6. Almoço

1945 Words
*Brian* Eu estava tão louco para ficar ao lado dela, que nem pensei muito, e ofereci o emprego. O que eu queria mesmo, era beijar aquela boca perfeita, e para o meu azar, quando ela pensava, ela mordia a lateral dos lábios e só aquele gesto estava me deixando de p*u duro. Droga, o que essa mulher fez comigo. Não posso deixá-la ver minha irmã, se não é bem capaz dela pensar tudo errado, tive uma ideia, eu mando mensagem para o Chris, sem que ela perceba. Whats Crhis... On... Brian – Preciso de um favor urgente. Chris – Lá vem Brian – Compra o restaurante da rua xxx, o de esquina com a faixada vermelha. Sem perguntas, pode pagar o valor que for, eu te pago hoje de noite. Chris – Você está bem? Brian – Sim, preciso ir. Off... Brian - O que tem em mente? – Pergunto, para parar de pensar nos lábios dela, ou no corpo dela, ela fica parecendo uma menininha com essas roupas, grita inocência. Tina – Você come de tudo? Brian – Acredito que sim. Tina – Humm, você prefere que eu cozinhe algo que está acostumado? Brian – Não precisa, fiquei curioso pela culinária brasileira. Tina – Ok, vou fazer um cuscuz Paulistano, arroz branco, virada Paulista com bisteca e bananas milanesa fritas. – Não faço ideia do que ela está dizendo, mas esse sotaque me deixa louco. Brian – Não entendi o que disse, mas confio em você. Tina – Por quê? Brian – Por que o quê? Tina – Porque está sendo tão legal comigo, até me ofereceu um emprego. Brian – Na verdade, não sei responder – falo sincero, pois olho pra ela e aflora um sentimento de proteção. Tina – Não é porque sou do estrangeira que sou boba viu. – Eu não aguento e dou uma gargalhada, ela faz uma cara de brava que a deixa mais linda ainda. Chegamos no estacionamento do supermercado, eu abro a porta para ela sair do carro, mas ela está olhando com cara de brava ainda, caminhamos um ao lado do outro em silêncio, eu me segurando ao máximo para não rir dela, sem que perceba ela tropeça em um degrauzinho, só não cai porque eu seguro sua cintura. Mas a merda deste até, é que ficamos cara a cara, e confesso que sentir o corpo dela colado ao meu, foi uma sensação maravilhosa. Ela sai dos meus braços tímidos. Tina – Obrigada – fala com as bochechas vermelhas. Brian – Sem problemas, chegamos. Tina – Sim, vou pegar o que preciso. Compramos todos os ingredientes, eu aproveito e compro leite condensado, chocolate meio amargo e granulados, hoje vou apresentar meu doce favorito para ele. Brian – Vai fazer sobremesa? Tina - Sim, é a que eu mais gosto. Brian – Passamos no caixa, ele não me deixa pagar, pega as sacolas e seguimos para o carro. Tina – Vou cozinhar na fábrica? Brian – Não, vamos para – meu celular toca, - só um minuto por favor. – Não tenho nada a esconder, atendo sem ver quem era, então ouvimos a voz da Tássia pelo som do carro, pois meu celular estava ligado no bluetooth, droga, tinha que ser justo ela. Ligação on... Tássia – Chefinho, onde você está? Brian – Não interessa. Fala logo estou ocupado. Tássia – Nossa que grosseria. Estou ligando para confirmar a reunião das quinze horas. Brian – Pode cancelar, e a propósito eu não volto hoje, deixe tudo que te pedi na minha mesa. Tina – Não precisa ficar o dia todo fora, eu não quero atrapalhar. Tássia – Quem está com você? Brian – Minha futura namorada! Tássia/ Tina – O que? – Eu dou um sorriso para Tina. Brian – Preciso ir Tássia, só me liga se for algo importante. Tássia – Susi está atrás de você. Brian – Em casa eu falo com ela. – Desligo sem dar tchau. Ligação Off. Brian – Como estava dizendo, vamos cozinhar no meu apartamento, a propósito, você vai estrear a cozinha, pois como moro com meu pais ainda, eu nunca usei a cozinha. Tina – Você tem um apartamento, mas mora com seus pais? Brian – Sim, gosto de ir no meu apartamento para pensar, para ter mais privacidade. Tina – Lembro que me chamou de Susi, quando nos conhecemos, e a tal da Tássia disse que a Susi estava te procurando, quem é Susi? Brian – Se importa se não falar disso agora? Tina – Mas você me confundiu com ela. Brian – Foi um momento de loucura. Tina – Mas você não foi o primeiro. No aeroporto um cara insistiu que eu era Susi, parece que o cara do restaurante também deve ter me confundido com alguém, será que não era essa tal de Susi também? O que eu faço, o que respondo... droga Tássia, tinha que ferrar, se eu falo que Susi é minha irmã, o que ela vai pensar, como assim me confundiu com sua irmã? que estou interessado por minha irmã, porque ela é idêntica, ou que sou um tarado sei lá... MEU Deus o que eu faço, então no calor do momento, com o semáforo fechado eu simplesmente a beijei, ela correspondeu, o que foi surpresa para mim, só paramos de nos beijar quando os carros começaram a buzinar. Ah eu quero mais beijos desse, a boca dela é macia, ela tem um gosto docinho... Chegamos no meu apartamento, eu a levo para a cozinha. Brian – Pode ficar à vontade, eu vou trocar de roupa, e quem sabe você precise de ajuda, eu posso tentar te ajudar – Ela sorriu para mim, e foi pegar os ingredientes. Eu coloco uma permuda de um paninho leve, uma camiseta branca, e desço descalço, fico um tempo olhando-a lavar os legumes, toda delicada, meu Deus o que está acontecendo comigo, estou parecendo um adolescente apaixonado. Hoje ela estava com um vestido de alcinha mais justinho, na cor marrom, e ele marca bem a b***a dela, quando eu estiver namorando ela, vou jogar esse vestido fora. O quê? Para de viajar Brian, você não namora, apenas transa. Tina – Já voltou. Brian – Sim, acabei de chegar, quer ajuda? Tina – Corta esses tomates em rodelas por favor! – Vou até ela e a mesma chega perto de mim, para ensinar a corta os tomates, o cheiro dela impregna meu nariz, e minha vontade era agarrar ela na minha cozinha. Se controla Brian, se controla. Ela fazia o almoço com um sorriso nos lábios, como era gostoso ver ela dominando minha cozinha, eu a ajudo em mais algumas coisas e depois de um tempo, ela fala. Tina – Só falta o Brigadeiro, eu amooooo. – Ela coloca tudo em uma panela e começa a mexer, o cheiro é muito bom, eu vou mais perto do fogão ficando bem próximo dela, para sentir o cheiro do tal do brigadeiro, e sem querer meu corpo encosta no dela, vejo que ela fica dura, mas os pelos do braço e nuca se arrepiam. Não resisto e dou um beijo no seu pescoço. – O que está fazendo Brian. Brian – Desculpe, eu não resisti, na verdade, vim sentir o cheiro do brigadeiro, mas seu pescoço chamou mais atenção. Tina – Ok, já está pronto, agora em quanto esfria, a gente pode almoçar. Brian – Estou ansioso para isso. – Sentamos e eu como de tudo que ela fez, conforme ela ia apresentando os pratos, e de verdade, estava uma delícia. – Parabéns, está maravilhoso, eu nunca comi algo tão gostoso. Tina – De verdade? – Ela dá um sorrisão – não está falando só para me agradar? Brian – Claro que não, está uma delícia. – Depois de nós se acabar de comer, ela falou. Tina – Agora vem me ajudar a enrolar os brigadeiros, eu costumo comer na panela mesmo, mas vou te mostrar como servimos nas festas infantis. Ela me ensina a enrolar, e o primeiro que ela faz, coloca na minha boca, e ela não tem ideia do quão sexy ficou fazendo isso. Brian – Meu Deus! Que negócio gostoso! Virou meu doce favorito. Tina – É uma delícia, não é? – Ela fala chupando o dedo, que estava sujo de brigadeiro, sinto meu p*u vibrar preso na cueca box – agora prova na colher sem o granulado, eu prefiro assim. – Então ela coloca a maldita colher na minha boca, e morde aquele belíssimo lábio. Brian – Está muito gostoso também, mas para de me servir assim, se não, eu não vou responder por mim. – Ela me olha assustada, eu sorrio para ela. – Por mim está contratada, mas não será na minha empresa. Tina – Não? E onde vai ser? Brian – No restaurante que acabei de comprar, e amanhã vamos juntos no restaurante, você pode contratar e despedir quem você quiser. Na verdade, você será a gerente e chefe, da conta? Tina – Eu... eu nem sei... o que dizer, e nem como agradecer! Brian – Eu sei – Não resisto e dou um beijo nela, que corresponde com o mesmo fervor, eu a pego no colo e sento na bancada da cozinha, ainda a beijando. Nos separamos por falta de ar, assim como eu, ela estava com a respiração pesada, e seu peito subia e descia. – Eu não consigo tirar você da minha cabeça, desde ontem. O que você fez comigo Valentina Marques? Ela não me responde, apena puxa para mais um beijo, eu a solto, pego uma colher de brigadeiro e passo em sua cocha, que ficou exposta, pelo seu vestido subir ao sentar na bancada, então como o brigadeiro em sua perna e escuto um gemido baixinho, nisso meu amigo já estava mais duro que uma rocha. Vou passando brigadeiro onde não está coberta e vou comendo, passando a língua..., coloco em sua boca e beijamos com aquele gosto maravilhoso de brigadeiro, passo em seu pescoço e chupo o mesmo com o doce, ela geme mais alto, volto a beija-la e vou passando a mão pelo seu corpo, que delicia de corpo, foi esquentando, mais e mais, arrasto a calcinha dela para o lado e sinto que está encharcada. Tina – PARA – ela grita ofegante. Brian – Desculpe, achei que estava gostando – eu digo me afastando dela. Tina – E estava. Brian – Então, porque me afastou. – Ela olha para baixo e morde aquele maldito lábio. Tina – É que... hummm... é que... Brian – É quê? Tina – Digamos que eu não tenha muita experiencia, ou melhor dizendo, não tenho experiencia nenhuma - Ela diz e pula da bancada. – Bom acho melhor eu ir. Brian – Espera, - eu seguro sua mão – você, você é virgem? – Ela me olha meio sem graça. – Oh! Desculpa, eu não sabia. Tina – Não teria como saber, bom já vou indo. Brian – Não vai, prometo em comportar! – Ela sussurra algo. Tina – Não sei eu vou me comportar. - Fingir não ter ouvido. Brian – Fica por favor, quero te conhecer melhor. – Ela fica relutante, mas fica. – Eu te sujei toda, quer tomar um banho? Tina – pode ser – ela diz sem graça. Brian – Não precisa ficar assim, vou te mostrar o banheiro. Tina – Obrigada! Eu realmente não quis assustá-la, mas cara ela é virgem, agora, sim, ela me deixou mais louco por ela... Ser o primeiro dela seria uma honra. Ela vai para o banheiro eu subo pro meu o banheiro que tem no meu quarto, tomo um banho de água fria, preciso baixar meu amigo.
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