Leo se aproxima com passos hesitantes, o suor brilhando em sua testa, como se tivesse corrido uma maratona. Seu rosto está pálido, as mãos tremem levemente ao tentar colocar uma no bolso, sem sucesso. Ele para na sua frente, respira fundo, mas não diz nada de imediato. — Leo? — você franze a testa, tentando entender o motivo de tanto nervosismo. — O que tá acontecendo? Ele abre a boca para responder, mas fecha novamente, como se estivesse lutando contra as palavras. Passa as mãos pelo rosto, respira fundo outra vez, e então olha para os lados, como se quisesse garantir que ninguém mais estava por perto. — Cara... eu não queria ter que falar isso. Eu juro. — A voz dele sai rouca, embargada. Os olhos começam a se encher de lágrimas, o que te pega desprevenido. Você nunca tinha visto Leo c

