Callie Torres P.O.V
Quando a hora do almoço chegou, sentei na minha mesa com um donut de morango. Também peguei um café na máquina de venda automática, no caminho de volta do banheiro feminino.
Normalmente, eu teria trago uma refeição de verdade ou sairia com as outras assistentes para pegar alguma coisa, mas o tempo não estava do meu lado hoje. Tudo graças ao prazo suicida, que a minha amada chefe havia exigido.
Maldita i****a!
Assim, enquanto eu estava reclamando sobre a minha provável desnutrição, ouvi a porta do elevador se abrir.
Olhando para cima, sorri quando vi Lexie sair de lá. Ela já trabalhava aqui quase o mesmo tempo que eu, e eu a considerava uma grande amiga graças ao seu jeito doce e gentil de tratar todo mundo. Impossível que ela não fosse uma das minhas pessoas favoritas da empresa. - Pronta para o almoço, Callie? - ela perguntou, sorrindo docemente
- Poxa, Lexie, desculpa, eu não vou sair hoje. Sei que prometi ontem, mas hoje está sendo um dia infernal. Não há absolutamente nenhum jeito de eu fazer uma pausa e conseguir terminar essas patentes. - olhei para ela repetindo minhas desculpas. Gesticulei com o donut na mão, enquanto seu sorriso se transformava em algo forçado.
- Dia infernal, ou uma chefe infernal? - Ela se inclinou e riu. Lexie sabia tudo sobre Mrs. Robbins em seus piores dias.
- Você está certa quanto a última parte. - Respondi tentando limpar minha mão do açúcar de donut para poder amarrar meu cabelo. - Eu estou absolutamente atolada, pode ir sem mim.
- Mas ... - Ela tentou argumentar.
- Lexie , não há mesmo nenhuma maneira. Mesmo que eu trabalhe até às sete da noite, eu ainda acho que não vou ser capaz de terminar todas as patentes a tempo. Eu realmente sinto muito e eu prometo buscar você na próxima vez.
- Tudo bem, mas qualquer coisa grite por mim. Podemos te resgatar, você sabe. - Respondeu minha amiga com um sorriso antes de chamar o elevador.
Deus, este ia ser um longo dia. Percebi, pela terceira vez em tantas horas, que a minha meia calça começava a escorregar.
Quando percebi que precisaria mesmo trabalhar na Robbins Corp, já que não havia revistas contratando, resolvi entrar no jogo e me vestir como a multidão de roupas sociais. Desde então, com as dicas incríveis da minha irmã mais velha, eu até havia conseguido manter uma linha de roupas decentes para trabalhar.
A única parte r**m era os sapatos. Deus, como eu odeio saltos. Mas com a ajuda extrema das dicas de Lexie, aprendi que os pares mais caros tendiam a ser os mais confortáveis de usar pela qualidade. Odiava admitir, mas ela tinha razão em me empurrar para aqueles saltos ridiculamente caros. E agora meu armário era o lar de vários pares de design moderno.
Apesar de Lexie também dizer que meus oculos de trabalho me davam um ar de seriedade, na maior parte do tempo eu me sentia uma i****a, principalmente quando eles escorregavam com Mrs. Robbins por perto. Por isso eu evitava usá-los se não estivesse trabalhando.
Voltando a minha meia calça irritante, precisei abaixar na minha mesa para tentar endireitá-la, foi quando senti alguém se aproximar. Sem olhar para cima, tive a ideia brilhante de responder: - Olha Lexie, eu não... - Parei quando finalmente olhei para cima e vi que não era Lexie que estava lá. Meu rosto ficou vermelho e eu puxei meu vestido o mais rápido possível para baixo, tentando cobrir as minhas meias escorregadias.
- Sinto muito Mrs. Robbins eu ...- mas ela me cortou.
- Srta. Torres, já que obviamente têm tempo de conversar com suas amigas assistentes, já deve ter concluído as patentes que pedi. - disse ela quando olhou para mim. - Também preciso que você corra lá em baixo na contabilidade e pegue a análise de lucro para o terceiro trimestre. Você acha que pode cuidar disso?
Ela me chamou de office girl? Suspirei pesadamente e olhei para o monte de trabalho que eu ainda tinha que fazer, tentando dominar o meu temperamento, indo então até ela para encontrar os seus olhos azuis em chamas.
- Com todo o respeito, Sra. Robbins. Eu sou apenas uma pessoa e não...
- Não era um pedido. Isso é tudo, Srta. Torres - ela me interrompeu, me olhando por um momento com um maxilar cerrado, e depois virou as costas como um furacão voltando ao seu escritório batendo a porta novamente.
Qual a p***a do problema dela comigo?
Revirei os olhos, terminei de ajeitar meu vestido e meia calça, agarrando meu blazer na parte de trás da cadeira para minha visita forçada a contabilidade. Quando voltei, eu bati na porta do escritório, mas não houve resposta e a porta estava trancada. A i****a provavelmente saiu para o almoço, me deixando aqui para fazer o seu trabalho.
Enfiei a pasta através da fresta de cartas na porta de seu escritório, esperando que os papéis se espalhassem por toda parte e ela tivesse que se abaixar e organizar ela mesmo. Poderia dar certo. Então novamente, pensando bem, eu não esperava que isso acontecesse. Eu a conhecia, ela iria me chamar para esse chão para fazer isso enquanto ela assistia, tirando mais tempo do meu projeto já impossível.
(...)
Porra! - pensei pela centésima vez na última hora.
Corri para o corredor escuro do prédio agora vazio, agarrei o material da apresentação em meus braços, e olhei para o relógio. 7:20. Jesus Cristo, porque nada deu certo para mim hoje? Mrs. Robbins iria, provavelmente, chutar a minha b***a. Eu estava 20 minutos atrasada. E ela odiava atrasos. Atraso não era uma palavra encontrada no Dicionário da i****a Arizona Robbins, especialmente em seus dias ruins. Junto com um coração, tempo livre, ou algum agradecimento.
O atraso nem havia sido meu, eu tinha terminado o trabalho impossível com 45 minutos sobrando quando pedi para a garota da cópia tirar algumas impressões coloridas dos documentos que a presidente precisava assinar. Mas uma tarefa que leva 5 minutos, levou 50 quando o sistema de compartilhamento com as impressoras simplesmente parou. Eu surtei.
Minha irmã estava saindo com uma policial agora, bem que ela poderia prender Mrs. Robbins por me escravizar.
E agora, lá estava eu, correndo pelos corredores vazios do prédio nos meus sapatos, correndo em direção a minha carrasca.
Respire, Callie. Ela sente o cheiro do medo.
Quando me aproximei da sala de conferências, tentei inutilmente acalmar minha respiração. Talvez ela estivesse atrasada, e ainda estava trabalhando em seu escritório, ou até mesmo no laboratório como ela costumava fazer mais recentemente.
Sim, certo. Passei por seu escritório e os meus medos foram confirmados. A porta estava aberta, a lâmpada da mesa só iluminava a sala, e a cadeira de couro enorme? Vazia.
Merda.
Eu desacelerei para uma caminhada quando me aproximei da sala de conferências, a luz ofuscante escapando por baixo da porta fechada. Ela estava definitivamente lá, esperando por mim. Cuidadosamente, eu tentei alisar meu cabelo e minha roupa, segurando o conjunto de documentos em meus braços. Tomei uma respiração profunda, e bati na porta.
- Entre. - Minha respiração ficou ofegante e um pequeno suspiro escapou dos meus lábios com o tom de sua voz. Ela não parecia zangada, era pior. Ela parecia entediada. Farta de esperar. Ao menos era o que transparecia através da sua expressão impenetrável.
Endireitei os ombros, entrei na sala m*l iluminada. A sala era grande, um lado cheio de janelas do chão ao teto que davam uma bela vista da paisagem urbana de National City, 18 andares abaixo. No centro havia uma mesa de reunião grande e pesada de madeira, e sentada à cabeceira da mesa, de frente para mim estava Mrs. Robbins.
E ela ficou lá, blazer pendurado na cadeira atrás dela, mangas da camisa de seda arregaçadas até os cotovelos e os dedos parados em frente a ela. Seus lábios vermelhos sangue eram uma linha reta e seu olhar de tédio parecia fixo naquele rosto malditamente perfeito.
Seus olhos pareciam querer perfurar os meus, mas ela não disse nada.
- Peço desculpas, Mrs. Robbins -, eu disse, minha voz vacilante com a minha respiração ainda pesada, - Houve problema na nossa rede interna e, - eu parei.
Desculpas não ajudariam na minha situação. E não, além disso, eu não ia deixar ela me culpar por algo que eu não tinha como controlar. Ela que fosse para o inferno e contratasse alguém como o the flash se quisesse alguém mais rápido que eu.
E com a minha nova bravura encontrada no lugar do medo, eu levantei meu queixo e caminhei até a mesa.
Sem encontrar o seu olhar, eu dei uma olhada no meu trabalho e coloquei a apresentação sobre a mesa de madeira diante de nós. - Você está pronta para que eu comece Mrs. Robbins? - Eu pedi, sem tentar esconder o veneno na minha voz.
Ela olhou para mim, não respondendo, mantendo seu olhar gelado. Isso seria muito mais fácil se ela não fosse tão bonita. Qual é o ponto de ter um rosto tão lindo quando há uma i****a tão ligado a ele? Eu me odiava por observar sua aparência. Mais ainda, por babar internamente pelo que via.
Claro que ela era linda, por isso ela agia como um ser com o ego gigantesco para cima de mim. Toda mulher neste edifício se jogava sobre ela, por mais incrível que isso parecesse, e como ela era muito arrogante e presunçosa, até mesmo confirmava isso. Todos menos eu. E talvez por eu me orgulhar de ser a única que nunca tentou ganhar sua atenção, ela me detestasse tanto.
Ainda não dizendo nada, ela apontou a mão para os documentos diante dela, me pedindo para continuar. Eu limpei minha garganta e comecei a explicar sobre as patentes adquiridas pela Robbins Corp. E enquanto eu passava por diferentes fases do projeto dela, ela não disse uma palavra. Apenas olhava para a frente, seus olhos encontravam o nada.
Eu estava debruçada sobre a mesa, apontando para um conjunto de fotografias quando eu senti. Sua mão levantava lentamente do seu colo e apertou suavemente a minha parte inferior das costas antes de deslizar para baixo, parando na minha b***a.
- A companhia pode ter essa impressão d... - Eu parei no meio da frase, minha respiração presa na minha garganta, e eu congelei.
Um milhão de pensamentos correram pela minha cabeça naquele instante. Nos 9 meses que eu havia trabalhado para ela, ela nunca tinha me tocado intencionalmente. E isso era definitivamente intencional.
O calor de sua mão queimava pela minha saia e na minha pele. Cada músculo do meu corpo tencionou, como se um fogo corresse por dentro de mim. Que diabos ela estava fazendo? Meu cérebro gritou para eu tirar a sua mão, para dizer para ela que nunca me tocasse novamente, mas meu corpo tinha outras ideias. Meus m*****s endureceram, e apertei minha mandíbula em resposta. m*****s traidores.
Eu soltei o fôlego que eu estava segurando, e eu senti meu coração batendo forte no meu peito. Pelo menos um minuto tinha que se passado, e nenhuma de nós disse nada, a nossa respiração e o barulho mudo da cidade abaixo eram os únicos sons ecoando no ar da sala de conferências.
- Se vire Srta. Torres -, disse ela calmamente. O som da sua voz quebrou o silêncio, eu suspirei silenciosamente e fechei os olhos ao som. Arrumei minhas costas, os olhos virados para frente. - Você quer que eu pare?
Eu não queria, mas também não sabia como responder.
Lentamente me virei, me movendo com sua mão em mim, deslizando para o meu quadril. Eu olhei para baixo para encontrar seus olhos, e ela olhou fixamente para mim. Mais silêncio.
Eu podia ver o peito dela subindo e descendo, e cada respiração mais profunda do que a última. O polegar começou a se mover, lentamente, deslizando para trás e para frente, seus olhos nunca deixando os meus. Ela estava esperando que eu a parasse, não houve tempo suficiente para eu dizer alguma coisa. Mas tanto quanto eu odiava ela, eu sabia que não podia dizer essas palavras. Eu nunca me senti assim. Cada músculo ficou tenso na expectativa. Eu podia sentir o calor que emanava de sua mão, percorrendo meu corpo, e a umidade que começava a se infiltrar na minha calcinha.
Com os olhos encarando os meus ela começou a deslizar lentamente a mão mais pra baixo. Seus dedos percorreram minha coxa até a barra do meu vestido. Ela mudou de lado e sua mão repousava sobre o topo das minhas meias, curvando a mão suave em torno de minha coxa.
Quando a mão levantou minha perna, meu corpo tremia com o poder do ódio e luxúria lutando dentro de mim. Como ela ousa pensar que pode me tocar? Eu m*l podia acreditar que meu corpo traidor estava gostando tanto daquilo.
Como eu poderia deixar meu corpo reagir assim? Eu queria dar um tapa no rosto dela e dizer para ela ir se f***r, mas mais que isso, eu queria que ela continuasse.
A dor lenta entre as minhas pernas estava aumentando, e eu podia sentir a umidade escorrendo quando os dedos se aproximavam. Ela chegou à borda da minha calcinha de renda e ela deslizou seus dedos sob a bainha. Eu senti ela deslizar nos meus lábios depilados, e passando pelo meu c******s antes de mergulhar um dedo dentro de mim. Fechei os olhos, e mordi o lábio tentando asfixiar o meu gemido. Quando eu olhei para ela, seus olhos eram selvagens com luxúria, e gotas de suor se formavam em sua testa.
- Merda -, ela rosnou baixinho. Seus olhos estavam fechados e ela parecia estar travando a mesma batalha interna que eu. Com os olhos ainda fechados, ela retirou o dedo e o pedaço de renda fina da minha calcinha na mão.
Ela estava tremendo e ela olhou para mim, a fúria e a luxúria em seus olhos. Em um movimento rápido, ela arrancou-os do meu corpo, o r***o do tecido ecoou no silêncio.
Puxou meus quadris para perto dela, me levantando sobre a mesa fria e espalhando as minhas pernas na frente dela. Senti o calor se espalhando rapidamente através do meu centro, e eu dei um gemido involuntário quando os dedos voltaram a esfregar as proximidades do meu c******s. Eu desprezava essa mulher arrogante e tudo o que ela representava, mas meu corpo pouco se importava da minha opinião sobre ela. Ele só queria o toque que ela estava me dando. Minha cabeça caiu para trás quando eu me apoiei sobre os cotovelos, sentindo meu orgasmo iminente se aproximando rapidamente.
Mas depois ela parou, retirando a sua mão de dentro de mim e eu realmente pulsava a perda. Eu choraminguei alto quando a minha cabeça voou para olhar para ela. Me sentei rapidamente tomando a frente da camisa em meus punhos e puxando seus lábios quase contra os meus. Ela parecia mesmo incrível, e eu odiava isso. Mordi o lábio inferior quando as minhas mãos fizeram o trabalho rápido até a frente da calça.
- É melhor estar preparada para terminar o que começou, Mrs. Robbins.
Ela resmungou e puxou o zíper e******o do meu vestido, puxando como se o tecido queimasse. Ela agarrou meus s***s unindo-os, disparando uma dor prazerosa através de meu corpo, e fazendo as minhas mãos acelerarem seus movimentos para puxar sua saia para baixo junto a sua calcinha de renda. Passei minha mão ao longo do seu sexo molhado, arrancando o primeiro suspiro dela.
- Oh, eu pretendo fazer mais do que isso, Srta. Torres.
A maneira como ela jogava meu nome deveria ter enviado uma onda de fúria através de mim, mas eu só sentia uma coisa agora. Desejo puro, total. De repente, senti a barra do meu vestido sendo empurrada até minhas coxas, e ela empurrou minhas costas sobre a mesa de reuniões. Antes que eu pudesse pronunciar uma única palavra, eu senti sua mão na minha cintura e um de seus dedos experimentando a fricção dentro de mim. - p***a! - Eu gritei alto.
- Então você xinga? - Eu a ouvi assobiar com os dentes cerrados, quando seus dedos rapidamente bateram contra mim. Não conseguia segurar os gemidos, que quase pareciam gritos agora. Senhor, eu nunca havia sido tão escandalosa transando com alguém, mas aquela experiência estava muito fora da casinha para eu racionalizar.
- Você nunca foi fodida desse jeito antes, foi? Você não estaria tão fudidamente excitada se você estivesse sendo devidamente fodida.
Quem ela pensava que era? E por que diabos ela estava curvado sobre mim se ela achava que estava certa? Eu nunca tinha feito sexo em qualquer outro lugar, só sobre uma cama, então, claro que eu nunca me senti assim.
Seus dedos ficavam tão bem dentro de mim, e despertou coisas que eu ainda não tinha conhecimento da existência. Como um bom orgasmo.
Nunca tinha sido capaz de gozar durante o sexo. Normalmente, eu tinha de me esconder no banheiro e depois cuidar de tudo sozinha. Mas ela já tinha me levado a isso duas vezes. - Eu já tive melhores -, eu provocava ofegante, olhando para ela com olhos estreitados.
Seus olhos queimavam e ela se retirou de dentro quando eu estava prestes a chegar na borda. Eu rosnei para ela quando ela soltou minha cintura. No começo eu achava que ela ia realmente me deixar assim, até que ela pegou meus braços e me puxou para cima da mesa e bateu os lábios contra os meus novamente.
A próxima coisa que eu senti foi a janela fria contra a minha b***a, e eu gemia no intenso contraste de temperatura entre ele e minha pele. Eu senti como se eu estivesse pegando fogo, cada parte de mim queria sentir o seu toque áspero.
- Você realmente não deveria ter dito isso, Srta. Torres -, ela rosnou com raiva quando ela se afastou e rapidamente me virando em torno e pressionando minha frente contra a janela e chutando meus pés. - Abra suas pernas. Agora!
Eu fiz o favor de abrir as pernas para ela, ela agarrou meus quadris, me puxando para trás. - p***a! - eu gemi alto quando senti seus dedos em mim novamente.
- Você gosta disso, não gosta?, ela zombou, levando minha orelha entre os dentes e arrastando-os em toda a minha pele. - Diga logo, você quer gozar, Srta. Torres? Responda-me ou eu vou parar e fazer com que você me chupe-, ela assobiou, dirigindo-se cada vez mais fundo dentro de mim os dedos girando agora a cada estocada.
- Sim ...porra sim...Oh meu... merda! - exclamei quando as minhas mãos bateram contra o vidro, meu corpo tremia inteiro do orgasmo que estava correndo por mim, me deixando ofegante. Quando ela finalmente cedeu, ela retirou seus dedos mim e me girou em torno dela para enfrentá-la, e seus lábios encontraram os meus mais agressivamente.
Minhas mãos encontraram seus cabelos e puxei punhados deles enquanto nossas línguas deslizavam uma contra as outras.
Soltei uma das mãos e trouxe-a para baixo para seu sexo entre nós e comecei a acariciá-la rapidamente, fazendo com que seus gemidos ecoassem na minha boca. Eu me afastei de seus lábios, olhando para ela com olhos cerrados.
- Agora eu quero todos de National City vendo a sua cara quando eu fizer você gozar tão forte que talvez, você esqueça seu nome.
Mas antes dela cumprir a promessa, fui mais ousada e escorreguei no vidro, tendo seu sexo a mercê da minha boca. Seu corpo inteiro tencionou e ela soltou um gemido profundo, como o meu gemido de prazer com o gosto dela. Eu olhei para ela, as palmas das mãos e a testa descansando no vidro, de olhos fechados bem apertados.
- Oh p***a ... p***a, p***a, p***a! -, ela gemeu quando minha língua escovou rapidamente seu c******s repetidas vezes. Tudo nela era apelativo, sua voz, seu corpo, seu cheiro e seu gosto.
Deus o seu gosto. Quando meus dedos a invadiram, eu pude sentir a forma como seu sexo apertava meus dedos a cada estocada. E quando eu senti seu liquido eu engoli cada gota. Uma mulher de verdade não tem medo de engolir, ironicamente esse tinha sido sempre o meu pensamento, e eu ainda não tinha decepcionado uma única mulher que tinha estado comigo.
E por sua resposta, pude ver que era altamente improvável que qualquer um desses pequenos gemidos nessa sala, que eu nunca tinha feito isso. v***a meticulosa. Deus, até onde isso iria?
Assim que minha boca se afastou do seu sexo, e ela cambaleou para trás, caindo na cadeira, tentando acalmar a sua respiração. Me levantei, tentando localizar onde diabos meu vestido havia ido parar. Até que encontrei seus olhos. Os segundos passavam, nenhuma de nós desviava o olhar. Sem dizer uma palavra eu puxei o vestido que estava quase pendurado na sua mesa e o vesti, sem me importar em fechar todo o zíper e sai, rezando para minhas pernas trêmulas não me traírem.
Agarrando minha bolsa da minha mesa eu apertei o botão de desligar do meu computador e vesti o meu blazer, tentando desesperadamente apertar o botão com meus dedos tremendo. Mrs. Robbins ainda não tinha saído, e eu quase corri para o elevador orando a Deus que eu chegasse lá antes que eu tivesse que enfrentá-la novamente.
Eu não poderia mesmo me deixar pensar no que aconteceu até que eu estivesse fora daqui. As portas se abriram e eu apertei o botão para o hall de entrada, observando enquanto cada andar passava. As portas douradas se abriram e eu corri para fora no corredor. Eu brevemente ouvi o segurança dizer algo sobre trabalhar até tarde, mas eu apenas acenei e acelerei passando por ele.
A cada passo meu corpo me fez lembrar dos acontecimentos da última hora. Quando cheguei ao meu carro eu pressionei o botão do alarme, abri a porta e cai sobre o seguro banco de couro. Olhei para cima e encontrei os meus olhos no espelho retrovisor.
Mais. Que. p***a. Foi. Essa?