo os dentes por sua pele e ela se arrepia, então abocanho um
peitinho e começo a chupar. Ela geme assim que a tenho em minha boca,
e mordisco o mamilo de leve antes de lambê̂-lo novamente.
Os b***s rosados ficam durinhos de t***o e revezo minha língua entre os dois s***s carentes, chupando, lambendo e mamando.
Raspo meus dentes de leve e deixo chupões em sua pele, subindo por seu pescoço, marcando-a como minha.
Cecília me puxa pela nuca e quase me deito sobre seu corpo. Ela
está sedenta e rebola os quadris contra mim, esfregando a b****a melada em meu p*u.
— Por favor, Dante — implora.
— O que você quer, Cecília? Me diga.
— Por favor… — choraminga, se esfregando mais e mais. A cabeça do meu p*u está quase entrando no seu buraquinho pequeno.
— Quer que eu te f**a, Cecília?
A garota é virgem e estou tentando pegar leve com ela, mas Cecília é sedenta e exigente.
— Sim, Dante.
Sua entrega e submissão estão me fazendo perder o juízo.
Fodo sua boca com minha língua e suas mãos delicadas seguram
meu rosto. A novinha roça as unhas compridas em meu pescoço e isso me deixa louco. Estou prestes a perder o controle.
— Não aguento mais essa p***a. Preciso f***r você. Posso, Cecília? Posso enfiar meu c****e na sua b****a apertada?
— Sim, Dante.
Meu p*u lateja. A garota inocente não vê a hora de ser fodida.
— Cecília, se continuar me chamando assim, desse jeito manhoso eu não vou conseguir fazer lento. Vai ser f**a dura e suja.
— Quero que me ensine tudo, Dante. Você é o único homem que já me tocou.
Porra!
— Então vai trepar comigo gostoso, princesa.
Sua respiração está ofegante e separo mais suas pernas, me colocando de joelhos diante dela. Alinho a ponta do meu p*u em sua
entrada e empurro bem devagarinho.
Pele com pele.
Um gemido escapa da minha garganta assim que começo a entrar.
— Apertada pra c*****o. Nunca vi essa p***a.
As paredes da sua b****a esmagam a cabeça do meu m****o duro, engolindo-me pouco a pouco. Quando meto mais, resmunga pelo
meu tamanho.
— Você vai se alargar. Eu prometo.
— Estou com medo — sussurra.
— Não vou te machucar além do necessário, Cecília . Mas você me quer. Sua b****a está pingando.
— Dan.. Dante… — Choraminga enquanto eu a penetro um pouco mais.
— Relaxa pra mim, princesa. Eu vou fazer muito gostoso.
Levo um dedo até seu c******s e a toco, sentindo-a relaxar. Meto mais um pouco e ela choraminga, mas ergue os quadris. Seu movimento faz meu p*u entrar mais alguns centímetros e urro quando sinto suas
paredes me esmagarem mais.
— Tão receptiva e melada. Tentação do c*****o.
Suas bochechas estão vermelhinhas por causa do testão e a medida que eu a toco, Cecília me puxa para dentro de si.
— Toque essa bocetinha doce pra mim — ordeno, substituindo minha mão pela dela. — Gire dois dedos sobre seu c******s, esfregue-o
gostoso enquanto eu te como.
Ela me obedece e começa a tocar uma s******a gostosa, gemendo de prazer. Quase mando o bom senso pro c*****o quando vejo os dedos
delicados dedilhando o c******s pequeno e inchado.
Aproveito que está́ relaxada e entro nela até o talo, sentindo a barreira da sua virgindade se romper e escutando um protesto de dor.
Paro de me movimentar e prendo a respiração, porque me custa o inferno não fode-la duro como preciso.
— Posso continuar? — Falo, a voz entrecortada pelo t***o.
— Está ardendo, Dante. O ele é grande e grosso.
Caralho! Essa mulher vai me roubar a sanidade.
— Continue se tocando, Cecília. Se toque mais duro — comando, colocando meus dedos junto com os dela para esfrega-la com mais
pressão. — Relaxa essa b****a doce pra mim. Vou te f***r gostoso,
princesa… Você vai gostar.
Ela faz o que mando e logo seu chorinho de dor se transforma em
gemidos de prazer.
Passo muito tempo fodendo-a devagarinho, e só aumento a velocidade quando vejo que está relaxada, curtindo a transa.
Então eu a como com força, martelando dentro dela e tomando-a como um macho faminto por sua fêmea.
Inverto nossas posições e monto a novinha em meu colo, levando o dedo até seu cuzinho apertado e enfiando a ponta.
— Dante — seus olhos se arregalam.
— Rebole — ordeno e ela obedece.
Cecília me monta como uma c****a no cio, se esfregando e quicando em meu p*u. Ela estáp aprendendo o que gosta e a deixo
comandar um pouco, mas logo agarro seus quadris e a movo como necessito.
Eu a esfrego contra minha pelve e ela revira os olhos, pois o movimento fricciona seu c******s carente. Enfio mais um pouco do meu
dedo em seu r**o, e a novinha grita de prazer.
Trepo sujo e duro, virando-a de costas e metendo na garota de quatro. Ela aprende rápido e estimula seu c******s enquanto a fodo por trás. Rebolo o p*u em sua b****a e ela grita meu nome, implorando por mais.
— Dante, por favor… não pare — fala com dificuldade.
— Nã̃o vou, pequena. Só vou parar quando você gozar no meu p*u.
Nossos corpos estão suados, quentes; nossa pele está escorregando. O quarto cheira a sexo e t***o. b****a e p*u encaixados
em um ritmo só nosso, macho fodendo sua fêmea, perdido em desejo.
Puxo seu cabelo e me enfio mais fundo dentro dela. Ela choraminga e geme, implorando para que eu continue.
Cecília quer aprender tudo e o e rebola os quadris, me recebendo e me deixando enfiar até o fundo nela.