— Sim, eu sou casada. Diz a Ratinha com um breve suspiro, como se ela mesma não acreditasse. Mas ela se dirige ao cara de maneira muito mais amigável do que a mim. Ele já conseguiu se levantar e me olha como um lobo. Ou melhor, um cachorrinho leiteiro que pensa que afiou as presas no peito da mãe. — Desculpe, Maxim, isso não vai acontecer de novo. — Não é sua culpa, Marina. É útil apenas para alguém fazer o curso anti-b***a. Tem certeza de que não precisa de ajuda? — Mais uma palavra, pirralho... — Vá se fó*der, maluco! Tenho que enfiar a cara do cachorrinho no monitor e, Deus sabe, isso é um puro ato de gentileza da minha parte. O monitor cai no chão e quebra, e depois disso o próprio cara escorrega da mesa, derrubando os objetos que estão sobre ela. O rato, ofegante, tenta correr p

