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Ana vestida de mar.

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Blurb

❝Eu escolho você. Toda sua história e o universo que você compõe. Em todas as chances que eu tiver, não hesitarei em te escolher.❞

Ana foi concebida em uma família grande e distinta. Entretanto, do dia pra noite ela vê sua vida tomar rumos completamente diferentes do que ela esperava descobrir sobre a mesma, e que ela jamais ousou supor.

O que a encoraja e a faz justamente abrir seu coração; se declarando para Yuri, o jovem japonês que colore seus dias e traz novas sensações a seu coração, fazendo com que ambos se apaixonem, surgindo assim um amor casto e belo, porém turbulências inesperadas surgem para os separar.

Será que o amor, poderá se reerguer apesar das dificuldades que o destino e a mente vão desencadear para ambos?

Que mistérios o coração da jovem garota vai descobrir?

O amor que ela confinou a fará lutar contra seus próprios limites e barreiras?

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Onde tudo começou
Olá caro leitor. Obrigada por está iniciando está leitura, espero que goste! Aqui vai uma mensagem para você, guarde em seu coração: ❝Você é o suficiente. Não há nada que você possa me dizer que mudaria minha opinião. Você n******e se sobrecarregar com expectativas irreais, é muito duro. Você não precisa ser perfeito para ser amável, pare de dizer isto á si mesmo. Você é o suficiente. Você é mais que suficiente.❞(Citação de minha autoria) No dia 7 de março do ano de 1996 nascia Ana Campbell Bouvier, filha de Violet Campbell Bouvier e Victor Campbell Fontana dois italianos, que vieram para o Estados unidos, tentar a sorte. Mas por que destacar isso? Bom foi nesse mesmo dia, pela manhã no trabalho, que Victor seu pai fechou o negócio que iria mudar a sua vida e da sua família para sempre. A criança viu sua vida muda, da fome para o luxo. Ana passou a amar o silêncio que tinha naquela enorme casa. Quando criança se lembra de se esconder em baixo dos lenços e curtir o silêncio enquanto li algum livro ou escutava músicas em francês, era sua língua preferida. O único barulho que ela amava era o barulho da chuva, dias de chuvas tinha lá seus charmes, sua delicadeza. Aquele era um dia chuvoso, porém mais do que isso era o aniversário de seu pai. Que criou os filhos só, desde de que sua mãe os abandonou em um dia chuvoso até. Ana se debruçou na janela de seu quarto enquanto se lembrava de estar com os irmãos brincando, quando ouviram uma discussão terrível entre os dois, até hoje não entende, sua mãe parecia não querer ir. Mas, foi assim mesmo. Ana era a mais velha, e quando mais nova era sempre a quem os irmãos recorriam. Era difícil se desenvencilhar disso, mas ela também era ouvida. Ana era loira, tinha boca larga e carnuda, cabelos longos e ondulados. O que ela chamava de rebeldes. Porém, algo separou a família única que ela conhecia. Victor, seu pai se tornou o número um em imóveis e acabou ficando muito rico, ajudando assim Violet, sua mãe em seu sonho de ser estilista. Ela conseguiu, Violet se tornou uma estilista requisitada em Milão, tão requisitada que a família já não importava tanto assim. Ou pelo menos era isso que ela passava, depois de várias festas sem comparecer, aniversários, e natais... Ana tinha quatro irmãos, depois dela veio os gêmeos bi vitelinos, Daniel e Heitor, que não pareciam um com o outro, e depois de dois anos nasceu a Melisse. Seu pai havia se casado novamente, com Vivian e com ela tinha uma filha, Agatha de 8 anos. Daniel era loiro, e tinha uns olhos verdes vivo, como Ana gostaria de ressaltar. Era alto e tinha uma marca de nascença, como seu pai. Tinha uma paixão, era apaixonado pela cultura asiática, mais especificamente a japonesa. Ana também compartilhava desse amor, mas não como ele que foi mora lá quando mais jovem, depois de mil insistência da parte dele. Já Heitor era moreno, tinha certa semelhança com Violet, sua mãe. Tinha olhos castanhos escuros, era musculoso. Quando jovem, começou a praticar box. Heitor era marrento quando na adolescência, mas não para Hanna, melhor amiga de Ana, até hoje. Os dois namoraram quando novos, porém, tudo mudou quando algo, aconteceu. Hanna havia tomado nojo dele, algo que ela não dizia a ninguém. Bom, nenhum dos dois dizia e era um mistério o por que ela o odiava tanto. Heitor se afastou ainda mais da família quando mais novo, passou a morar na Alemanha. — Não acredito que vai usar terninho, hoje! — Melisse entrou no quarto de Ana, fazendo ela sair dos pensamentos. Ela se virou com os olhos espremidos. — Melisse, são oito da manhã e eu ainda tenho que ir trabalhar. Não quero concelho de moda agora. — Ela comprimiu os lábios. Melisse sempre implicava com as roupas de Ana, no entanto, ela relevava e não se importava muito. Sua irmã era assim como ela, loira, porém Melisse não possuía uma beleza clássica, mas tinha um quê especial. Seu nariz quando mais nova era enorme, ela fez plástica assim que pode. Tinha olhos azuis e era modelo, de uma das grifes mais famosas do mundo. O que não deixava ela parar em casa. Sua irmã não era esnobe, porém sem dúvida era intransigente e não sabia respeitar a opinião dos outros. — O que? — Ela arregalou os olhos. — Ana precisa ir comigo para prova do vestido. Eu só tenho você. — Seus brincos balançaram quando se inclinou para frente. Ana esqueceu do que tinha prometido. — Está bem! Mas, depois temos que ir buscar o Dan no aeroporto. — Ok! Agora vamos. — Melisse disse sem nenhum entusiasmo. Não parecia que estava preste a provar o vestido de noiva, e de fato. Enquanto Melisse estava provando seu vestido de noiva. Maxseu noivo ligou, ela pediu para Ana recusar a chamada. Ana franziu o cenho e desligou. Max atuava no FBI. Ela não sabia muito sobre seu noivo, na verdade não sabia de quase nada. e de acordo com sua mãe não precisava, afinal eles já namoravam a 2 anos e eram um casal perfeito para a mídia. A loira também já não queria mas seguir a carreira modelo. Durante a faculdade ela se viu fascinada pela pintura, mas não queria desapontar sua mãe, uma vez que o trabalho acabou sendo a única coisa que fazia elas estarem quase sempre juntas. Ali naquele momento se olhando naquele vestido no estilo noiva princesa, algo não parecia certo para ela. — O vestido de princesa ficou lindo em você e vai fazer de você a rainha da festa! É esse o escolhido? — Disse a vendedora da loja, olhando para Melisse com a mão em seu véu. — — É Mel, esse está lindo! — Exclamou Ana ao lado dela. A loja tinha cheiro de jasmim, e esbanjava vestidos lindos. Fazendo Ana pensar se um dia seria ela ali. Porém, estava estranhando a ''Alegria'' De Melisse. Estava pálida e parecia distante. Era o cair a ficha que ela está sozinha, escolhendo o vestido do que supostamente deveria ser um dos dias mais felizes de sua vida. Só tinha Ana ali, e ela a encarou dando meio sorriso. — Eu sou mais fã de cauda, prefiro um vestido rodado e um pouco mais curto. — Coçou atrás da orelha e passou a mão pelo vestido. — Quer saber eu volto outra hora ok? —Disse com um olhar distante. — Você tem certeza? — Perguntou Ana, segurando a alça da bolsa. Ela se trocou e as duas saíram em silêncio, com passos apressados. Enquanto isso, Daniel acaba de sair do jatinho. Saiu do aeroporto, sentindo o ar quente em seu rosto. Ele estava de volta em casa, trouxe consigo um amigo. Caminharam para pegar um táxi, ele estava feliz e com saudade de casa, de New York, de sua irmã. Porém, não disse nada a ninguém que vinha. Já Heitor por se só, estava acordando tarde depois de uma noitada, sua cabeça doía e seus olhos espremeram ao ver a data em que se encontrava, queria estar lá. Mas odiava a saia justa que seria. "Sinceramente não sei o que mais doeu em mim, se foi a sua arrogância ao me olhar, ou seu olhar ríspido ao me deixar. Aquilo doía, tinha ódio de mim, tinha ódio de tudo aquilo que era puro entre nós. Eu queria te bater, espancar. Mas depois fui sentindo menos raiva, menos dor até que não sobrou nada. E eu só peço para você vá embora!" Essas foram as últimas palavras que Hanna disse a Heitor antes dele ir embora da festa de 55 anos de seu pai. E era o que passava na cabeça dele aquele momento, enquanto ele, sentava em sua varanda com tudo girando e garganta seca. Levantou os ombros, se preparando para deixar uma mensagem de feliz aniversário para seu pai e dizer que não poderia ir a sua festa, como ele fez nos últimos 5 anos. Heitor nunca mais passou um dia se quer com sua família. Sempre criando desculpas, ele sempre fazia de tudo para não encontrar com Hanna. Ele não aguentava ver ela sem lembrar o que ele pediu a ela, de tudo que aconteceu e como aconteceu. Mas, tarde já estava na hora da festa e Victor se encontravam trancado na sua sala. Ana Caminhou até o escritório do seu pai, seus saltos faziam barulho, sentia-se insegura usando saltos, e aquele vestido vermelho decotado não tinha nada a ver com ela. Mas, usou por Melisse, que estava cabisbaixa desde daprova do vestido mais cedo. Ela abre a porta. — Vim ver como está o aniversariante! Victor largou a caneta que segurava e abriu um sorriso. — Bem, não ver a hora de ir dormir. — O que foi? Você parece triste! O Daniel já chegou, ele está se trocando, temos a sua entrada preferida, canapé de salmão. — Falou no tom animado, indo até seu pai. — Hector não vem de novo, não é a mesma coisa sem a família toda. — Ele disse com os olhos tristes, e queixo caído. A mão dela repousou sobre a mesa. — Bom, isso é verdade. Sinto muito pai. — Sinto falta dele. Da minha família unida. — Seu pai retruca olhando para o computador em sua frente. — Eu sei pai, mas sabe quem também sente sua falta o Daniel, vamos descer e tentar nos alegrar um pouco em? Não é todo dia que você faz 60 anos. — Ela disse em tom descontraído, tentando anima-lo. Sempre que Heitor aparecia era problema, era confusão. Fora que sempre que ele vinha tinha que avisar a Hanna que ela não ter o que segundo sua amiga, o ''desprazer ''de ver ele. O abraçou e eles descem para o jardim. Mo mesmo instante Melisse chega e vai até eles com um andar como se fosse incapaz de controlar seus próprios movimentos. Ela o abraça e eles descem para o salão, no mesmo instante ele com um sorriso largo e os cantos da boca para cima. — Pai feliz aniversário, sinto muito o Maxwell n******e vir ele tinha uma reunião de emergência vai ficar até tarde, mas ele te mandou os parabéns. Daniel vai até o pai e lhe dá um abraço, enquanto eles ficam conversando, Melisse aproveita para conversar com Ana, á puxando pelos braços para o canto do salão. — A Vivian não desgruda do papai. — Melisse! — Ela repreendeu. — Vai começar? Gosto dela, ela faz nosso pai feliz, ela só é tímida. — Bom, eu não vim para falar sobre isso. — Ela deu de ombros, olhando ao redor as pessoas começavam a lotar a festa. — Não tenho certeza se quero me casar, que dizer... O Max e eu não temos nada em comum, que dizer, ela subiu o ombro, Até temos mais... Ana segurou a mão dela, que estava afobada. — Eu sinto muito, e eu odeio dizer isso, mas eu te disse, vocês m*l se conhecem, nem se esforçaram para isso. Oque é inacreditável, já que estiveram juntos por tanto tempo. — Serio? Acha que eu preciso de um ''eu te disse'' agora! — Melisse responde falando de maneira apressada. — Eu estou em crise eu não posso desmanchar um noivado assim. Ainda mais só por quer eu tive uma dúvida, isso é normal certo? Ela levantou as mãos e seus quatro anéis de ouro e prata, pesados cintilados à luz do grande lustre do salão. Não negava o sangue italiano, gesticulando bastante quando se irritava. Ela arregala-os olhos. — Eu entendi tudo! É a mamãe, não é? Você tem que parar de basear sua vida no que a Violet quer, ou no que a Violet vai pensar, e passar a pensar no que você quer! Melisse ficou furiosa e sai de perto, com um andar firme, ela saiu sem olhar. Esbarrando no garçom, fazendo com que champanhe cai-se sobre seu vestido, olhou ao seu redor e correr para o banheiro. Ao mesmo tempo que Hanna se aproxima de Ana, confusa levantando uma das suas sobrancelhas. Ela se aproximou exalando um perfume de jasmim pelo salão.  — O o que era aquilo, por que ela saiu assim? — Era só a Melisse chateada por que não ouviu o que queria. Ei, senti sua falta essa semana e... Por um momento Ana desvia o seu olhar e ver um homem alto, cabelos escuros, sem dúvidas era asiático. Ela o reconheceu como um antigo amigo de Daniel. Ele era lindo, asiático, Ana acha os olhos deles tão lindos. Ela recordou, juntando as mãos sobre o corpo. Ele usava um terno azul marinho tradicional. Sem dúvida era o tipo dela, os olhos dele eram e castanhos claros, as mãos delicadas. Seu coração batia em uma sintonia alta e charmosa de nervoso quando ele andava até ele. Ele era noivo. O que ela obviamente sabia, pois sempre via seu i********:. Ela não parava de olhar até que os olhos dele se encontraram com os dela, e ela deu um sorriso envergonhado, suas bochechas firmaram vermelhas, sua cabeça faz um leve movimento para baixo e para a esquerda, mas ela logo volta em direção a ele. Ele também sorrir, um sorriso simples amigável. Sentiu se sentiu seu coração acelerando, parecia que seu coração ia sair pela boca, ele parou em frente dela. — Oi! Você é a irmã do Daniel? Pode me dizer aonde ele está? E é bom lhe avisar meus caros, que quando na sua juventude Ana foi diagnostica com ansiedade, daquela bem fortes, ela tinha crises e um dos sintomas recorrentes em sua vida, era os vômitos sempre que se sentia ansiosa ou nervosa. E aquele era um péssimo momento para a Ana, se sentir assim, o que ela pensava ser apenas borboletas no estômago, eram náuseas. E ela se sentiu tão enjoada, que acabou vomitando, nos sapatos dele. Ele recuou para trás e todos olharam ao redor. — Ah meu Deus! Eu sinto muito, eu não sei o que deu em mim. — Ana bastante confusa, olhou para ele e para todos ao redor. Aquele momento era no mínimo constrangedor, cora involuntariamente e envergonhada, limpando sua boca com o papel que um garçom lhe estendeu. Queria sumir dali, evaporar. O rapaz a olhou com a sobrancelha arqueada e parecia preocupado. — Está Tudo bem, eu vou me limpar, você está se sentindo bem? — Ele se aproximou, levando a mão gentilmente nos braços dela. — Sim, sim eu estou bem, eu só... me desculpa mesmo. Ana bastante esquiva, olhando para baixo saiu dali para se limpar. Ele ajustou a gravata olhando para ela saindo dali. Foi até o banheiro se limpar e quando saiu viu Melisse aos prantos sentada na escada, ela vai até ela e senta do seu lado. — Ei o que aconteceu? Olha eu sinto muito, ok desculpa, eu não deveria ter dito ''eu te disse'' eu deveria ter te ouvido e... Melisse a interrompe, comprimindo os lábios.. — Me enviaram essa foto, Max está me traindo! E o pior, que quando eu vi a foto, eu não me importei por que ele estava me traindo, que se saísse na mídia, o que as pessoas iriam pensar? E nossos patrocinadores. —Disse voz de choro, seus olhos estavam inchados de chorar. — O que não faz sentindo nenhum, eu me sinto um mostro. — Ela abraça a irmã, colocando os braços por cima dos ombros de Ana. Ana olha para ela, e seus olhos se estreitam. — Ei você não é um mostro ok! — Ela pega o celular da mão de Melisse. — Você precisa se desconectar um pouco, e pegar sua bicicleta, fazer a vida pedalar. — Oque? — Perguntou Melisse perguntou com os olhos cerrados, e sobrancelhas juntas. — Nada, é só pensamento de Einstein, que eu gosto de lembrar em momentos assim, diz que a vida é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio, sempre siga em frente. — Explicou Ana, com suas sobrancelhas se levantando, e seu queixo um pouco caído, sua pálpebra estica e então ela sorrir. Sempre tinha uma filosofia na manga. — Você é tão nerd! — Afirmou Melisse, sorrindo com os lábios unidos. — Mas obrigada. Olha não estou no humor para festa! Muito menos para um milhão de fotos da Vivian — Ela enxuga as lágrimas com seus punhos. —Posso ir com seu motorista? O meu ficou doente! Ana ajeitou o decote. — Claro, claro que pode, ele novo aqui então vou dizer aonde você mora. — Respondeu Ana falando de forma rápida! As duas descem juntas. Ana leva a irmã até seu motorista e se despedi. Quando se virou, respirou fundo ouvindo um barulho de tiro vindo dos jardins. Ela então se assusta e corre até lá, sentiu seus pés doerem imediatamente por causa dos saltos, com passos desenfreados. A avistou Daniel ao lado do pai no chão com bastante lágrimas frias em seu rosto, e gritando. As pessoas olhavam ao redor pasma, algumas já com celulares na mão. — Chamem uma ambulância! Ela sente sua frequência cardíaca aumenta, sente seu coração pesado com toda aquela cena, suas pernas tremeram. Caminhou até o corpo do seu pai com passos rápidos. Percebeu que ele ainda respira, e isso a faz ficar um pouco aliviada.

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