LUKA — Espere, Luka, ainda não disse tudo. Fiquei parado no meio da sala, que havia recentemente destruído, e olhei nos olhos do meu avô. Tudo aqui estava agora em perfeita ordem, mas eu não conseguia acreditar que estava ouvindo estas palavras dele: — Olha, se você se desonrar na frente de Pavel Yuryevich, eu vou te amaldiçoar! Vou te expulsar daqui como um cachorrinho e não vou lembrar que você é meu neto! Nem pense em brincar com Korneev! Não consigo imaginar por que ele escolheu você para fazer o papel de genro, mas se você deu a sua palavra, não a desonre! Nos últimos dois anos, o meu avô ficou ainda mais grisalho, os seus olhos desbotaram, mas ele ainda era um homem forte, não curvado pelo tempo, e a pessoa mais próxima de mim. Irritado, prendi o relógio no pulso, vesti o paletó

