1 - Prólogo

636 Words
ALANA Seus lábios macios percorrendo minha barriga com suavidade, com apenas um leve toque, deixaram meu corpo arrepiado. Ele sabia do que eu gostava e sabia exatamente como me deixar com tësão. Deixando beijos molhados pelo meu pescoço, encontrando meu ponto fraco, ele me morde, me fazendo gemer seu nome em êxtase... — Henrico... Seus lindos e brilhantes olhos verdes encontraram os meus, cheios de luxúria e desejo por mim. Eu o queria. Eu precisava dele. Impacientemente, puxei-o para baixo, implorando por ele, mas ele não cedeu. Em vez disso, ele me fez desejá-lo ainda mais quando passou os dedos pela minha barriga e desceu perigosamente, me encarando nos olhos, observando atentamente cada reação minha, e sorriu de satisfação ao perceber que eu estava me derretendo por ele. Ele alcançou a parte interna das minhas coxas e eu suspirei, pronta para o que viria quando ele puxou a mão de volta, sorrindo para mim. — Henrico... — sussurrei, implorando com os olhos. Lentamente, ele começou a levantar minha blusa, subindo cada vez mais até que eu estivesse apenas com meu sutiã vermelho de renda, gemendo com a visão diante dele. Ele se inclinou e me agradou com seus beijos leves e molhados, seu polegar enganchando dentro do meu short, me esfregando levemente, me deixando murcha sob suas carícias. Descendo em direção à minha barriga, ele começou a puxar meu short cada vez mais para baixo, até que ele chegou aos meus tornozelos. Eu o chutei para fora, alcançando o short dele e enfiando o polegar dentro. Ele se inclinou para frente, pairando entre as minhas pernas, rindo baixinho: — Tão impaciente. Eu o desejava desesperadamente. Não podia esperar mais. Eu precisava dele e ele sabia disso, mas estava decidido a me provocar. Ele não estava ajudando, beijando e chupando cada pedacinho do meu corpo, exceto onde eu mais precisava. Sentir seu polegar roçar o tecido macio da minha calcinha fez meu interior ficar úmido e dolorido de antecipação. Ele pressionou e minha boca se abriu por conta própria, com pequenos gemidos escapando. Ele me encarava intensamente e eu o encarei, mantendo sua atenção em mim. Ele era tudo o que eu queria. Seus olhos escureceram de desejo quando gemi seu nome. Enquanto seus dedos percorriam minha calcinha, meus olhos se fecharam, e minha respiração ficou ofegante quando eles deslizaram para dentro. — Abra os olhos, amor — ele sussurrou, deslizando outro dedo enquanto meus olhos se abriam, vendo-o morder o lábio, sua língua deslizando para fora e molhando-os. — Henrico... — gemi, tomando controle de sua mão. — Eu preciso de você. Bang! — Eu também preciso de você, meu amor. Bang! Bang! Ele precisava de mim. Essas palavras me trouxeram tanta alegria. Observei-o levantar e abaixar o short. Ele me empurrou de volta para baixo, acomodando-se entre as minhas pernas. — Eu quero... Bang! Bang! Acordei assustada e olhei freneticamente ao redor do meu quarto. Que diabos é isso?! — Ah... ah, meu Deus, amor. Isso é tão bom! Suspirei de frustração ao ouvir minha irmã, Alice, gemer através da parede. Argh! Eles estavam transando. À meia-noite?! Agem como se fossem os únicos que moram aqui. Eu também pago contas! Ela sempre falava tão alto, como se quisesse me irritar de propósito. É tão frustrante. Um aviso bastaria, droga! Revirando os olhos, peguei meu travesseiro da cama e desci as escadas para o quarto de hóspedes. Normalmente eu dormia aqui quando eles me mantinham acordada. Não consigo ouvi-los daqui. Meu quarto ficava bem em frente ao deles, então eu conseguia ouvir tudo, a menos que estivesse sonhando como antes de eles interromperem rudemente. Estávamos chegando à parte boa. Eu finalmente ia tränsar com ele. Suas mãos por todo o meu corpo, me acariciando, seus lábios me percorrendo com beijos molhados. Suspirei. Só que em sonho...
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