Júlia narrando Abro meus olhos com certa dificuldade, minha cabeça dói, e a claridade só piora tudo, mesmo com tanta dor me esforço para abrir totalmente os olhos, tento juntar forças que aparentemente não tenho para levantar já que estou deitada sobre um colchão no chão, mas minha tentativa é inútil já que estou com braços e pernas amarrados em uma posição que não consigo me mover. Mesmo deitada consigo analisar o local aonde estou que não passa de um depósito, não muito grande, me pergunto a quanto tempo estou aqui e se quem fez isso foi realmente o Gustavo e seu pai, e como se fosse uma resposta para minha perguntas vejo a porta ser aberta e escuto a voz que um dia já foi minha paz de recomeço. Gustavo: Ora, ora, enfim acordou meu amor.- ele se coloca em minha frente se abaixando par

