DEZ Taino, St. Marcos, USVI 18 de Março de 2012 Ava e eu descemos a calçada, silenciosas como um casal de velhos casados, ao invés de duas mulheres que se conheciam há quinze horas. Eu caminhava na sua frente, mas estava começando a ficar lenta. Da vida, no entanto, não de liminar. Quando chegámos no automóvel, Ava colocou as duas palmas das mãos no teto. “Diga-me que tem fome e está pronta para um coquetel”. Ela colocou um antebraço à frente do seu rosto e olhou para um relógio imaginário. “Sim, definitivamente chegou a hora para um almoço tardio”. “Preciso ver o Penhasco Batiste”, eu disse. “Apenas vê-lo. Acho que não posso entregar isto ao Walker, e deixá-lo ir sem ver por mim mesma”. Ava fez uma pose de palco, colocando seus braços esticados no ar, todos os dez dedos apontando pa

