— Vá Gabrielle, eu explico-me com ele. — Anita disse-lhe ainda no escuro do corredor, ele olhou-a com algo que eu não o conheci, certamente estão envolvidos pensei. Sou um i****a, ao observar a porta da taberna bater, arrancou o braço da minha mão, observei o seu gesto brusco, mas ao invés de sair, fugir ela encarou-me. — Você sempre faz cenas ridiculas de ciúmes, sempre me acusa, me aponta como uma mulher sem caráter, sempre questiona ao ver-me aproximar de um homem, eu vejo Gabrielle como o seu fiel parceiro, seu amigo, seu irmão. — Mas é homem, eu vi quando vocês se aproximaram no bar, ele estava roçando em você acha que eu não vi? — Gargalhou alto, afirmando. — Claro que viu, é evidente que viu não sei se viu ele veio-me avisar que não era para olhar as mulheres em seus negócios, se s

