CAPÍTULO 02

2240 Words
CAPÍTULO 02 PHOEBE A serenidade do cantar dos pássaros soa em meus ouvidos, aos poucos abro os olhos ao sentir os raio solares. A noite de ontem foi marcante, deslumbrante, memorável. Tenho certeza que eu me lembrarei de cada detalhe o resto da vida, e Sebastian também. Sinto seu corpo rígido ao redor do meu, seus músculos bem formados de cada parte de seu tórax definido, seus braços firmes e avantajados rodeando meu corpo fino entre seus bíceps. Me aconchego para mais perto dele sentindo seu aroma. — Bom dia. — Diz com voz manhosa antes de pousar um beijo entre meus cabelos soltos. — Bom dia. Não quis te acordar.. — Solto acariciando seus braços que me apertam num abraço por trás. — Não se preocupe, Margarida, é nossa lua de mel. Temos que aproveitar cada pequeno segundo juntos. — Sorrio. — Vou levantar e pedir nosso café. — Digo tentando escapar mas ele me segura firme. Sinto sua respiração quente alcançar meu pescoço, depois dele tirar meu cabelo para expor essa área para ele. Logo seus lábios me tocam, com beijos lentos e molhados na minha nuca, me esquentando. — Bash... — Oi, amor. —Isso não é justo, nós m*l acordamos. — Me defendo. — E para que... você quer... jeito melhor... de acordar? — Encaixa lentamente entre os beijos, então muda o foco e mordisca minha orelha de surpresa me fazendo tremer. — Você merece a morte, sabia? — Brinco. — Então me mate, de prazer. Num movimento rápido ele agarra firme minha cintura e puxa meu corpo para cima do dele, sinto toda aquela parede musculosa embaixo de mim e meu corpo se esquenta ainda mais, reagindo a essa proximidade a ele. Sinto o aroma delicioso que dele pela manhã e isso só me atiça. Temos anos juntos mas nada tira a animação de estar com ele, nada tira a alegria de estar em seus braços, de sentir seus beijos. É como se o tempo não passasse para nós. Sebastian toma posse de minha boca com um beijo voraz, segurando firme meus cabelos e com a outra mão passeando pelas curvas de meu corpo nu embaixo dos lençóis. Me entrego totalmente a ele, com os olhos fechados sentindo a sensação de ser sua mulher, de ter meu corpo possuído por ele. Logo algo rígido toma forma embaixo de mim, já estou totalmente molhada e pronta para ele. Gemo em seus lábios, implorando para que ele termine com minha agonia. Seu peitoral firme castiga meus m*****s inchados e rosados. Então ele muda as posições me jogando na cama, de barriga pra baixo e então levanta meu quadril rapidamente me deixando de quatro para ele. — Que delícia te ver assim, Phoebe, totalmente exposta para mim. — Fala e então acerta um tapa forte em minha b***a, que arde, mas não de um jeito r**m. Sei que terei marcas vermelhas em mim em breve, mas não me importo. Ele continua distribuindo tapas firmes até eu sentir um queimor na minha b***a, então ele acaricia a região avermelhada e sensível pelas suas palmadas. Respiro fundo quando ele beija o local marcado pelos tapas, então abre as bochechas da minha b***a com as mãos enquanto desce seus beijos para meu sexo exposto. Sinto seus beijos em minha entrada enquanto meu c******s lateja pedindo atenção. Sua língua molhada e suave em contraste com a minha carne que parece abrigar uma fogueira de tão quente, melada do líquido pegajoso que jorra de mim. — Sebastian... Cacete... Por favor ... — Puxo os lençóis. — Por favor o que? — Chupa meus lábios, sugando-os para sua boca antes de enfiar a língua dentro de mim. — Peça. — CHUPE! — Grito em desespero assim como meu corpo. — CHUPE LÁ! — Onde? — Ele sabe o que eu quero e faz tudo menos isso, roçando a barba no interior das minhas coxas, brincando com a língua na minha entrada. Agarro seus cabelos e tento puxar sua cabeça para o lugar que quero mas sem sucesso. — CHUPE A p***a DO c******s! — Posso ouvir sua gargalhada baixa, mantendo meus olhos fechados. Sua boca finalmente alcança meu ponto do prazer. Na hora que ele dá uma leve pincelada, parece que recebo um choque, tremendo afoita. Sebastian me explora me levando a planetas desconhecidos, balanço os quadris sem conseguir conter a euforia que se espalha em meu corpo. Estou entregue a ele, de olhos fechados sentindo tudo que ele pode me proporcionar enquanto gemo baixinho, procurando ar para respirar, quando sinto dois dedos me invadindo. Pulo com a surpresa e ele começa a movimenta-los lentamente dentro de mim. Meu corpo despenca no colchão e ele afasta a boca. Bash continua suas investidas e aumenta a velocidade enquanto deita seu corpo em cima do meu. Seus dedos não param de explorar meu interior pronto para explodir, enquanto percorre beijos pela minhas costas até alcançar meu pescoço. Sinto todos os poros do meu corpo dormentes e meus pelos arrepiados com seus beijos e mordidas. Balanço meu corpo embaixo dele, mas não consigo sair do lugar com ele em cima de mim, me imobilizando. — Isso, goza pra mim, Phoebe. Goza gritando nos meus dedos. Mostre a todos como você é bem fodida. — Pede baixinho com voz rouca e como se fosse um gatilho eu obedeço, me derramando em seus dedos. Meu corpo inteiro treme e vou visitar planetas desconhecidos por uns segundos perfeitos. Antes que eu retome a consciência, ele me vira de frente para ele com as costas na cama. Seus olhos encaram os meus enquanto ele chupa os dedos que tirou de dentro de mim, sinto um incômodo voltando entre minhas pernas. Ele aproxima os dedos da minha boca e me faz chupar também, enquanto não desvia o olhar do meu com um sorriso malicioso no rosto. — Isso, sinta seu gosto, bebê. — Fala com voz rouca. — Eu quero você dentro de mim. Vamos Sebastian, eu não aguento mais. — Imploro. — Você estava reclamando por ter acordado agora. Já quer o meu p*u tão cedo, esposa? Ontem a noite não foi o suficiente? — Ironiza. Eu o olho feio. — f**a-se! Ele apenas sorri e beija meus lábios com sua boca inteligente e deliciosa, ainda lambuzada com meu gosto. Por Deus... como eu amo esse homem, como eu preciso dele... E agora... ele é meu marido, apenas meu. Suas mãos alcançam meus s***s, apertando-os de leve, são firmes e torturam meus m*****s sensíveis. Gemo entre seu beijo procurando ar quando ele para de apertar e segura meus dois b***s rígidos de prazer entre o polegar e o indicador. Lentamente ele movimenta seus dedos e aperta com força. Solto um grito agudo sentindo a dor enviar direto sensações para o meio de minhas pernas, mais especificamente o c******s. Seguro seus cabelos, apertando em minhas mãos para amenizar minha agonia. Ele não para, voltando com sua lenta provocação, então sinto algo duro entre minha entrada e me preparo para sua invasão. — É isso que você quer? — Solta entre meus lábios. Só consigo responder com um gemido manhoso. — Então pede, pede para mim. Mostra o quanto quer o meu p*u. — Continue... Vamos lá... — Assim não... — Ordena. Então começa a fazer movimentos de vai e vem, roçando a cabeça de seu pênis duro em meu c******s. Reviro os olhos rebolando meus quadris. — Olha como está se esfregando em mim como uma cadelinha... Não seja orgulhosa. — Me f**a com vontade. — Digo como consigo. Não preciso dizer mais nada, apenas senti-lo entrando centímetro por centímetro dentro de mim. Ele foi meu primeiro homem, assim como será o último. Sinto-o me preenchendo, me enchendo. — Tão molhada, tão apertada... Você é maravilhosa, Phoebe. — Diz enquanto mexe os quadris fazendo seu p*u remexer dentro de mim, me levando ao ápice da loucura. Meu corpo já treme embaixo dele. Seus movimentos começam a ficar mais rápidos e sua mão segura firme meus cabelos, me fazendo olhar em seus olhos enquanto ele estoca forte dentro de mim. Meus gemidos são descontrolados e meus sentidos vão se perdendo quando ele começa a entrar e sair de mim como uma arma. — Ah droga... — Choramingo. Já me acostumei com o tamanho dele, mas quando ele vai rápido assim ainda é um pouco doloroso. Não doloroso r**m, apenas um leve ardor, por seu tamanho e grossura me invadindo com violência. — Você é minha! — Diz olhando fixamente para mim. Agarrando firme meu pescoço e bloqueando minha respiração. — Repete para mim. — Eu. Sou. Sua. — Solto como consigo. — Eu amo você. — Ele sorri para mim liberando meu pescoço e me beija docemente enquanto diminui os movimentos. Sebastian sai inteiro de dentro de mim, quase que bruscamente, interrompendo propositalmente minha excitação e impedindo meu orgasmo. Depois, volta a enfiar seu pênis inteiro dentro de mim, grito, então ele faz de novo e de novo. Me preenchendo e depois me deixando vazia. — Homem... Por Deus, você ainda vai me matar... — Sinto-o saindo inteiro e entrando dentro de mim. Eu preciso de mais. Então, se compadecendo da minha situação ele segura um tornozelo meu acima de seu ombro e volta a me invadir violentamente, largando seu corpo e se enterrando inteiro e fundo. Encontro suas investidas com meus quadris que não conseguem ficar parados, meu corpo inteiro está suado e gruda no dele. — Me sinta, sinta essa b****a molhada se abrindo para mim, me engolindo. — Provoca, enquanto sinto até suas bolas se chocando contra mim. — Ah... Bash... Não pare agora, por favor... Continue. — Peço. — Me deixe gozar... E ele não para, só aumenta a velocidade, estocando rápido usando toda a sua força. Sebastian libera minha perna e mergulha para cima de mim grudando nossos corpos. Sua boca alcança minha orelha e uma mão escorrega pelo meu corpo passando para apertar um dos meus s***s até parar em meu c******s inchado e necessitado. Ele agita seus dedos num ritmo alucinado e meu corpo derrete em seus braços, suas estocadas continuam firmes e eu luto para não desmaiar, esgotada. Sinto um rio se formando dentro de mim, pronto para sair. — Minha. — Sussurra em meu ouvido. — Sua. — Digo enquanto sinto todo o meu corpo tremer enquanto chego ao ápice, gozando nos braços dele enquanto ele se libera dentro de mim. Ficamos em silêncio, com ele por trás de meu corpo me segurando até recuperarmos os sentidos de volta. Então... despencamos exaustos na cama encarando o teto. Bash encontra minha mão com a dele e entrelaça nossos dedos. — Você tem noção do quando eu te amo, Phoebe? — Espero que uma fração do quanto eu amo você. — Me encaixo entre seus bíceps enormes. — Já vi que não tem. Eu não sou perfeito, sou cheios de defeitos. Talvez eu não mereça alguém como você... Doce, ingênua, apaixonada, mas desde que te conheci lutei para chegar perto do que seria te merecer. Eu achei que nunca conseguiria, me tornar melhor, por isso nunca disse nada. Você sabe o que meu vício fazia comigo. Além disso, como seu médico eu deveria ficar longe. — Eu o escuto com atenção. — Mas na nossa última consulta, quando eu vi você se rebaixando, pode ter sido egoísta mas eu não podia deixar você ir embora, mesmo que eu não fosse o príncipe que você esperava. Eu não vou prometer nunca errar, não vou prometer que sempre vou fazer o certo para você, não vou prometer que eu vou conseguir ser sempre seu porto seguro, mas eu prometo que o meu coração sempre será seu. Phoebe, você foi a primeira que eu amei e eu prometo que será a única que terá o meu amor para sempre. Que a cada passo que eu der, é você que estará em meus pensamentos. Viro para olhar para ele e encontro seus olhos que tanto me encantaram me encarando. Sebastian acaricia meu rosto secando minhas lágrimas que escaparam e eu nem percebi, não sei se pelo orgasmo ou suas palavras.. — Eu nunca esperei um príncipe, você é tudo que eu queria. É por você que eu esperei em toda a minha vida e sou muito grata por você ter entrado nela. Somos marido e mulher agora, e eu acredito fielmente que no fim de tudo seremos apenas eu e você. — Não tenho dúvidas que sim. — Diz sorridente. — Mas... por enquanto precisamos de um bom banho. — Não é possível que vamos passar a lua de mel na cama, estamos na Itália, precisamos aproveitar. — Tudo bem, tudo bem. — Concede mesmo contra a vontade. — O que você quer fazer? — Tomar banho, comer porque estou faminta, depois eu quero conhecer algum lugar legal. Você já veio na Itália outras vezes, onde acha que... — Conheço o lugar perfeito. — Me interrompe sorrindo. — Onde? — É uma surpresa. — Eu o olho feio. — Mas Sebastian... — Mas nada. E é melhor você ir logo pro banho antes que eu te amarre nessa cama e te coma todinha até o fim da lua de mel. — Gargalho levantando da cama num pulo. — Monstrinho. — Brinco ao olhar para ele com a porta do banheiro entreaberta. — Seu monstrinho.
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