Capítulo 36

1454 Words

ANANDA Tem dias que a gente acorda com o pé direito, o cabelo no lugar e a playlist perfeita tocando no fundo da loja. Hoje era um desses dias. A brisa da manhã entrava pela porta aberta, e eu cantarolava alguma música antiga que nem lembrava direito a letra. Estava organizando uns acessórios novos nos maniquis, quando senti um toque gelado no ombro e quase fui parar no chão. — Pelo amor de Deus! — soltei, virando de supetão. — Tá viva, alma penada? — Darlene gargalhava com as mãos nos quadris, toda feliz por ter me assustado. — Tu quer me m***r de susto, mulher? — retruquei, jogando uma almofada de crochê nela. — Isso não é amizade, é tentativa de homicídio. — Ah, para de drama. Agora olha essa cena:Ananda Gurgel, a garota séria, meticulosa, dançando sozinha no meio dos sais de banh

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