"Intenso"
Livro I - Lembranças de Luana
“...eu já era sua há muito tempo!”
Hoje eu quero anotar em você, querido diário, uma noite que mudou tudo na minha vida! Para ficar bom, vou escrever como se fosse uma carta para o Kadu… ele uma hora vai ter que ler… Vamos lá:
Preciso te escrever essas palavras Kadu, algo mudou…
Lembra de quando eu, você e a Marina, mais alguns amigos fomos passear na cidade de Cabreúva, conhecer as lindas cachoeiras que existem lá. E depois do dia divertido e maravilhoso, com muito churrasco e bebidas…rs tarde da noite, nós fomos deitar, eu, kadu e a Marina.
Estávamos nós três deitados, eu no meio dos dois. Mais no canto da pequena cama de solteiro onde nós três estávamos aninhados, a Marina estava dormindo profundamente. O pessoal também estava dormindo, cansados e provavelmente bêbedos…rs.
Já era tarde da noite e só nós dois acordados, sem sono nenhum. Eu estava de costas pra você, com o cobertor me cobrindo totalmente, fora de qualquer visão de qualquer um, afinal o quarto estava cheio de pessoas.
Você me tocou por debaixo das cobertas, como se estivesse me abraçando. Daí começou a passar a mão na minha barriga, uma leve carícia. Eu peguei na sua mão, acompanhando seus movimentos.
Suas mãos iam, viam... E você percebeu que eu estava gostando.
Então você, mais atrevido, discretamente passou a mão por dentro da minha blusa e soltou meu sutiã. Começou a passar a mão pelos meus s***s. Eu falava bem baixinho pra você parar (com um tom de que queria q continuasse...), e você não parava.
Sua mão saiu dos meus s***s e desceu para minha coxa. Eu tentava desviar o pensamento das suas mãos numa vã tentativa de dormir. Estava me controlando. Meus suspiros, meu corpo, minha vontade era de te atacar ali mesmo, mas havia muita gente perto. E você me provocava mais e mais. Sua mão percorria cada pedaço do meu corpo.
Você levantou meu vestido e começou a me acariciar. Minha respiração já estava acelerada. Meu corpo não queria me obedecer mais. Comigo ainda de costas pra você, pegou meu quadril e puxou até me encaixar no seu corpo.
Aí eu não aguentei... Eu me virei, puxei você, te beijei, juntei meu quadril no seu e comecei me esfregar em você. Depois de me deliciar com as carícias, Levantei e falei baixinho: “já que tá me provocando tanto, agora você vai ver só”!.
Nisso, te puxei e você se levantou. Como estávamos limitados naquele quartinho, te levei até o banheiro e tranquei a porta. Te encostei na parede e comecei te beijar. Sua boca, seu pescoço. Te beijava enquanto enfiava a mão dentro da sua calça. Mordia seu pescoço, te arranhava as costas... Desabotoei o botão da sua calça, me abaixei e... Comecei a te chupar. Lamber. Deixando você louco! Você segurando meus cabelos, gemia baixinho e pedia mais. Te chupei até você gozar na minha boca e eu me deliciei com seu gosto agridoce. Engoli cada gotinha e te deixei ainda mais louco continuando a chupar mesmo depois de gozar, pois queria você ainda mais duro!
Então você me levantou, e com um movimento me encostou na parede. Abaixou minha calcinha com uma mão e tirou o vestido com a outra enquanto me beijava. Me deixou totalmente nua. Depois me virou de costas, eu me apoiei na pia do banheiro com as mãos. Com seus movimentos deliciosamente precisos, você enfiou e te senti inteiro dentro de mim.
Nossos corpos no mesmo ritmo, num vai e vem de quadris e de mãos. Sua pele suada. Eu gemia. Cada vez mais alto. Você abafava meus gemidos com a mão, evitando que os outros acordassem. Tinha uma cadeira encostada, onde você se sentou e eu sentei em cima de você e de frente.
Sem roupa e molhada de suor. Você continuou me beijando, eu mexia o quadril sobre você, o suor já escorria pelo meu rosto. Mexia mais rápido, mais devagar. Mais leve, mais forte. Você com as mãos na minha cintura acompanhava meu ritmo que se intensificava cada vez mais.
Então não aguentamos mais e, por fim, gozamos. Juntos. Um êxtase que não sei descrever. Só ouvíamos a respiração um do outro, ofegante. Com um tom de cansaço e mais ainda de satisfação.
Você então me olhou ainda com cara de quem queria mais, e eu compreendi o que desejava. me levantei de cima de você, abri um pouco as suas pernas e me ajoelhei para começar a te chupar de novo. eu queria vc pronto para mais e mais.
Quando sento na minha boca toda a rigidez do seu desejo, parei de chupar e me coloquei de quatro bem na sua frente. Nossos olhares diziam tudo o que queríamos um do outro, e você soube exatamente o que eu queria. Eu ali de quatro, você se posicionou, me chupou levemente, da minha ppk até o meu cuzinho, eu tremi de prazer e pedi para você enfiar logo.
Então você não demorou e enfiou no meu cuzinho, com carinho, mas com decisão. Eu ajudei me movimentando para que você entrasse todo dentro de mim, pois não há melhor sensação. Pedi para você ir cada vez mais fundo, cada vez mais rápido, eu queria ouvir o barulho do seu quadril batendo na minha b***a. Mais rápido, mais fundo, gemidos, prazer e gozamos mais uma vez!
Depois que você sentou na cadeira de novo, eu sentei sobre você, abraçamo-nos por alguns minutos, você limpou o suor do meu rosto, quando me olhou nos olhos, e me pediu que eu fosse sua, e eu disse que já era a muito tempo.
Não queríamos sair dali. Nem desgrudar nossos corpos. Se o mundo acabasse naquela hora, a gente morreria feliz. Então depois disso, nos vestimos e voltamos a deitar. Peguei na sua mão e lembro-me de ter dormido com você passando a mão no meu cabelo.
Tudo mudou depois desse dia…
***
Livro II - Lembranças de Kadu
“Três Almas, três corpos e um Amor”
...então voltamos para casa, era aniversário da Marina, já tínhamos bebido um pouco, mas a celebração só estava começando. Chovia muito naquela noite, acabamos ficando todos molhados quando ficamos no ponto esperando o táxi.
Chegamos em minha casa com fome, eu tirei a roupa de cima molhada e coloquei algo leve, liguei a tv e fui para a cozinha preparar alguma coisa para comermos. Marina e Luana encharcadas, foram tomar banho juntas, pois estavam bem animadas e não se deram ao trabalho de me esperar, mulheres...rsrs
O banho foi naturalmente longo e barulhento, eu pude só deduzir que aconteceu lá dentro... ?. Ao saírem eu já tinha preparado uma macarronada (o prato rápido dos poucos hábeis na cozinha), acompanhado pelo refrigerante, preparo para as cervejas que nos esperavam na geladeira. Eu já tinha lambiscado, elas então ficaram comendo e fui tomar banho.
Já no chuveiro ouço a porta se abrir e elas entraram cantarolando meu nome:
- Kaduuu, podemos entrar?
- De novo no banho? Pensam que sou dono da companhia de água e de energia?kkk Óbvio que a argumentação falhou e elas entraram no box.
- Esqueceram de tirar a roupa suas doidas!
- Não seja por isso, nos ajude por favor... ????
Enquanto eu tirava a blusinha da Marina, Luana ajudava tirando os shorts dela já de joelhos sem cerimônias começou a chupá-la. Eu lambia os p****s de Marina e Luana a chupava deliciosamente que se derretia em gemidos. Luana sabia bem como nos deixar loucos, e alternou as chupadas entre a ppk da Marina e meu p*u, eu ora lambia os p****s de Marina ora a beijava. Deus, que beijo a Marina tem! Que boca, que chupada a Luana tem!
Eu não podia ficar ali só nessa curtição, queria muito beijar Luana, então me ajoelhei para beijá-la e pude sentir o gosto doce da Marina nos lábios de Luana e depois nós dois passamos chupar a Marina. Duas línguas contra uma ppk só, eu e a Luana alternamos entre beijos e chupadas, entre línguas e ppk até Marina gozar! Suas pernas bambearam e ele acabou se ajoelhando junto a mim e Luana e nós três nos beijamos deliciosamente.
Logo em seguida elas exigiram que eu me levantasse, e claro, devemos obedecer a uma mulher, duas então...rsrs Em pé elas passaram a me chupar. Aquelas duas mulheres, as mais lindas de todo o meu universo e tanto beijam bem, como chupam! Não demorei para gozar, se deliciaram com tudo até a última gota, se beijaram e se levantaram. Nós três em pé ainda nos beijamos mais antes de sairmos do banho.
No quarto deitamos para assistir e descansar do dia e dos banhos ?, conversamos, assistimos Altas Horas e bebemos cervejas.
***
“Esses olhos, esse olhar que eu não esquecerei jamais.”
Já com o fôlego em dia, bastou cinco segundos de silêncio distraídos da tv, tal como aquele breve atraso entre o relâmpago que corta o céu e o estrondo do trovão, começamos a brincadeira mais uma vez. Na verdade foi a Marina que agarrou a Luana com tanta desejo e vontade que nos primeiros momentos eu só me limitei a observar as duas, aquela mais bela poesia em forma de sexo. Luana toma as rédeas da situação deita sobre Marina e entre beijos, desce a sua mão até a ppk da Marina e mete os dedo, primeiro devagar, tateando até achar o ponto exato para massagear, Marina geme quase descontrolada e é abafada pelos beijos de Luana. Em um rápido movimento lateral, Marina agora por cima, posiciona Luana no limite da cama, se coloca de joelhos e passa a chupa-la. Luana olha para mim que até ali só observava tudo, e com seu olhar de dominadora ordena-me que eu a beije. O verso perfeito para esse pequeno momento seria “Um olhar me atira à cama, um beijo me faz amar. Não levanto, não me escondo porque sei que és minha Dona”, e assim eu fiz: obedeci!
Enquanto Marina chupava Luana, eu a beijava com toda minha paixão. Sua boca, seus pescoço, seus p****s, não era difícil sentir que eternidade fosse o tempo para aquele momento, mas minuto a minuto a noite se esvaia. A cada lambida e chupada, eu sentia a vibração dos gemidos de Luana em meus lábios, assim como sentia sua língua num movimento reflexo ao prazer, ir mais fundo em minha boca e eu me encarregava de recebê-la com carinho, Foi então que eu decidi ampliar seu prazer e retribuir o orgasmo que ela e eu proporcionamos a Marina no banho, ajoelhei-me também na frente de Luana ajudei a chupa-la com toda força de nossos desejos. Antes de começarmos, ela sentou-se olhou para mim e para Marina ajoelhados na frente dela, fitou nossos olhos e eu pude ver a cor da paixão em seu olhar, brilhava em cores vívidas de “eu amo vocês”, ao mesmo tempo que era um olhar de imponência, de dominação. Não resistimos, apenas nos entregamos, obedecemos e a chupamos com tudo que tínhamos. Luana só pode cravar suas unhas nos lençóis e gemer, gemer até sentir a eletricidade do orgasmo tomar conta de todo o seu corpo. Marina e eu percebemos seu clímax paramos de chupar Luana por alguns instantes, nos beijamos ali ajoelhados e depois subimos na cama, deitamos ao lado da Luana depois de beijá-la carinhosamente, e ela retribuiu os beijos com gosto de "obrigada" e ficamos ali por alguns minutos sem nada dizer, apenas deixamos nossas energias fluírem, s misturarem em prazer e claro, estávamos recobrando o fôlego.
Depois de alguns minutos, Marina levantou-se e se vestiu.
- Nossa, estou acabada! Vocês acabaram comigo! Disse entre suspiros e sorrisos. Amanhã tenho que acordar cedo, pois tenho uns trabalhos para fazer.
- Num domingo? Perguntamos eu e Luana em coro involuntário.
- Sim, pois segunda de manhã tenho uma reunião decisiva e tenho que estar com tudo pronto, assim eu vou para a casa da minha mãe para terminar tudo com sossego.
- Afsss… e eu que pensei que ia passar o domingo com você!
- Aaaa Lu! Não fale assim, não fica assim! Você sabe melhor do que ninguém como temos que focar nesses momentos decisivos.
- Sei… sei! Mas sei também como foi difícil nós conseguirmos ficar esse final de semana juntos.
- Eu cancelei até o ensaio com a banda!
- Eu sei Kadu, Luana… eu sei os sacrifícios que tivemos que fazer, mas vocês precisam entender, por favor!
- Ok! Não vamos discutir por isso, hoje a noite é importante. Mediou kadu para colocar um fim ao impasse.
- Perfeito então, vamos voltar a assistir? Sugeriu Luana um pouco contrariada, mas em vias de compreender a situação de Marina.
Nos enrolamos nas cobertas e voltamos a assistir e a beber. Marina logo pegou no sono, eu e Luana continuamos a assistir conversar e beber. O filme acabou, o afrodisíaco “O m******e da Serra Elétrica", passamos a tecer nossas críticas ao clássico do terror trash.
Observei Luana falar e num dado momento eu não ouvia mais o que ela dizia - apesar de ela estar em pleno discurso - eu só conseguia olhar para ela, ver sua boca se mexendo e milhões de pensamentos e sensações me invadiram naquele momento. Eu não sei explicar o que aconteceu, só sei que ela emanava um tipo de brilho, misturado com um perfume que me roubou boa parte da consciência. Eu estava sentado no meio da cama, Marina dormia no canto à minha esquerda e Luana estava sentada à minha esquerda, ela estava com uma perna apoiada no chão e a outra na cama, tinha em sua mão direita uma lata de cerveja. Então eu virei meu corpo colocando de frente para ela, tirei a lata de cerveja da mão dela, dei-lhe um selinho e não disse nada apenas olhei em seus olhos. Ela também nada disse, apenas deitou-se e me aconchegou entre as suas pernas.
Eu olhei nos olhos dela, uma sensação diferente me tomou naquele momento, e isso foi muito forte. Aqueles olhos… aquele olhar, era muito mais que vê-los mais uma vez. Eu conhecia Luana há alguns meses, três meses para ser exato, e tudo aconteceu tão rápido e tão intensamente, mas naquele momento em que nossos olhos se encontraram a sensação foi de, reencontro...
Eu já tinha visto aquele olhar, não em um outro dia, não em um outro lugar, era como se já tivéssemos vividos vidas um com o outro, a sensação foi de reencontro. Um pensamento assaltou minha mente, corpo, alma e coração e eu sussurrei: eu conheço você, finalmente te reencontrei. Foi por um ou dois segundos essa sensação durou, eu acho, mas aquele instante ecoou na eternidade eu sei, senti que ela compartilhou disso também. Logo depois, desperto desse lapso extra-sensorial, deixei minha mão direita (enquanto a esquerda sustentava-me por cia dela), percorreram seu corpo até alcançar seus quadris para fazê-los parar de me roçar por um instante, essa Luana profundamente tímida, mas intensamente ágil quando o assunto é sexo.
Coloquei minha mão sobre a barriga dela enquanto senti suas mão tirando a sua calcinha, daí eu disse alguma coisa i****a:
- Você tem certeza?
- Cala boca e me beija!!