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1242 Words
Muralha ☠️ Trabalhei para um c*****o hoje, recebi altas mercadorias novas, minha fortuna iria triplicar só nesse baile. O pai iria lucrar de mais! Quando a noite caiu olhei no relógio que estava no meu pulso, me certificando de que estava quase dando a hora, então eu guardei as coisa que estavam sobre minha mesa e fui para casa. Tomei um longo banho e me trajei daquele jeito: Calça e camisa pretas, relógio de ouro, coloquei minhas correntes no pescoço, rádio e arma na cintura, vestir uma jaqueta preta de couro. Fala tu, tava lindão. Pequei minha moto na garagem e arrastei para o local do baile de hoje. Fui para o camarote encontrando ali meus aliados de outros Morros, alguns soldados, começamos a beber e jogar conversa fora, altas piranhas jogando pra mim, tudo normal por aqui. Baile tava tipo como? Redendo de mais, estava faturando horrores. Firma só crescendo, do jeitinho que o pai gosta. Dia de baile era outro nível, subia muito filhinho de papai aqui, eles eram os que mais me davam dinheiro, compravam drogas e bebidas em um nível absurdo. Abri o i********: e resolvi jogar uma foto minha que Mel tinha tirado em algum momento daquele baile, fazia tempo que não atualizava nada nesse aplicativo. Gargalhei dos comentários ridículos daqueles viados assim que postei. Guardei o celular no bolso e voltei minha atenção para o que acontecia ao meu redor Eu estava no camarote curtindo minha onda numa boa até o momento em que a Vanessa chegou e começou a apertar minha mente, essa praga não sai do meu pé por nada. Esse é o lado h******l de comer uma mina por mais de uma vez, elas começaram a achar que são fiéis ou que tem algum privilégio comigo. Sai de perto dela e caminhei até o batente de metal do camarote. Olhei para baixo e lá estava ela, p***a era impossível não notar ela, mesmo na multidão a mandada se destacava, ela estava gostosa pra p***a naquela roupa curta e apertada. Assim que seu olhar finalmente se encontrou com o meu, ela deu um sorrisinho de lado e voltou a dançar sabendo que eu estava olhando. Ela tava provocando de mais, cada rebolada meu p*u ficava ainda mais duro. Ela provocar umas reações doidas por todo o meu corpo, só de olhar para o maldito rosto dela. Vanessa: p***a Noah! Para de olhar pra oxigenada lá, eu to aqui todinha sua - Se aproximou tentando me beijar, tirei a mão dela do meu rosto. Muralha: Tu tá me chamando assim porque? To te dando essas intimidades não filha, te orienta - Revirei os olhos - Pra você é MU.RA.LHA - Falei meu vulgo pausadamente pra ver se entrava manda mente dela. Vanessa era responsa, fazia bemzão, mais a mina era muito emocionada, achava que era minha fiel, fala tu jamais, nunca tive e nunca terei. Olhei para baixo novamente, Leão estava lá dançando com elas, tinha vários p*u no cu tudo babando nela, fala tu vi primeiro nessa p***a! Resolvi descer e marcar meu território, não estava aguentando mais não. Necessito daquela b***a sobre meu p*u. Muralha: Koer desses rebolados ae em Leão? - Gastei com sua cara. Leão: Chefinho tá com inveja? - Forçou uma voz fininha e nós gargalhamos - Eu danço melhor que todas vocês juntas - Apontou com cara de deboche levantando a blusa fazendo uma espécies de cropped, sei lá o nome disso. Aline: Arrasa bixa - Batel palmas ajudando ele a deixar a blusa curta. Mel: Eu pago cinquenta reais - Entrou na brincadeira. Leão: Sai suas pão carecas invejosas - Jogou o cabelo invisível para o lado - Vem Jade, não se misture - Pegou no braço dela a puxando para o meio da multidão, sumindo do nosso campo de visão. Sofia: MEU DEUS! - Falou entre gargalhadas com a mão na barriga. Que risada filha da p**a de perfeita. Aline: Vou pegar algo pra beber - Levantou a mão mostrando o copo transparente que estava vazio. Mel: Vou contigo - Pegou na mão dela e as duas sairam igual flex. "Ô, tipo iô-iô Sua b***a vai descendo e vem subindo É uma roda-gigante No meio do baile funk No jogo sou atacante E o corte na cabeça?" Começou a tocar mais alto, fazendo geral cantar junto. Sofia: EU AMO ESSA MÚSICA! - Gritou levando uma das mãos até o joelho e começou a rebolar na minha frente. Muralha: "Eu só vejo sua b***a no meio de várias" - Cantei a parte seguinte da música no ouvido dela que se arrepiou toda. Ela virou o rosto olhando para mim e deu um sorrisinho s****o - Tu tá provocando de mais, acha não? - Puxei ela pra mim. Sofia: Se não for pra causar eu nem tinha saido de casa coração - Se aproximou colocando os braços em volta do meu pescoço enquanto olhava em meus olhos. Levei minhas mãos até a cintura dela, olhei nos olhos delas e depois para sua boca rosada, ela me olhou com cara de pouco interesse levando o copo até a boca bebendo o restante do líquido. Assim que secou o copo ela finalmente voltou sua atenção para os meus olhos dando um leve sorriso após passar o polegar no canto da boca limpando algo ali, e p**a que pariu que visão perfeitos. Eu to muito gay. Ela deslizou sua mão até meu peitoral e afastou seu corpo do meu ao empurrar sua mão, antes que ela pudesse realmente sair dos meus braços eu levei minha mão até sua cintura puxando ela novamente, chocando nossos corpos com certa força. Muralha: Qual foi? Tenho que pedir permissão? - Apertei um pouco sua cintura. Sofia: Para você eu tenho setenta anos, sou casada e tenho cinquenta filhos - Disse debochada, acabei dando risada da cara de p*u dela. Muralha: Já ouviu falar que: "Panela velha é que faz comida boa" - Levantei uma das sobrancelhas e ela gargalhou jogando a cabeça para trás - Eu não me importo - Aproximo meu rosto do seu. Deixei uma mão na sua cintura e a outra deslizei até seu pescoço e finalmente acabei com a distância juntando nossos lábios. No começou ela não reagiu, mas logo sorriu e me deu espaço para beijar sua boca. Que beijo perfeito meu pai. Nossas bocas se encaixavam perfeitamente, minha mão parou em sua coxa subindo até a altura da minha cintura dando um leve aperto ali, fazendo com que nossos corpos ficassem ainda mais colados, a boca dela tinha um leve gosto de bebida misturado com morango. Puta que pariu! Suguei seu lábio inferior com uma certa força fazendo ela arranhar de leve a minha nuca. Apertei sua cintura quando ela passou sua língua na minha e em seguida seus dentes sobre meu lábio até soltar ele lentamente, a tortura mais gostosa da minha vida. Ela encerrou o beijo com alguns selinhos, só paramos o beijo por falta do maldito ar. Pra que respirar quando eu posso estar beijando essa maldita boca perfeita? Que se f**a o ar! Sofia: Nossa! - Sussurrou com a respiração pesada. Muralha: Outro patamar né? - Colei minha testa na dela dando um sorriso de lado. Sofia: Se acha de mais - Sorriu de leve contra minha boca e me puxou pelo pescoço para outro beijo. Eu poderia passar o resto da minha vida apenas beijando único e exclusivamente seus lábios rosados, eu prometo jamais reclamaria.
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