Capítulo 10 Esmeralda narrando Acordei estranhando o lugar onde estava. Olhei para a janela — o dia já estava claro. Virei o rosto para o relógio na mesinha de cabeceira: marcava 4h50 da manhã. Olhei para o lado e lá estava ele, aquele homem, dormindo com o rosto em paz. Levantei rápido, mas quase caí por causa da dor que senti na minha i********e. Eu estava muito dolorida. Dei impulso no corpo e consegui me erguer. Peguei minhas roupas devagar, vesti-me, escrevi um bilhete e deixei em cima da cama. Saí, ainda com uma blusa dele no corpo — uma blusa cheirosa. Passei pelo rapaz da portaria, dei tchau e desci o morro. Chamei um mototáxi, que chegou rápido. Subi na garupa e pedi para me levar até o Flamengo, onde moram dona Marina e Mabel. Ao entrar, o porteiro ficou me olhando. Subi and

