Depois de tudo eu voltei pro carro de Amanda, ela ligou o carro e só saiu dirigindo, sem rumo, até chegarmos em uma rua escura, só o silêncio e nós, ela não falou nada, só abriu o porta luvas e tirou um litro de Whisky que estava guardado lá, eu ri, mas bebi muito daquilo, ela também. O carro estava parado em uma rua realmente isolada, longe dos olhares curiosos da cidade. O motor ainda vibrava levemente, mas tudo ao redor parecia se dissolver no silêncio. Amanda e eu estávamos ali, sentados, respirando fundo depois de tudo que havíamos descoberto. A tensão no ar era quase palpável, como se uma tempestade estivesse prestes a desabar sobre nós. Ela me olhava de um jeito diferente, os olhos brilhando sob a luz fraca do painel do carro. Sua mão subiu devagar, os dedos roçando minha nuca, a

