JJ Narrando O ar dentro da sala de desenrolo tava cabuloso. Não era de hoje que o Touro tinha problemas pra resolver, mas dessa vez parecia mais pessoal. E quando o problema é pessoal, o caldo sempre engrossa. Negrão tava no meu encalço, como sempre, com aquela cara fechada que só ele sabia fazer. Entramos no local e demos de cara com Dandara amarrada numa cadeira, a expressão debochada estampada no rosto como se não desse a mínima pro que tava por vir. Mas eu sabia que ela tava só armando. Mulher como ela é cobra criada, cheia de graça, mas sente o peso quando o chicote estrala. Cheguei perto, botei o pé na cadeira dela e me inclinei, olhando direto nos olhos dela. – Então, Dandara, tu tá se achando esperta agora, né? Queria brincar de s*******m? Pois agora tu tá no palco certo. Ela

