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MEU MARIDO MILIONÁRIO: UM ROMANCE ENTRE A BELA E A FERA

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intro-logo
Blurb

Silas Mckinley tinha uma vida perfeita, um cargo satisfatório de CEO na empresa da família, um círculo grande de amigos e uma noiva linda e talentosa, até que um incêndio mudou sua vida do dia para a noite, o deixando com uma cicatriz no rosto.

Abandonado pelos amigos e a noiva no momento em que mais precisava, Silas se fechou para o mundo, existindo apenas para o trabalho.

Após ver a mãe morrer diante de seus olhos sem poder fazer nada, Erica Scott se vê sendo arrastada para a casa de seu pai em um mundo totalmente diferente do que ela conhecia, viver em uma casa onde todos a tratam como uma inimiga e a humilham e torturam sempre era desesperador, mas, para completar o show de horrores Erica se vê empurrada para um casamento com o ex-noivo de sua meio-irmã.

Conviver com Silas era difícil, principalmente quando ele a tratava como uma interesseira c***l e egoísta, até descobrir quem era realmente a pessoa c***l e egoísta. Ver as cicatrizes em sua esposa, causadas pela família que deveria amá-la despertou em Silas ódio e desejo de vingança.

Ele faria qualquer coisa para punir as pessoas que a maltrataram.

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O dia mais feliz da minha vida
Silas: Foi um simples piscar de olhos e tudo a minha volta já sucumbia as chamas. O teatro ardia sendo consumido pelo fogo. A minha visão estava turva e eu m*l enxergava as chamas tragando tudo em volta. Eu sabia que ia morrer. Apenas a dor e o cheiro de carne sendo queimada me faziam ter certeza que ainda não estava morto. Mas, estaria em breve. Na porta do camarim o vulto de uma mulher vestida de branco apareceu, e ao me ver ela correu em minha direção. Ela era real ou apenas uma imagem que o meu subconsciente inventou? — Ei, você! — ela gritou — Consegue se mover? Abri os olhos me sentei abruptamente sobre a cama e respirei fundo. Meu coração ainda estava disparado, enquanto gotículas de suor escorriam pelo meu rosto. Novamente aquele pesadelo. Novamente aquela mulher de branco. Bem que eu queria que tudo fosse um simples pesadelo, e então eu não estaria vivendo desta forma tão miserável. Consultei o relógio sobre o criado mudo, já passavam das nove da manhã. Aquele maldito dia já havia chegado, e para completar a desgraça eu ainda estava atrasado, graças ao meu remédio para insônia. Me levantei e fui direto para o banheiro e após tomar um banho demorado vesti o terno e coloquei a máscara no rosto. Hoje não era só o dia do meu maldito casamento com a filha mais nova dos Langford's, aquela mulher materialista e interesseira, mas também completavam-se dois anos desde o incêndio no teatro que destruiu quase metade do meu rosto e arruinou toda a minha vida social. Graças a aquele incêndio uma cicatriz tomou o lado esquerdo do meu rosto, me deixando deformado e tendo como companhia uma máscara, me deixando incapaz de conseguir olhar no espelho novamente. Eu me tornei um monstro. Minha noiva me deixou sem pensar duas vezes. Meu círculo de amigos diminuiu em quase cem porcento, eu me tornei um homem amargo que só era impulsionado por lucros e para completar aquele circo de horrores eu ainda ganhei uma noiva que, para se tornar alguém importante e garantir a posicão de sua família com um acordo de casamento bem lucrativo, estava disposta a se casar com um homem como eu. Coloquei o relógio no pulso, ajeitei a gravata e desci para o primeiro andar. Henry andava de um lado para outro na sala e ao me ver respirou fundo. — Silas, você vai mesmo prosseguir com essa loucura? — ele questionou. — Me casar é uma loucura? — questionei. — Você m*l conhece essa mulher, e nem sequer gosta dela! — ele me lembrou. — Ela é a filha bastarda de Steven Langford, fruto de um caso dele com uma mulher fácil. — contei — Então, já que tem um acordo entre as nossas famílias e ela está disposta a vender a alma ao d***o para ter um pouquinho de poder, vou mostrar a ela como é viver em um inferno. — Você tem mesmo certeza disso, Silas? — ele insistiu — Você odeia essa mulher. — E é exatamente por isso que eu deveria fazer dela a minha esposa! — sorri — Tenho vivido sozinho nesta casa tão grande, será bom ter algo para me divertir. — Ok! — Henry concordou jogando as mãos para o alto — Se você já se decidiu, o que mais eu posso fazer? — Exatamente! — olhei as horas no relógio de pulso e respirei fundo — Vamos indo. O carro nos aguardava do lado de fora da mansão. Entramos e o motorista seguiu rumo o local da cerimônia. — Não é estranho que ela seja filha dos Langford's e mesmo assim esteja se casando em um cartório? — ele perguntou — Sem festa, muito menos convidados? — Eles nem sequer tem certeza se aquela oportunista é mesmo uma Langford! — contei — Não vão querer que ela se case com toda pompa, expondo segredos que eles gostariam de esconder. E além do mais, assim é mais conveniente para mim. — Se você diz! Levou menos de vinte minutos para ir de Mosman até o cartório de registro civil em Castlereagh St. Mas, mesmo assim ainda estávamos atrasados em quase uma hora. Para alguém que prezava a pontualidade como eu, aquilo era quase um crime, mas, eu não estava com tanta pressa assim para me casar. E para uma interesseira como aquela mulher que esperou a vida toda por uma chance de ter mais grana, o que era apenas uma hora? — Silas, como seu melhor amigo vou perguntar só mais uma vez, você tem certeza do que está fazendo? — Henry questionou quando o carro parava em frente ao cartório — Se quiser desistir, é só me dizer, eu encontro uma desculpa para que você fuja dessa loucura. Olhei para ele e sorri de canto. — Estamos atrasados para o meu casamento! — declarei — Vamos lá. O motorista desceu e abriu a porta para mim, pisei firme no chão e segui para dentro do cartório. Antes que eu pudesse entrar na sala reservada para aquela cerimônia, meu celular vibrou no bolso do paletó. Saquei o aparelho e olhei para a mensagem de Sia na barra de notificações. "Eu soube que vai se casar hoje, meus pêsames, infelizmente não poderei estar presente!" Sia sendo exatamente ela mesma. Adentrei a sala e olhei para os presentes. — Onde diabos você se meteu, Silas? — Donovan Mckinley, meu pai, perguntou em um tom de voz baixo ao se aproximar de mim — Sabe que horas são? — Acha que estou com tanta pressa assim para me amarrar a uma oportunista? — respondi com uma pergunta. Steven Langford estava sentado em um dos bancos ao lado de Honda Langford, sua esposa. — E onde está a minha adorável noiva? — perguntei sarcasticamente — Não me digam que ela já saiu correndo. — Ela não se atreveria! — Steven comentou — Afinal, é uma honra para os Langford's que uma das nossas filhas se case com o herdeiro da família Mckinley. Claro. Uma honra tão grande que ele estava empurrando sua filha bastarda para mim, ao invés da filha que eles tanto reconheciam e se orgulhavam. — Erica! — Steven chamou a filha. O som desajeitado de saltos em contato com o piso de porcelanato chamou a minha atenção. Olhei em direção do barulho apenas para contemplar a visão de uma mulher vestida em um vestido branco simples com mangas compridas que lhe cobriam os braços, não havia nenhum decote, um buquê de magnólias e um véu que lhe cobria boa parte dos cabelos castanhos. Seus olhos estavam no chão. Ela, por nenhum momento da cerimônia se atreveu a erguer a cabeça. Onde estava toda a sua coragem depois de aceitar se casar com um homem como eu? Agora ela erguia os olhos para mim? Talvez ela estivesse arrependida no último momento. Isso também era de se esperar. Eu não ficaria nada surpreso se ela erguesse a cabeça e dissesse não. Mas, quando o juiz de paz perguntou se ela aceitava se casar comigo, ela continuou com os olhos no chão e respondeu em um tom de voz baixo, quase inaudível. — Sim! Certo. Ela estava mesmo disposta a entregar sua alma ao d***o em troca de uma vida de rainha, se ela estava disposta não pensei muito em responder. — Sim! O juiz prosseguiu concluindo a cerimônia. Trocamos alianças e assinamos os papéis do casamento. — Filho, agora que você se casou seja bom para a sua esposa! — meu pai pediu — Dê a ela um lar seguro e estável e quem sabe filhos. Filhos? Parecia até piada. Quando aquela mulher soubesse como eu era por debaixo daquela máscara ela jamais se atreveria a me tocar. — Não se preocupe com isso, pai! — declarei. A mulher estava junto ao pai ouvindo o que ele dizia, mas seus olhos continuavam baixos, mesmo que fosse o pai falando com ela. — Silas, querido, Mallena não pôde vir ao seu casamento! — Honda Langford disse cínica vindo até mim e segurando minhas mãos — Você sabe como ela ainda te ama e não suportaria ter ver casando com outra mulher. Ah, ela me amava. Se amava tanto, por que resolveue abandonar no momento em que viu a cicatriz no meu rosto. Agora eu já não era mais um homem aceitável para a bela filha dos Langford's. Sorri frustrado ao ouvir a desculpa da mãe para a filha. — Mallena nunca se perdoou por você ter sofrido aquele acidente infeliz e quase ter perdido a vida! — ela insistiu nas desculpas — Sabe como ela é sentimental e... — Eu entendo! — a cortei, pois aquelas desculpas esfarrapadas me enojavam — Devemos ir agora, esposa! A mulher apenas caminhou silenciosa até mim e me seguiu até o carro. — Suas malas... — Elas já foram despachadas para a sua casa, senhor! Senhor? Ela agora mesmo me chamou de senhor?

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