Após ouvir o som dos passos desaparecendo pelo corredor, eu pude ouvir outros passos que se aproximavam da porta do meu quarto. Logo em seguida, a porta foi aberta e o conde entrou com um castiçal nas mãos e um olhar profundamente sombrio e assustador. Diante da minha expressão de Pânico, ele percebeu que eu não estive dormindo. -ouvindo atrás da porta esposinha?- o modo como ele cuspiu as palavras demostrou toda fúria que ele estava sentindo no momento, e mesmo de longe eu pude sentir o cheiro de bebida que ele emanava. -perdão milorde, não foi proposital - estas não são as palavras que eu gostaria de falar, de fato, mas minha situação não me permite afrontar o conde psicopata, que mantém presa em um quarto, a tanto tempo que eu nem sei especificar e que agora me encara com um olhar q

