Olho pelo retrovisor e vejo que vá́rios SUVs pretos nos acompanham.
— Sã̃o meus homens — explica, sem que eu precise perguntar.
— Você̂ sempre precisa de proteçã̃o?
— Muita gente quer me matar.
Estremeço com sua resposta e ele percebe. Só ́ a palavra morte me causa arrepios.
— Olhe para mim. — Ordena e faço o que ele diz. Encaro seu rosto e seus olhos me fitam, me devoram, como se ele fosse capaz de
penetrar minha mente apenas com um olhar.
— Você̂ sabe quem sou, Cecília ?
— Um bilioná́rio, dono de vá́rias empresas.
— Nã̃o foi essa minha pergunta e você̂ sabe disso.
Suspiro fundo.
— Algué́m importante na má́fia — respondo.
— Mais do que isso. Sou um assassino. Já́ torturei e matei mais homens do que consigo me lembrar. Entã̃o se a morte é́ algo que te
assusta tanto, deveria ter pensado nisso antes de me aceitar.
Um sorriso de lado surge em seu rosto c***l e o mafioso volta a olhar para a pista, cortando os carros em alta velocidade.
Chegamos a o hotel de luxo e ele me ajuda a descer do carro.
Sua mã̃o grande e possessiva agarra minha cintura como se eu fosse sua propriedade, e as pessoas abaixam a cabeça assim que cruzam nosso caminho.
Só ́ a presença de Dante Morelli faz toda a Itá́lia estremecer.
Estamos cercados por seguranças e vamos direto para um elevador. Ele aperta o botã̃o do ultimo andar e chegamos a sua suí́te
master, que ocupa todo o piso
A suí́te é́, na verdade, um apartamento equipado com móveis de luxo e eletrodomé́sticos de última geraçã̃o.
As paredes sã̃o todas de vidro e é́ possí́vel ver a cidade inteira de dentro do quarto. O piso é́ impecavelmente branco e limpar esse piso me dá tanto trabalho, e reflete a luz vinda dos lustres de cristal, responsá́veis por iluminar a suí́te de Luxo.
Mal entramos ele não me deu tempo para sequer respirar e começou a me beijar com tanta urgência e necessidade, o beijo foi se aprofundando e seu braço passaram a redor da minha cintura me preparando na porta.
— Ce.. Cecília… - Ele disse com a voz rouca
— Chupe-me — pediu, à medida que abriu a calça e o seu p*u salto para fora. E era enorme.
Ele segurava p*u e se masturbava.
— p***a. Acho que no exato momento que
seus lábios me tocassem, seria bem possível que eu tivesse o orgasmo mais rápido da minha vida.
A olhar para o seu p*u me roçando senti a necessidade de toca-lo e segurei seu p*u e comecei a fazer movimentos de vaivém,
tomando coragem para colocar a minha língua no seu p*u que era enorme e me fazia pensar se realmente vai caber.
Ele Arquejei, ao sentir minha língua o rodeando lentamente.
— Descobrindo meu sabor. p***a. Cecília você é excitante demais. — desse ele em meio aos seus delírios.
Por um tempo passei a língua e depois mete o seu p*u todo na minha boca, e , finalmente comecei a chupar.
— c*****o, Felina, você é boa demais nisso —
resmungou fora de se. Meu corpo inteiro arrepio por causa tanto prazer a um homem como ele.
chupava com mas vontade e nem parecia
que era minha primeira vez chupando um homem.
— Isso, Ceci, continue assim, está muito bom. — disse Segurando um punhado de meu cabelo, me auxiliando a um só ritmo. olhei para seu rosto, enquanto estava chupando, dando-lhe uma visão excitante, privilegiada.
Dante Rosnou feito um animal enjaulado, parecia prestes a explodir dentro da minha boca.
— Estou perto de gozar, amore, se não quiser dentro da boca é melhor parar agora.
franzi o cenho e continuei chupando sem parar, até ver o Dante derramar seu g**o dentro da minha boca. Fazendo-me engolir cada gota. Seu corpo tremeu e convulsionou ao ser tomado por um clímax intenso.
Ele parou por segundos sua respiração estava acelerada seu coração batia violentamente,
enquanto perdia os sentidos por alguns segundos.
tirei seu p*u da boca. Ele inclinou-me e me puxei para os seus braços,
Me prendeu sua mão em volta da minha cintura, beijando minha boca com intensidade e desejo. Segurou minha nuca e cabelo,
aprofundando o beijo ainda mais.
Dante levantou comigo em seus braços, em seguida me levou para o quarto e se sentou na cama me trouxe para o seu colo. Nos beijamos e ele apalpava a minha b***a por cima do vestido e senti o seu p*u duro por baixo.
O mafioso me colocou sentada de lado, tira o paletó e pega uma garrafa de vinho, se sentindo a vontade no local.
O homem é lindo. Seus músculos estão marcados pela camisa social preta e seus quase dois metros de altura deixam sua aparência ainda mais perigosa.
— O que quer beber? — Pergunta.
— Nada, obrigada — sussurro, abraçando meu corpo.
Ele enche duas taças com vinho e me entrega uma.
— Beba. Se vai t*****r comigo, precisa relaxar. Sou grande e nã̃o quero que sinta dor alé́m do necessá́rio.
— Vai doer muito? — Pergunto, me odiando ao ver a ingenuidade da minha pergunta. É claro que vai.
Dante sorri com malí́cia e se aproxima, até́ parar a centímetros do meu corpo. Preciso inclinar a cabeça para encará́-lo.
— Se estiver melada, apenas o suficiente. Depois que se acostumar com meu tamanho, vai ficar gostoso. Eu prometo — sussurra
com a voz rouca e algo dentro de mim se aquece instantaneamente.
Minha respiraçã̃o fica descompassada e ele passa a lí́ngua pelos lá́bios, como se quisesse me devorar.
— Posso ver se está́ melada, Cecília ?
Meu rosto cora. Sinto minha pele queimar pela vergonha, mas seu olhar intenso me hipnotiza e tudo o que faço é́ balançar a cabeça em
concordâ̂ncia.
— Entã̃o abra as pernas para mim, princesa. — Obedeço e ele sorri. — Garota obediente.
— Agora beba o vinho.
Pego a taça de sua mão e dou um gole na bebida doce. Sinto sua mão pesada e quente descendo pela lateral do meu corpo, alcançando a barra do meu vestido.
Seu toque é firme e logo seus dedos estão no interior da minha coxa.
Na minha virilha…
Oh, Deus.
Lembre-se de respirar, Cecília .
Prendo a respiração quando ele empurra minha calcinha para o lado. Não consigo conter um gemido quando ele toca minha b****a com a ponta do seu dedo grosso.
— p***a, você está pingando. — Rosna, espalhando minha lubrificação pelas dobras e me causando uma sensação que nunca senti
antes.
Dante tira a mão da minha i********e e choramingo, sentindo sua falta.
— Está tão ansiosa assim pra ser fodida? — Ele sorri e leva os dedos até o nariz, aspirando meu cheiro. Em seguida, ele chupa os dedos
com indecência, provando meu gosto.
Minha calcinha, que já estava molhada, encharca ainda mais.
Eu deveria ficar constrangida, mas não consigo controlar o que
sinto e cada atitude obscena do mafioso me excita como nada foi capaz de fazer.
— Presumo que não usa anticoncepcional — diz.
— Não.
— E como é virgem, acredito que també́m não tenha nenhuma doença. — Fiquei corada por ele ter percebido que eu era virgem.
— Não .
Ele balança a cabeça em concordâ̂ncia. Dante enlaça os dedos nos meus e caminha comigo até a cama no meio do quarto. O mafioso se
senta no colchão e fico em pé diante dele. Ele é alto e musculoso, então mesmo sentado, nossas cabeças ficam quase alinhadas.
— Nunca fodi ninguém sem camisinha. Estou limpo. Acredita em mim?
— Sim — sou sincera, mesmo sem saber o motivo de confiar nele.
Ele é mafioso e c***l, mas o som da sua voz é hipnotizante. Tão hipnotizante que poderia me convencer a fazer qualquer absurdo desde
que fosse ele a dar o comando.
Dante analisa meu corpo com cobiça e desejo. Não sei o que há de errado comigo, mas cada parte de mim pulsa, ansiando por ele.
— Não quero te f***r com camisinha, princesa. Quero pele com pele. Tudo bem por você tomar a pílula do dia seguinte?
Concordo com a cabeça. É desse jeito, sem nada.
— Certo. Providenciarei isso, então.
Uma sombra de sorriso surge em seu rosto. c***l e lindo na mesma proporção.
— Beba mais vinho — comanda e estou tão nervosa que começo a virar todo o lí́quido de uma vez. Ele tira a taça da minha mão,
colocando-a no chão. — Não. Não vou trepar com você bebada . Não sou abusador.
Dante semicerra os olhos ao encarar meu rosto.
— Ok, garota. Você é linda e estou louco pra comer você. E mesmo não sendo piedoso, te darei uma uma ultima chance.
Fico em silêncio, esperando que continue.
— Cecília, se quiser ir embora, não vou forçar você a t*****r comigo — suspira.
— Por quê ? Não me quer?
— Talvez isso responda sua pergunta. — Dante pega minha mão e a leva direto para sua calça, mostrando o volume grande e duro do seu p*u.
Céus! Ele é enorme. E grosso.
— Está́ duro — sussurro, com a respiraçã̃o entrecortada.
— Estou louco. Mas não vou t*****r com uma mulher sem que ela queira. Sexo é prazer, t***o, nã̃o obrigação.
— E-eu…
— se escolher ficar, será gostoso. Para nós dois. Eu te garanto.
Sua voz rouca, seu cheiro… seu olhar safado, o toque quente das suas mã̃os… tudo nele é um convite.
Que meu corpo não consegue recusar.
E é por isso que mesmo tendo a chance de ir embora, quero ficar.
Quero ficar e pertencer ao mafioso c***l.
E eu sei que é um erro. Meu corpo está febril, implorando por ele.
Nã̃o consigo expressar em palavras o que sinto, porque é errado e impuro, mas em um ato de coragem, seguro seu rosto c***l entre minhas mãos e colo nossas bocas.
O mafioso fica parado, entendendo o que quero, mas assim que
coloco minha língua, Dante se levanta e agarra minha nuca com pressão. Ele me beija com selvageria e sua língua me invade, sem pedir permissão.
Ele puxa meu cabelo com força e inclina minha cabeça para trás, obrigando-me a recebê-lo do jeito que necessita.
E eu cedo, apreciando a sensação de ser tocada e beijada pela primeira vez por um homem.
Pelos segundos que sua língua dança com a minha, tudo some ao meu redor. Me esqueço de tudo e, principalmente, me esqueço do perigo que é beijar esse homem.
Meu coração dispara quando ele usa a mão livre para abaixar
meu vestido, e de forma inconsciente eu o ajudo a me despir; calor tomando todo o meu corpo.
Fico só de calcinha e ele se afasta, analisando meu corpo como um predador prestes a devorar a presa.
— Cecília… — sua voz sai rouca, como se ele quisesse se controlar.
— Você é uma tentação, garota.
Abraço meu corpo para tentar me esconder. Seu olhar me constrange e nesse momento me sinto ridícula com minha calcinha de
renda. Não estou acostumada a usar esse tipo de roupa e por sorte
Zoe me presenteou com a peça em meu último aniversário, senão eu não teria nada decente para colocar.
Com certeza não chego nem aos pés das mulheres sexys e experientes que vão para a cama com ele.
— Não — rosna. Seu tom é duro e firme. Ele afasta minhas mãos do meu corpo e me olha ainda mais; desejo e t***o saltando dos seus
olhos. — Não se esconda de mim, princesa. Seu corpo é a perfeição do c*****o.
— Podemos fazer com a luz apagada?
— Cecília, eu vou te ver pelada e isso não está em discussão.
— Estou com vergonha — confesso.
— Se eu també́m tirar minha roupa, te ajuda?
Confirmo com a cabeça e prendo a respiração quando ele dá um passo para trás e começa a desabotoar a camisa social preta.
O mafioso de quase dois metros não para de me olhar nem por um segundo, e a medida que tira sua roupa, vejo o peitoral musculoso e
forte, além das tatuagens e cicatrizes que preenchem sua pele.
Há um fio pendurado em seu pescoço e apesar de saber
que Dante Morelli é um assassino, o acessório parece se integrar perfeitamente a imagem dele.
Tudo nele grita perigo, crueldade e poder. Eu deveria fugir, mas
minha calcinha está́ encharcada e meus s***s doem.
Quem eu quero enganar? Eu o desejo.
Dante se aproxima de novo e seu cheiro me deixa inebriada. O perfume masculino, misturado ao whisky e cigarro apenas reforçam que não estou lidando com um menino, estou diante de um homem.
Um homem mais velho.
Meu rosto cora e desvio o olhar, mas ele segura meu queixo até que eu o encare de novo.
— Olhe para mim, Cecília— fito seus olhos vazios, obedecendo sua ordem. — Me toque. Conheça meu corpo.
— Como?
— Vou te ensinar como gosto, mas primeiro deixarei que explore.
Minha boca saliva ao analisar cada detalhe do seu corpo
promíscuo e perfeito. Levanto a mão, tímida, e toco seu peitoral definido,
sentindo a pele quente debaixo dos meus dedos.
— Nã̃o precisa ter medo. Não vou te machucar.
— Você é um homem perigoso.
— Não com você — fala baixinho, a voz rouca entrando em meus ouvidos como uma melodia perfeita. — Agora não é o mafioso que está
diante de você, Cecília . E
Suas palavras me encorajam e começo a toca-lo mais. Uso minhas
mãos para explorar seu peito, seu abdômen perfeito e os braços
musculosos, e Dante fica parado, permitindo que eu faça o que quero.
— Você está me fazendo perder a mente.
Dante volta a me beijar e me toma como se eu fosse tudo o que ele precisasse agora. Nossas línguas dançam e cada ponto que ele me
toca me faz pulsar ainda mais.
Eu o quero. Ardentemente, o desejo.
Porque isso pode até ser feio e sujo, mas desde que vi Dante Morelli pela primeira vez, ele nunca saiu da minha cabeça.
— Se deite na cama, Cecília — manda e eu obedeço, deitando-me de barriga para cima. — Você já fez sua escolha, pequena. Te farei minha
e não há mais como voltar atrás.