O segundo homem arrancou meu celular da mão com um olhar feroz e o jogou no chão, esmagando-o com força até não restar mais que pedaços quebrados. Antes que eu pudesse reagir, ele levantou a mão e desferiu um tapa brutal no meu rosto. A força me jogou ao chão, e tudo o que ouvi foi um zumbido penetrante, oscilando na minha cabeça como uma sirene distante. O pânico era tanto que a dor já se misturava ao terror — aquele tipo c***l de terror que nem me deixa pensar direito, só sentir. Não sabia ao certo o que se passava ao meu redor. Meus pensamentos eram um redemoinho caótico, interrompidos por flashes de um único pensamento: vou morrer aqui. Eles não me feriram mais depois disso. Em vez disso, o “filho” deficiente, que, aliás, estava mais saudável que eu, se levantou, pegou uma corda e pr

