— Da próxima vez, eu vou te amarrar e não vou te deixar gozar. Só fui gentil porque era nossa pri… — Sussurrou na orelha dela, a mordiscando.
Ela o calou, com um beijo cheio de saliva porque estava babando de prazer, o puxando pelo cabelo prata. Pegou a mão dele e chupou os dedos enquanto ele tirava e colocava fundo nela.
— Meu rei… hm… hm… ahn… por favor, não para… Meu mestre… ahn… mestre… ahn… por favor… mete mais…
Dantalian tremeu inteiro para ela. A puxou pelo cabelo e a cedeu um beijo, engolindo a saliva dela, mordendo o lábio inferior dela e tendo o sangue.
— Você é minha. — Reivindicou-a.
— sua…hm… toda sua… ahn…mete… Me rasga, mestre… mestre
Lisa estremeceu as nádegas ardidas quando sentiu o dedo dele passar em suas feridas nas nádegas pelos tapas violentos e depois se infiltrar em seu c******s o massageando enquanto entrava e saia dela.
Ela gritou mais alto incapaz de suportar tanto prazer. Ele veio numa estocada gozando dentro dela num urrar que ecoou por todo o castelo pela força e mordendo os p****s dela.
Ele saiu dela, ainda duro. Lisa lamentou. Saiu da posição que ele a colocou, virou-se para ele e tocou o rosto dele querendo mais e o enchendo de beijos devotos.
— Me amarra na cama com aquele cinto e usa o chicote, meu rei. — Implorou ainda excitada. — eu quero mais.
Ele lambeu os lábios, sorrindo. Tocou o rosto dela, comovido, que finalmente encontrou alguém que conseguia suportá-lo e realmente necessitava de sua corrupção.
— Sim. Gosta quando seu mestre te pune?
Lisa ofegou.
— Mestre, sim… eu amo quando me pune. — Testou a palavra “ mestre” como Agatha recomendou, o abraçou doce e necessitada como só fazia com Agatha e nem com Desmond que amava nunca se permitiu. — Sou sua serva. Me use… mestre, me pune… hm…
— Sim, minha linda criança. Hm… pegue o cinto com sua boca e o traga para mim.
— Como um cachorro? — Perguntou ela arfando e se excitando de novo.
Ele apenas riu perverso.
— exatamente como um, linda..
Ele achou que ela desistiria ali. Os olhos dela brilharam e ela desceu da cama, se colocou de quatro e rastejou no chão até a mesa onde estava o cinto e o pegou com a boca, voltando a cama onde ele a esperava.
Ela voltou a cama engatinhando com o cinto na boca, o dando a visão de todos os seus buracos rosados. Ficou em pé só para subir e se deitar com ele de novo.
Dantalian pegou as mãos dela, passou o cinto entre elas, dando um nó e as jogou para cima da cabeça da menina.
Lisa abriu as pernas para ele.
Ele lambeu os lábios, vendo o segredo inchado entre as pernas dela implorando por mais de seu m****o.
O belo rei se levantou da cama, a deixando deitada, abriu uma gaveta da mesa de cabeceira branca e puxou um chicote de couro bem fino. Ergueu o chicote e chicoteou o ar num teste. Um zumbido do objeto cortando o ar fez Lisa estremecer ansiosa. Deu a primeira chicotada nas costelas dela e se abriu um corte e um filete de sangue na pele.
Lisa fechou os olhos de prazer.
O outro golpe dele foi mais forte no mamilo.
Lisa tremeu em resposta e moveu os quadris.
Ele deu duas chicotadas no monte de vênus dela abrindo mais cortes.
— Quatro…— contou ele em voz alta.
— Hm..…— gemeu a moça. — Mete em mim enquanto me chicoteia, mestre… É gostoso.
Ele a penetrou com seu m****o sem aviso continuando a bater o chicote na pele dela e a assistindo a menina se contorcer debaixo de si.
— Meu rei…
— Hm… — Respondeu rendido.
— Mais forte.
…
Dantalian estudou a menina cheia de mordidas e chicotadas dormindo em sua cama de lençóis azuis cheio de manchas de sangue.
A estudou por muito tempo amoroso e atordoado.A queria como sua rainha. Faria dela a rainha. Desviou o olhar para a vista do sol que nascia atrás das nuvens da noite.
Tentou conter a si mesmo e sua vontade de a penetrar de novo. Ela desmaiou pelo prazer, pelas chicotadas e pela penetração. Ele desatou o cinto dos pulsos dela.
Quanto mais pensava em desposá-la, mas sua posse por ela aumentava e mais o monstro em si queria vir à tona.
O rei dos feéricos era seu pai. Mas o rei dos feéricos a maioria do tempo não tinha a forma humana. Era uma raposa de nove caldas, demoníaca, que às vezes vinha ao mundo humano disfarçada de homem.
Quase virou um monstro com ela na cama. Mesmo assim, ela ficou com ele.
Enquanto ela dormia, o monarca cuidou das feridas que a causou com água quente e um tônico que Agatha recomendou, podia ter comprado a poção de um mago que curaria todas as escoriações, mas queria suas marcas na pele dela.
Patético. Queria rir de si mesmo.Uma humana que o enganou sobre quem era partilhava de sua cama. Nunca deixou dormirem com ele depois de ter o que queria, mas ela estava tão exausta e era só adorável. Nunca suportou mentiras, mas perdoou a dela por saber que ela só queria sobreviver.
Tudo o que ele era entrava em paradoxo por ela.
E ele não queria dormir sozinho. Que estranho e patético pensamento. Nunca se sentiu só antes. Só que agora que teve a presença dela, o abraçando na cama depois das chicotadas, ele não queria mais dormir sozinho.
Lisa acordou sentando-se, confusa, no colchão macio de plumas e estudou o bonito rei o analisando em pé, banhado pelo sol, cheio de mordidas e arranhões, mirando a vista pela parede de vidro.
— Bom dia, meu rei…
Ele saiu de sua contemplação muda de algo lá fora, foi até ela e a abraçou forte passando os braços fortes pela cintura dela e colando o peitoral aos s***s pequenos dela. Lisa ofegou pelo atrito dos corpos. Ele cheirava a morangos. Ela amava morangos.
Lisa o abraçou de volta, muito atordoada pelo carinho dele depois da humilhação da noite passada.