capítulo três - Silvia

1160 Words
Quando conseguir o contato da ex noiva do meu filho, não pensei duas vezes e liguei para mesma, e por coincidência Alícia acabou me confidenciando estar de férias. Não pensei duas vezes e a convidei para passar esse mês na minha casa. O Nathan acha que eu não andei investigando quem é a famosa noivinha dele, e não gostei nada de saber que além de ser pobretona ainda morava em comunidade, era só que me faltava aceitar essa palhaçada diante dos meus olhos porque se ela pensa que eu vou deixar o meu único filho se casar com uma mulherzinha igual a ela, está completamente enganada antes disso eu transformo a vida dela, no inferno e vou começar hoje mesmo. Preparo um banho maravilhoso de banheira para mim, passo quase meia hora relaxando, saio e vou escolher uma roupa marcante quero colocar essa tal Manuela no seu devido lugar. Escolho uma blusa branca fechada e com mangas na cor branca e uma saia vermelha com uma pequena a******a na minha perna esquerda. Visto-me rapidamente e passo um pouco de maquiagem, não muita, pois eu não preciso, minha beleza é completamente natural. Peço para o motorista me levar até o apartamento do Nathan, em poucos segundos já estava subindo para o apartamento do meu filho. Acho desnecessário uma mãe precisar tocar a campainha na casa do filho, mas mesmo assim o faço. A keury atende a porta e antes mesmo que ela solte uma das suas pérolas eu entro se lhe dá chance de me por para fora. — Senhora Sílvia, o que faz aqui? — Vir conhecer a minha nora, já que o meu filho não a levou para me apresentar. — Acho melhor a senhora esperar o senhor Nathan chegar, inclusive ele deve estar chegando, pois, esqueceu de levar alguns documentos e estar voltando para pegá-los. — Eu não costumo esperar Keury, portanto se certifique que a minha querida nora pode vir me receber. — Com licença eu vou ir ver se a Manuela quer recebê-la. Fico esperando na sala, aquela incompetente voltar, se fosse minha funcionária já estaria demitida há muito tempo. — A Manuela pediu para a senhora esperá-la no escritório que daqui a pouco irá recebê-la. — Obrigada! Não precisa me acompanhar Keury, pois eu sei muito bem o caminho, diga a ela que detesto esperar. Me direciono ao escritório e me acomodo por lá. Poucos minutos se passaram até eu ver a tal Manuela entrando no escritório. — Prazer desculpe fazê-la esperar dona Sílvia, mas é um prazer conhecê-la. — Pena que não posso dizer o mesmo. A mesma me olha assustada, mas logo trata de me responder à altura. — Desculpe, mas não estou entendendo até onde a senhora está querendo chegar. — Eu não sei o que se passa na cabeça do meu filho para assumir um noivado com você. — Acho melhor pararmos com essa conversa. Penso um pouco e decido lhe. Fazer uma proposta irrecusável todo pobre é ambicioso com ela não será diferente. — Eu vir aqui lhe fazer uma proposta irrecusável. — Tenho até medo que tipo de proposta poderá sair da sua boca dona Sílvia. — Quanto você quer para sumir da vida do meu filho sem deixar rastros? Qual o seu preço? Fico esperando a resposta dessa garota infeliz, ela ainda não aprendeu que odeio esperar, mas vou ensiná-la em breve. **?** Manuela Eu não estava acreditando no que a mãe do Nathan tinha acabado de me propor, o que ela estar pensando? Que só porque venho de uma comunidade, sou ambiciosa. -O meu amor pelo seu filho não estar a venda. -Não se faça de ofendida, vamos lá diga o seu preço. -Eu vou repetir, o meu amor pelo seu filho não estar a venda e eu jamais vou deixar meu filho sem pai por ambição. A dona Sílvia me olha assustada e percebo o erro que cometi, ela não sabia da minha gravidez. Pela sua expressão de espanto o Nathan não tinha contado ainda a ela. - Você estar grávida? - Sim, acho que a senhora não tem mais nada para fazer aqui, queira se retirar por favor. - Sem problemas, eu pago a melhor clínica que você escolher para abortar esse bastardo e o meu filho ficar livre de vocês em todos os sentidos. Essa mulher é um verdadeiro monstro, como ela pode me pedir para abortar o próprio neto? Mas agora eu vou colocá-la no seu devido lugar, ela vai se arrepender de ter saído da sua casa pra vir aqui me humilhar. - Chega! Acabou a palhaçada, eu não quero e nem preciso desse seu dinheiro imundo para nada, e o meu amor e a vida do meu filho não estar a venda me ouviu bem? Eu quero a senhora fora da minha casa agora. Saí! Fora! Perdi completamente o controle de mim, tudo que eu quero nesse momento é essa mulher desprezível fora daqui. - Era só o que me faltava você querendo me expulsar da casa do meu filho. - Eu não estou querendo eu estou lhe expulsando e se a senhora não sair sozinha, eu mesma lhe coloco pra fora, agora saí. Eu estava gritando o que chamou a atenção da Keury, a mesma sabe que não costumo alterar o tom de voz assim. - Senhorita Manuela tente se acalmar por favor! - Tira essa mulher da minha frente Keury, ou eu não respondo por mim. - Dona Sílvia por favor, se retire não estar vendo o quanto ela estar nervosa. Deixo às lágrimas rolarem enquanto vejo aquela cobra saindo. Minha respiração estar acelerada, meu corpo todo estar tremendo de raiva, a minha raiva é maior ainda, pois não tive oportunidade de lhe dá um belo tapa na cara. - Localiza o Nathan, pra mim, por favor! Eu não estou me sentindo bem. - Chegou alguém deve ser ele, tente inspirar e expirar com calma, enquanto vou até a sala chamar. Assim que ela sai para chamá-lo sinto uma fisgada forte ao pé da barriga, o que faz que eu me curve e coloque ao mão sobre o meu ventre, gritando de dor. - Meu amor o que estar acontecendo. - Ai, eu to perdendo o nosso filho Nathan, me ajuda. Eu to perdendo nosso filho. - Vamos pro hospital. O mesmo me pega no colo e sai correndo comigo nos braços em direção ao carro. Ele estar tentando se manter calmo por que eu já estou desesperada o suficiente, mas é possível perceber o medo nos seus olhos. Dentro de segundos já estávamos no hospital, me colocaram numa maca e o Nathan me acompanhou até onde pôde. - Eu não quero perder o nosso filho. Falo em meio aos soluços do meu choro. - Você não vai perder, eu te prometo. Me levaram direto para fazer uma ultrassonografia, eu só peço aos céus que o meu filho esteja bem eu não vou suportar perder outro pedaço de mim.
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