A conversa ainda se estendeu por um tempo, Marcela corria perigo, não era casada, não era mãe e não vinha de uma família influente. A simplicidade que o conquistou era o que a deixava em perigo. — Ítalo quero que saía, farei perguntas a seu pai, mas não quero que ouça a resposta. Ítalo beijou o rosto da mãe, contornou a mesa, abraçou o pai e saiu do escritório. — Pergunte o que quiser, só responderei se for o momento. Mas antes sente-se no meu colo, quero sentir seu cheiro e me acalmar. Ele levantou e trancou a porta do escritório ao retornar para sua mesa a puxou pela mão. — Agora pergunte Marcela. — Você mata pessoas? — Se já matei alguém? Sim, normalmente mando matar, acabo por não fazer eu mesmo isso, e sei sua próxima pergunta, a resposta também é sim, Lucius é quem normalmente

