CAPÍTULO 3 ABUSADA

1105 Words
Lobo narrando. Como eu falo os problemas nunca param no morro, o dia m*l amanheceu em plena segunda feira, e eu já estou indo resolver problema com morador bêbedo, ameaçando a mulher e os filhos dentro de casa. E se tem uma coisa que eu gosto de resolver pessoalmente é esses tipos de coisas, homens covardes tem que lidar com homens de verdade e isso eu faço questão de mostrar pra ele. - Bom dia. - falei me aproximando dele. Que arregalou os olhos ao me ver. - Lo...bo. - falou gaguejando. - Vamos ter uma conversinha. - falei com um sorriso de lado. Ele caiu de joelhos no chão. - Por favor eu prometo que nunca mais vou fazer isso. - falou. - Odeio homens como você. - falei me abaixando na sua frente. - Vai me acompanhar ou quer resolver aqui mesmo, na frente da sua família e o morro todo como plateia. - falei olhando nos olhos dele. Ele olhou em volta vendo a quantidade de pessoas que estão prontas pra ver o show e assentiu se levantando. - Boa escolha. - falei e me levantei. Ele veio me acompanhando com vapores do seu lado, chegamos na boca. - Levem ele pra salinha. - falei sentindo meu celular tocar no bolso. Peguei, mais não conheço o número, atendei. - Fala. - Atendi. - Gostaria de falar com o lobo. - falou, muita formalidade. - É ele pode falar. - Eu respondi. - Sou Helena da ONG aprender e crescer, queremos marca uma visita... - Nem deixei terminar de falar. - Não. - Respondi. - Você nem me deixou falar. - falou. - E nem vou. - falei e desligou. Era só o que me faltava esses sangues sugas de governo vim pagar de bom samaritano no meu morro. Voltei a andar pra salinha mais o meu celular tocou de novo, o mesmo número. Essa é insistente. - Você não pode desligar assim na cara das pessoas. - Ela já falou de cara assim que eu atendi. - Eu posso e faço o que eu quero, e não quero ONGS atrás de dinheiro do governo fingindo que faz alguma coisa no meu morro, o moro é meu, cuido eu, não me liga de novo p***a. - falei e desliguei. - Menina abusada. - falei pra mim mesmo. Coloquei o celular no bolso e fui pra salinha. - Lobo por favor podemos conversar. - falou. - E o que você acha que vamos fazer. - falei abrindo um sorriso. - Eu juro nunca mais fazer isso. - falou. - Eu sei, e vou garantir que não faça. - falei e dei um soco no seu rosto, fazendo ele tombar pra trás. Segundo soco, terceiro soco, quarto soco, quinto soco. Ele caiu, abriu um sorriso de lado. - Deixa ele aí até acordar e depois manda pra casa, e avisa que se voltar a repedir ele nunca mais volta. - falei pegando um pano e limpando minha mão. Sai da sala e voltei pra boca, mais meu radio tocou. “Lobo, tem uma ruivinha aqui na entrada querendo ver você” - O vapor falou. “To chegando” - falei e subi na minha moto. Não me lembro de nenhuma ruiva que eu tenha pegado recentemente, mas vou dar uma olhada, mulher nunca é demais. Parei minha moto na barreira e olhei pra ela, ruiva dos cabelos cacheados longos, rostinho e boneca e corpo de modelo, com certeza essa eu não peguei, se não me lembraria. Desci da moto e me aproximei do vapor que estava conversando com ela. - Ta aí ruivinha quem você estava procurando. - Ele falou e ela olhou pra mim. Travou olhos em mim e não falou nada. Cruzei os braços e abrir um sorriso de lado. - Te conheço? - falei olhou ela de cima a baixo. - Não, mas nos falamos por telefone. - Ela falou. Olhei pra ela confuso. - Helena da ONG. - Ela falou. - Vejo que sua ousadia não é só pelo telefone, teve a coragem de vim no meu morro. - falei com um sorriso de lado. - Eu quero conversar, quero fazer alguns projetos... - interrompi. - Essa vai ser a última vez que eu falo com você Helena da ONG. - falei me aproximando olhando dentro dos olhos dela. - Você pode parar de me interromper sua mãe não te deu educação. - falou sustentando o meu olhar. “Ela é valente, nunca nenhuma mulher me peitou assim, além da minha vó”. - Sabe quem eu sou pra ta falando assim comigo. - falei bem próximo dela. - Um cara que ta me impedindo de ajudar as pessoas. - falou se afastando um pouco, mas seus olhos não saíram dos meus. - Olha menina vou relevar dessa vez, porque estou vendo que não sabe onde está pisando, não volta mais aqui porque não vai da bom. - falei me afastando e me virei. - Eu não tenho medo de você. - falou alto. Me virei e olhei pra ela. - Deveria, porque um corpo pequeno igual o seu, é muito fácil de se livrar. - falei sorrindo e ela arregalou os olhos. - Ta me ameaçando. - falou nervosa. - Entenda como quiser, não quero mais você no meu morro. - falei nervoso. “Essa menina está querendo que eu perca a cabeça”. - Eu vou voltar todos os dias, até que você aceita a nossa visita e a nossa ajuda. - falou. - Pode ter certeza de que dá próxima vez que você voltar aqui, você nunca mais sai. - falei olhando nos olhos dela. Eu vi o medo no olhar dela, mas ela não abaixou a cabeça. - Então nos vemos amanhã. - falou e virou as costas pra mim. “Filha da p**a” - Quem era? - o Victor perguntou atrás de mim. - Alguém muito abusada. - falei. - Nunca vi ninguém te enfrentando assim além da vovó. - falou sorrindo. - O bom é que essa eu posso matar. - falei indo pra minha moto. - Aviso pra geral, se a ruivinha aparecer de novo leva pra minha sala. - falei subindo na moto. Menina abusada, mas ela vai saber com quem está mexendo, e eu vou fazer ela entender com quem ela está falando e pra quem ela tem que abaixar a p***a da cabeça. A filha da p**a conseguiu acabar com a p***a do meu dia, nem sei por que eu fiquei nervoso com a merda de uma menina abusada que deve ter a idade da minha irmã.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD