Kael atravessou o pátio da vila apressado. Sua mente martelava com o peso das três mulheres desaparecidas. Cada passo o levava de volta ao mesmo ponto: entender o padrão que ligava essas histórias. O cheiro de pão fresco ainda pairava no ar quando Kael atravessou a vila. Mas não havia fome. Nem paz. Apenas o peso seco da responsabilidade, martelando no peito. A construção onde mantinha sua sala parecia ainda menor naquele dia. Um lugar abafado demais para as perguntas que carregava. Dois soldados o fitaram em silêncio. Mas ele entrou sem dar instruções. Kael entrou, e a mulher se levantou de um banco próximo à parede. O lenço amassado em suas mãos era quase uma extensão do próprio corpo. Os olhos estavam vermelhos, inchados. Mas o que o atingiu de verdade foi o silêncio dela. Ela ten

