Capítulo 1.

873 Words
Meu nome é Angelina tenho 17 anos, adoro dançar, me divertir, sair com as minhas amigas e meu namorado Cristian que chamo de Cris. Sou branquinha tenho cabelos castanhos escuros e ondulados e olhos azuis. Vivo com a minha mãe durante a semana e, nos fins de semana, fico na casa do meu pai. Mas confesso que preferia morar com ele e só visitar minha mãe de vez em quando. Não gosto do meu padrasto e adoro minha madrasta, nos damos muito bem, aliás me dou melhor com ela do que com a minha mãe. Mas como minha mãe mora mas no centro perto da escola e da academia de dança que frequento acabo ficando na casa dela que também é ao lado da casa do Cris. Então confesso que tem o lado bom, não fico muito em casa, mais a noite mesmo para jantar e dormi. Quem não gosta muito e meu padrasto, mas não devo satisfação da minha vida a ele então... Dou de ombros e sigo a vida que é melhor que eu faço. Bom vou resumir um pouco minha história até aqui: Meus pais Otávio Fidalgo e Lívia fidalgo eram apaixonados e logo ela engravidou de mim e assim se casaram, eram bem novos e viveram este amor intensamente até estes sentimentos se tornarem somente carinho e respeito e se descobrirem amigos e não mais um casal. Meu pai já era amigo do meu padrinho desde da adolescência deles. E assim meus pais foram padrinhos de casamento De Cristiano e Sofia Torres. Eles são o casal mais incrível que conheci na vida e nunca poderia imaginar o quanto eles seriam essências em minha vida. Desta linda amizade veio o convite para eles se tornarem meus padrinhos. E quando eu fiz 2 anos meu pai comprou nossa casa, vizinha dos meus padrinhos, que já tinham dois filhos, Cristian de 5 anos e Cristiane de 3 anos. Nossas casas eram divididas somente por uma cerca, as casas eram parecidas. Eram sobrados com sala e cozinha em baixo e três quartos em cima, as janelas de dois quartos dava para a lateral das janelas dos quartos da casa da minha madrinha também. A minha ficava de frente para janela da Cristiane, não precisávamos nem de telefone para se comunicar era só abrir e gritar para chamar uma a outra ou quando queríamos sair escondidas saiamos pela janela , pois na lateral havia um aparador de flores como se fosse uma escada , ele era grande ia da janela ao chão, então com todo cuidado nos deciamos e íamos passear ou nos escondiamos dos nosss pais no quarto uma da outra, as duas janelas tinham este aparador, nós sempre achamos graça disso … Tínhamos um quintal grande com churrasqueira . No quintal da minha madrinha além da churrasqueira tinha uma piscina. No verão não saíamos de lá, a não ser quando íamos para a casa deles que ficava na beira da praia. Lugar preferido de Cris que amava surf , seu hobby preferido. Após a separação foi onde meu pai comprou uma casa também e por conta do destino ou coincidência era também ao lado da casa do Cris, sendo assim os fim de semana que ficava com meu pai não poderia ser mais perfeito, além de m***r a saudade de meu pai, ficava na praia e admirava Cris surfando, adorava porém tinha que ser discreta para ninguém perceber meus sentimentos por ele. Nós crescemos juntos. Sempre nos almoços de domingo nossos pais revezavam a casa ora na deles ora na casa dos meus pais. Eu e Cristiane éramos mais como irmãs do que amigas, sempre estávamos juntas, confidentes uma da outra. Cristian era nosso protetor onde íamos ele estava perto cuidando e zelando por nós duas. Cristiane era terrível sempre aprontava e deixava Cris maluco. Eu apenas assistia a briga entre irmãos e ria ... Eu era uma criança sempre muito alegre, era só juntar eu e a Cristiane que logo já estávamos colocando uma música e dançando, como fazíamos curso de dança e amávamos dançar, era só chegar em sua casa que íamos para o quarto dela para treinar as coreografias e fofocar. Eu já sentia que a dança iria estar sempre presente na minha vida. Nos adorávamos conversa sobre a escola e os meninos claro. Cristiane era terrível, me divertia muito com ela. Ao contrário da minha ligação de irmã com Cristiane, com Cris nossa ligação era diferente. Sim éramos muito unidos, ele era um amigo, um companheiro, ele tinha muito cuidado comigo, dificilmente nós brigávamos.. Ele sempre teve um olhar firme, forte e ao mesmo tempo intenso, transparente, pois eu sempre conseguia enxergar tudo o que ele estava sentindo e ele tinha a mesma conexão comigo. Era só nossos olhares se encontrar que já sabíamos, se estávamos felizes, triste ou se algo havia acontecido, sem palavras só com olhar. E foi assim que aos poucos eu me via mais perdida e apaixonada por ele. Mas não podia demonstrar a ele, pois tinha medo de perde o que já tínhamos, então preferia amar em silêncio. Nem para a Cristiane nunca falei do meu sentimento. Mas tinha uma pessoa que sempre torcia e jogava charadas a nos dois. Minha madrinha .
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