Eu vejo você como uma galáxia nova, descoberta apenas por mim. E a cada dia eu entendo, você é um universos de coisas boas.
— Você é meu infinito. (Citação de minha autoria.)
...
No Ano de 2003, quando Ana tinha seus 6 anos e Melisse seus 4 anos. Às duas estavam na cama com sua mãe, prontas para ouvir mais uma história, após brincar de chá da tarde com Violet sua mãe, entre outras brincadeiras, Ouviam historias toda noite:
— Pare de pular! — Exclama Melisse para Ana, com a voz irritada. Ana estava pulando na cama, enquanto sua mãe está em pé na em frente a prateleira escolhendo um livro.
— Ana! Você vai se machucar por favor pare! — A sua mãe pede com a voz firme, porém também doce. Mais ela continuava pulando, ela se sentia eufórica. Mas logo se senta ao lado de sua irmã.
— Qual historia nós vamos ler hoje mamãe? — Pergunta ela com a voz ainda eufórica de tanto ter pulado.
— Achei! —Sua mãe as olha sorrindo se virando para elas! Ela vai até ela e se senta no meio, ela se cobre com edredom e a mãe as abraça forte. — Hoje vamos ler a história de Rapunzel.
— Ah! Mas essa eu já ouvi mamãe! — Diz Ana em tom de desapontamento, apoiando a bochecha nas mãozinhas.
— Mas sua irmã não! — Responde sua mãe, fazendo carinho no seu nariz. As garotas prestam atenção. Sua mãe contava a história entusiasmada e ao terminar a história.
— E então gostaram da história de hoje?
— SIMMM! — Responde Ana num tom alto.
Enquanto Melisse está calada e olhando para baixo. Sua mãe nota, e pergunta:
— Oque foi minha querida não gostou da história?
A menina olha para ela e diz, com a voz triste.
— Eu to com medo, que alguém me roube de você, como roubaram a Rapunzel da mamãe dela?
— Oh! Meu amor! Ninguém nunca vai tirar vocês de mim, vocês são minhas joias! Mamãe sempre vai proteger você ok? — Diz Violet sorrindo, beijando a testa de ambas. Melisse sorrir e abraça sua mãe, e Ana volta a pular na cama, sorrindo.
Violet a puxa gentilmente e a envolver no abraço também. Ambas nunca mais teriam uma noite simples e especial como aquela. Ana sempre amou o cheio da sua mãe cheio de gardênia, e aquela noite definitivamente tinha esse cheiro, flor preferida de Violet.
Essa memoria passava na mente de Ana enquanto Yuri dirigia até a casa do seu pai, ela estava olhando a janela enquanto uma lagrima cai dos seus olhos, ela não enxuga deixa seu rosto molhado. Yuri parece preocupado, e triste. O silêncio reina no carro. Eles realmente não têm oque falar, ambos estão muito chocados.
Ao chegar na casa do seu pai, Ana sai rapidamente do carro, andando apressadamente, Yuri a segue também andando ligeiramente. Ela só consegue pensar em oque Melisse deve está passando.
Ao entre na sala ela encontra com todos ali. Inclusive Max noivo de sua irmã, ao ver Ana respira fundo, e desvia o olhar e ver Daniel está chorando no canto da sala, ele mexer demais as mãos, balançar os pés. E seu pai falando no celular, ela entra mais na sala e vai até Hector que está conversando com Max.
— Você sabe oque aconteceu? — Diz Ana com um tom triste.
Hector olha para ela com um olhar distante, e responde no tom triste. — Sim! Eles ligaram para Max, eu to desolado, o papai tá ligando para o advogado e definitivamente já avisamos a polícia! — Ana concorda com a cabeça, Vivian chega na sala ela havia ido buscar Agatha na escola, após saber do sequestro, Victor queria todos em casa.
Victor que descansava em sua casa da tentativa de assassinato recente temente sofrida, já havia acionado todos os seguranças. Ana foi até Daniel que está chorando, com os braços cruzados no canto da sala e nervoso, ele aparentava está com medo também, seu olhar não negava isso. Ela o abraça.
— Alguém tem que ligar para mamãe! — Ana lembra, em um tom um pouco alto.
Hector escuta e reponde de forma ríspida: — isso se ela atender.
— Já chega! Agente tem que parar de agir como se a mamãe e quem sempre se afastasse, a gente sempre afastou ela de nós. — Daniel responde olhando para Hector que está na sua frente de forma firme.
Ana interrompe. — Eu ligo para ela, sem problemas.
Seu pai desliga o celular. Ele, leva a mão até a nunca, esfregando-a. Ele diz triste, ele está triste e abatido não só pela cirurgia, porém ainda mais pelo sequestro de sua filha, era uma situação que ele jamais pensou que viveria.
— Os policiais disseram para nós deixamos a maletas, e eles vão montar a operação. Eles estão vindos para cá para que quando haja aproxima ligação deles, eles possam rastrear. Eu sei que essa não é uma opção muito segura, mas é a última que nós temos.
— Eles disseram sem polícia pai! — Hector sentando no sofá, balançando as pernas. Nunca pensou passar por essa situação.
— Eu sei, mais não é seguro. Quem garanti que eles entregariam a sua irmã, após receberem! — Victor olha ao redor da sala, para todos. — Escutem eu daria minha fortuna inteira para recuperar a sua irmã! A minha vida! Mas a polícia nessa operação garante a segurança d sua irmã! — Neste momento todos ouvem uma gritaria, a voz de uma mulher!
— Me deixem falar com o senhor Victor Campbell!! Eu só quero saber onde meu filho está! — Ela grita. Ana olha pela janela na sala perto do criado mudo, ela vê a mulher sendo barrada pelos seguranças. Dava para notar em sua face o desespero.
Ana vai até lá.
— Esperem! Deixem ela passar.
A moça logo responde. — Senhora, meu filho trabalha para você a uma semana. E eu só vim ver se ele está aqui! Ontem a noite eu recebi um telefonema de uma moça que disse para eu vim aqui.
Ana se sente confusa, e logo pergunta.— Oque essa moça disse?
— Foi muito rápido, eu atendi e ela disse que meu filho e ela tinha sido sequestrado e que ela não tinha tempo, que eu precisava avisar para Victor Campbell, no entanto a ligação caiu, E já faz dois dias que meu filho não vai em casa, pensei que ela estava fazendo hora extras, mais ele sempre avisa.
A senhora fala isso de maneira apressada, olhando para Ana. Ela pega na mão dela, E diz sorrindo. — Vamos entrar! Precisamos contar isso para o meu pai. Elas entram na sala e a senhora é logo reconhecida por Rita a governanta, como a mãe do motorista, a qual sempre levava seu almoço.
Elas contam tudo e logo a polícia chega. Eles acreditavam que Melisse consigo fugir, e que não era o motorista que havia sequestrado. Mais se não foi ele? Quem seria? Essas dúvidas passavam na cabeça de todos. Foi chegado a hora do jantar, e Ana está nos jardins, sentada, perto do pé de gardênias.
Yuri anda até ela.
— Eu sinto muito por tudo isso! Nem imagino como deve está. — Disse o tom tímido, olhando para ela, com as mãos estão dentro e Dedões esticados para fora dos bolsos.
— E estranho, por que é muita coisa para digerir, eu acho! E dá medo, ela diz olhando para ele.
Ele vai em sua direção e senta ao seu lado: — Se precisar de um ombro amigo! Ele diz no tom calmo.
Ela o olha ele olhos, e se aproxima mais dele, no banco, até que não haja espaço. — Oque Yuri faz nas horas de difíceis?— Ela dá um e o sorriso fechado, que esconde os dentes, sem alterar muito a fisionomia triste do seu rosto.
Ele desvia os olhos, abaixando a cabeça. — Eu não diria que esse momento seria um momento difícil para mim. Seria um momento de pânico total, com certeza não saberia como reagir. Mais respondendo sua pergunta, eu gosto de olhar as estrelas, o céu sempre me acalma. — Após falar isso, ele coloca sua mão sobre os ombros de Ana.
Olhou para noite e encheu os olhos de estrelas. Implorando a Deus sua irmã de volta em casa, sã e salva.
Voltou o olhar para ele, e sua pupila dilata. Mais oque era aquilo? Pior momento para acontecer algo romântico. Ela se sente confusa e, ao mesmo tempo muito agradecida por ele está ali, conversando com ela. E Ela apoia sua cabeça no ombro dele e encosta nas costas do banco. Ana suspira e fecha os olhos, dizendo para ela mesma que tudo vai ficar bem.
Todos passaram a noite Ali, Ana não consegui-o dormir, olhava no celular a cada segundo. O celular do seu pai tocou, era um número desconhecido, Era Melisse ligando de Niagara Falls uma cidade vizinha a New York. Ele atende e põe no viva voz, todos se reúnem perto.
— Alo pai? — Ela fala num tom de voz assustado, Victor dá um sorriso aliviado.
Ele relaxa um pouco os ombros, e fala apressado. — Minha filha onde você está? — Suas mãos estão tremendo.
— Pai! Eu estou bem agora. —Ela dá um longo suspiro como estivesse procurando ar, sentiu o suor escorrer em sua testa, correu demais. — Eu estou em um posto de gasolina na cidade Niagara, o Ben e eu conseguimos fugir. Mas ele está ferido. Estamos indo para casa, vamos de ônibus. Eu tenho que desligar ele não acha seguro ligar, eu estou indo para casa.
Ela desliga a ligação antes que seu pai pudesse falar algo. Victor se levanta e manda seus seguranças para o Busbud, a única parada em New York que o ônibus em que Melisse estava iria passar, avisando também a polícia.
Ela se para ir com eles, mais é impedido por Vivian, pois ele não poderia se esforçar. Os irmãos acabam indo em seu lugar, todos ansiosos e felizes. Certamente o sentimento de querer que isso acabe logo era mútuo.