Ayla Corvo saiu de dentro de mim, e ficou aquela sensação de vazio. Puta que pariu... que homem. Ele me ajudou a levantar da mesa, e tudo estava uma bagunça. Apertou meu rosto e falou: — Na próxima, geme baixinho. Só eu posso ouvir. Respirei fundo, acariciando seu corpo. — Tá bom, meu dono. Pisquei para ele. Ele me levou até o banheiro, onde nos limpamos. Então me perguntou: — Você toma remédio? Olhei para ele e comecei a rir. — Agora que você pergunta, meu querido? Kkkkk. Depois de jogar tudo dentro, ele deu risada. — Sim, eu tomo remédio. Ele assentiu com a cabeça e Voltamos para sua sala. Observei tudo ao meu redor enquanto Corvo me falava que a boca não tinha muito o que conhecer. Era um lugar de organização das drogas,armas e dinheiro e isso eu não precisava ver. C

