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Victória Eu não sabia muito o que fazer eu estava muito nervosa. - Engole minha p*****a, vai! Ele ordenou, segurando o p*u pela base e empurrando a glande em direção a minha boca. Apoiei os braços nas suas coxas, toda desajeitada, e entreabri os lábios para recebê-lo, sentindo quando eles se esticaram ao redor do seu p*u. — Engole tudo, p***a! Mandou irritado, jogando meu cabelo para o lado. -Chupa direito, filha da p**a. Reclamou. Tentei me concentrar no movimento que a minha língua fazia na sua glande enquanto obrigava os meus lábios o abocanhar o máximo que podia. Morte ajeitou meu cabelo em um rab0 de cavalo e ficou olhando eu chupá-lo. Seu maxilar estava trincado e apesar de não demonstrar nada, já não reclamava Como antes. Seu gosto era bom. Ele me segurou c

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