Capítulo 36 Amanda

1171 Words

Amanda Narrando — Eita vão viver de esbarrões? – Falo deixando ela toda sem graça. Marília – Aí amiga parece uma coisa, ou sou eu que tô sempre no caminho dele, ou ele que está sempre no meu caminho, dessas duas uma coisa certa. – Fala com as bochechas vermelhas olhando para o Touro, que não teve olhos para ninguém nesse pagode eu não sei para ela. Pagode sempre foi meu refúgio, minha válvula de escape. A batida do tamborim, o cavaquinho ditando o ritmo, as vozes em coro... tudo me fazia esquecer dos problemas. Essa noite, eu precisava mesmo esquecer. O bar tava cheio, o som tava perfeito, e as meninas estavam comigo, fazendo o que a gente fazia de melhor: rir, dançar e reclamar dos homens. Enquanto a música tomava conta, Lasanha estava lá, no canto, me observando. Ele fazia isso o

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