Christopher olhou cada detalhe da minha casa. Ele pegou um porta retrato de uma foto minha com meu pai e ficou olhando. - Quem é? - Ele pergunta. - Meu pai. Ele baixou a cabeça, senti uma certa tristeza em seu olhar. - O que houve? - Perguntei sem entender a reação do garoto. - Nada, é que você tem sorte de ter um pai. - Ele disse tristemente. - Você não tem? - Não, o meu morreu quando eu era pequeno. Nem me lembro do rosto dele. - Sinto muito. - Falei. - E a sua mãe? - Não sei. - Respondi. - Meus pais se divorciaram quando eu era pequena, desde então, eu nunca mais a vi. - Que m***a, hein! Você sem mãe, e eu sem pai, que doideira. Fingi que não havia escutado o comentário dele. Christopher colocou o porta de volta no lugar. Ele me olhou. Eu o olhei. Silêncio total. Parece que

