O inevitável

1086 Words
Acordei em uma cadeira, sentada ao lado de minha mãe olhei para o lado eu via nuvens me encantei com o arco-íris que brincava com elas, olhei para as aeromoças que se aproximavam indicado que tínhamos chegando. Desci as escadas com a ajuda de meu pai, minha mala estava tão pensada que fez tropeçar. Olhei para o aeroporto que estava lotando, tentei reconhecer meus avós mais não vi nada. Me virei para ajudar minha mãe que m*l conseguia andar com suas malas lotadas de roupas, quando sentir alguém tocar meu braço, olhei para o senhor de olhos verdes que sorria para mim e tentava pegar minha mala. Não tive tempo de me mexer quando uma senhora de cabelos brancos me abraçou e depositou um beijo em minhas bochechas, seu sorriso me incentivou a sorrir. Meu pai abraçou meu avô e andaram pela saída enquanto mamãe conversava com minha avó e eu segurava nas mãos. Pegamos um táxi e pela janela eu observava as pessoas andarem todas com uma grande pressa, era como se elas sempre com pressa. Já estava com a cabeça girando quando entramos em uma rua que dava acesso a algumas casas, era distante da cidade. Avistei árvores, crianças correrem, é uma casa com um jardim rodeado de flores. Uma casa modesta com uma pintura antiga, o taxi parou então percebi que ali seria minha nova casa. Ajudei meus pais com as bagagens, puxei elas enquanto meus avós mostravam o jardim, eu só queria me deitar. Abrir a porta e meus olhos avistaram um rapaz alto 1,80 branco com os cabelos loiros e aqueles olhos verdes que nem os do meu avô. Ele sorriu e eu retribuir, avaliei os cabelos, o rosto e percebi o quanto ele se parecia comigo. - Quer ajuda? - Não, obrigado está tudo bem eu consigo. - puxei minha mala para a sala e me sentei no sofá que parecia mais uma cama. - Qual o seu nome ? - olhei para ele e finquei o bom tempo imaginando o que ele seria para meus avós - me chamo Alice e você ? - ele sorriu - Sebastian, quer que eu te mostre o seu quarto? - Não, mais valeu irei esperar meus pais. Olhei para uma prateleira que havia várias fotos de quando eu era bebê. Sebastian sentou do meu lado e ficamos em silêncio enquanto ele assistia algo na tv, me levantei e fui até a cozinha, lá havia uma varanda que dava acesso ao jardim. Me admirei de ver tantas flores, olhei para o lado e Sebastian me observava, corei instantaneamente. Ouvi passos da cozinha e me virei para olhar, avistei minha avó que mexia algo na panela que tinha um cheiro maravilhoso. O jantar foi servido as 17 horas, minha barriga estava doendo de tanta fome, me sentei a mesa e observei mamãe conversa com Sebastian. Meu pai por sua vez permanecia calando, era como se não estivesse ali, era como se ele não gostasse de algo ou não fizesse questão de conversar com ninguém. Terminei de comer e resolvi ajudar vivo com a lavar os pratos. Eu estava tão animada em conhecer a faculdade em que eu iria começar que m*l podia esperar. Depois que terminei, fui até a sala e mamãe e papai assistiam tv com meus avós, fui para meu quarto estava cansada, subir os degraus com tanta rapidez que dei de cara com Sebastian no corredor. Ele me empurrou na porta e colocou o peso do seu corpo no meu. Colocou as mãos em meus cabelos e puxou, me fazendo olhar para ele. - Você é linda sabia ? - engoli em seco, não conseguia respirar. Sebastian olhou para meus lábios e me beijou, colocado sua língua na minha e eu retribuir colocado minhas mãos nos ombros dele, e ele puxando meu cabelo para que eu fincasse mais perto dele, Sebastian depositou beijos por todo o meu pescoço me fazendo conchegas. Foi quando meu celular tocou me tirando daquele sonho que ele me proporcionava, peguei e quase deixo o celular cair quando vi o nome de Eduardo, Sebastian olhou para mim e soltou minha cintura e deu um sorriso de lado. - Vou deixar você atender seu celular, seu namorado deve está com saudades. - olhei para ele incrédula e me virei abrindo a porta do meu quarto para atender o telefonema, mais quando Eduardo falou eu não tive coragem de responder, eu estava tão confusa que no momento eu só queria dormir. Desliguei meu celular e me deitei, fechei os olhos e não pensei em mais nada.... Levantei eram 7:30 da manha o sol já invadia a janela do meu quarto, calcei os chinelos e abrir a janela qual era o motivo do barulho. Sebastian estava com uma regata que mostrava o quanto o seu corpo era definindo, mordi meus lábios ao observado cortar o gramado. Quando ele olhou para minha janela e piscou para mim, minhas bochechas coraram instantaneamente. Sai da janela e balancei a cabeça tentando tirá-lo dos meus pensamento, tentando afastar a v*****e de beija-lo novamente. /--/ No quintal da casa havia uma piscina imensa que fincava no final do jardim, olhei para água e coloquei meus pés à água estava gelada. Meus pais haviam saindo com meus avós e eu acabei dormindo e eles me deixando sozinha em casa. Sebastian estava na faculdade, então voltei para meu quarto coloquei meu biquíni que tinha detalhes de flores azuis, me deitei na grama e coloquei meus óculos, me senti tão bem. Fiquei pensando no quanto ali poderia ser meu refúgio, o sol começou a esquentar então decidi pular na piscina, nadei até o fundo e voltei para me sentar na beirada da piscina quando percebi que havia alguém em pé atrás de mim, me virei assustada. Sebastian me olhava dos pés à cabeça e eu me senti envergonhada que minhas bochechas queimaram. - Imaginei que estivesse aqui. - ele caminhou até a beirada e se sentou do meu lado. - Eu...e...estava aproveitado. - sorri de lado, quando Sebastian encarou meus lábios. Virei meu rosto para olhar para água e nela eu podia ver seu rosto, e no quanto ele era lindo. Suas mãos pegaram meu rosto e então ele me beijou, e em uma sincronização perfeitas minha língua passeava com a dele, enquanto ele passava as mãos na minha cintura. Coloquei minhas mãos nos cabelos dele, que pareciam de anjo, ele era tão parecido comigo, empurrei Sebastian na piscina e ele sem reação me puxou para seus braços.
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