sequestro

605 Words
Zayan Porque ele tinha que aparecer na hora errada? Ealayk allaena(droga) Eu não me darei por vencido ela será minha a todo custo ou eu não me chamo Zayan Al-Abadi tudo que eu quero eu tenho e eu a escolhi. Meus guerreiros estão a postos só esperando o meu comando preciso apenas encontrar a oportunidade perfeita e ela surgiu antes que eu esperava. _ Maktub(estava escrito). Sorri finalmente ao ver o objeto do meu desejo novamente é uma pequena imprudente saindo sozinha ela estava saindo de marrakech rumo as dunas em alguma excursão. Juliana A noite foi cheia de sonhos estranhos com um homem de olhos escuros como breu quase como se não tivesse fundo aquele olhar me fez tremer não sei se era de medo ou outra coisa, mas me intrigava a forma que ele me olhava quando se aproximou de mim no deserto chamando-me: — Amirti.(Minha princesa) Acordei com minha mãe me sacudindo. — O que foi meu Ju ainda com sono? Eu levantei a cabeça ainda atordoada e olhei meu quarto era apenas um sonho. -Hum! Já vou mamãe. — Tudo bem se aprece a excursão que você marcou sai em uma hora. Eu dei um pulo da cama de entusiasmo e minha mãe sorriu. — Vocês não virão mesmo comigo? Perguntei enquanto tomava banho. — Não quero relaxar na piscina hoje e aproveitar e namorar um pouco já que seu irmão está dormindo até tarde penso que só levanta meio-dia. — Ai mamãe eca. — Que foi pensa que você foi feita como, anda se aprece não esqueça de levar protetor o sol da qui. é muito quente. — Ta bom, ta boa estou indo. Minha mãe saiu e eu arrumei minhas coisas o mais rápido possível e desci tomei café no hotel depois fui até onde sairia a excursão todos já estavam prontos só estava faltando eu sorri sem jeito para o guia me desculpando. — Ok suba. Subi na van tonta de emoção alheia a o resto, iríamos de van por alguns quilômetros e depois iremos em camelos. Alguns minutos depois chegarei a troca contudo isso nunca aconteceu fomos cercados por uma dúzia de homens mascarados e com túnicas negras tentei sair de mansinho, mas um homem a cavalo veio correndo e me puxou pela cintura só senti meu coração na garganta e um súbito falta de ar pela forma brusca puxada tentei gritar, mas não tive fôlego estava nos braços de alguém me colocou algo na cabeça que cobriu minha visão e isso me deixou com mais medo comecei a chorar e chutar, mas seus braços seguraram minhas pernas me impedindo de mexer senti algo sendo amarrado envolta dos meus pulsos. — Me larga seu i****a. — Askut.(Cale-se) Ele gritou algo que eu não entendia e me golpeou no bumbum nunca ninguém me bateu nem meu pai ou minha mãe e esse ordinário me bate. — la tataharak.(Não se mexa) Tentei fugir dessa mão, mas levei mais dois em sequência parei de mexer e chorei não sei se de raiva ou dor aquela mão era muito forte a escuridão me levava enquanto eu chorava e depois de muito tempo perdi os sentidos só acordei quando já estava em uma superfície plana em meio a silêncio ainda não conseguia ver nada e minhas mãos ainda estavam presas tentei levantar, mas foi difícil ficar de pé meus pés também estavam presos eu me desesperei com medo. — Alguém me solta eu sou só uma turista eu alguém, por favor eu quero ir para casa? As lágrimas desciam assim como o suor por estar abafado dentro daquele pano no meu rosto.
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